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O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
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A propaganda nem sempre é a alma do negócio, ainda mais em tempos de web 2.0

terça-feira, 22 de março de 2011

Redes Sociais é uma eterna brincadeira de telefone sem fio

Você já parou para pensar que os administradores de empresas não gostam nem de ouvir a palavra: Propaganda? Para eles investir em propaganda é literalmente jogar dinheiro fora.


Vamos entender o por quê?

Conversando pelo MSN com uma amiga administradora que está montando sua loja de acessórios, ela deixou bem clara a visão que a mesma tem com relação ao investimento; através do seguinte questionamento: - Pri, você já viu alguma propaganda do Ábade?

Nota:

*Ábade para os meus leitores de outros estados do País, é um restaurante de classe alta daqui de Natal.

Ela quis me dizer que o Ábade, a pesar de ser muito conhecido, não investe em propaganda por que eles não precisam, uma vez que o bom serviço deles já fideliza e chama os outros clientes por indicação. Ou seja, o público do Ábade é quem faz a propaganda do restaurante para outras pessoas e assim mais e mais clientes conhecem o restaurante, não por que passou a propaganda na televisão, mas sim por que o melhor amigo foi ao restaurante, gostou do atendimento e da comida e indicou, ou seja, uma pessoa que foi quem indicou a marca a outra e não a própria marca se auto-indiciando para os demais, como é a propaganda.

Daí eu perguntei para ela: O que isso lembra? Ela respondeu enfaticamente: Uma rede social. Eu disse, pois é. O restaurante criou sua própria rede social e isso só foi possível por que o serviço é realmente bom, embora nem todos possam pagar para tê-lo – outras classes sociais. E é exatamente isso o que acontece: As propagandas estão aos poucos entrando em desuso, isso é fato. Quantas vezes vemos empresas investindo milhões em propagandas de televisão, vinheta de rádio e etc e não obtêm retorno algum? Várias e várias vezes. Porém, quem nunca presenciou a ascensão de uma pequena marca, só pela boa reputação passada por alguém que a consumiu, foi bem-atendido ou algo do tipo? Inúmeras vezes!

Propaganda é como uma pessoa se “autoestimando” demais, chega uma hora que os outros indivíduos irão simplesmente ignorá-la. Funciona assim também com a propaganda: A marca falando que ela é demais é a melhor etc e tal – é óbvio demais. Ela vai sempre mostrar as qualidades dela e não o contrário, simples assim, e nós sabemos que Nada é Perfeito. É uma indicação suspeita a se seguir. Agora, quando é outra pessoa falando, uma terceira que nada tem a ver com a história, aí sim surte mais efeito - É simples, viu publicitários? Só um toque e reflitam sobre o assunto – nada contra a classe publicitária, muito pelo contrário, apenas acho que a maioria é previsível demais – e a previsão não tem muito em comum com a criatividade.

Um breve exemplo:

A minha prima é proprietária da Pizzaria Calígula que fica na praia da Pipa – litoral sul do RN. Algum tempo atrás ( 2005 – quando as pessoas estavam engatinhando na Internet e nas Redes Sociais) Ela invistiu horrores em propaganda - Jingle, cartazes em toda a cidade, spots na rádio cidade, enfim investiu por que falavam que era bom. Contratou uma agência boa e tudo, mas o investimento dela não aumentou a clientela, nem diminui obviamente, permaneceu a mesma coisa - empatando. Ela como toda administradora pragmática, deixou de lado a tentativa de investir em propaganda tradicional, pois nada havia gerado de retorno e decidiu por conta própria utilizar a Internet como auxiliadora. Criou alguns perfis nas redes sociais, que na época era somente o Orkut e um pouco de Facebook, visto que em Pipa vai muito estrangeiro; começou a enviar E - marketing para os contatos trocou banners com alguns sites e blogs, resultado: aumentou o crescimento da Pizzaria devido o fato de o público dela está presente na Internet e pela abrangência que a mesma alcança. Resultado: A Calígula ganhou força em Natal e ela teve que abrir uma filial aqui – na Ribeira, o borburinho causado foi tão grande que pessoas daqui saiam para Pipa e escolhiam a Pizzaria dela para saborear pizza e isso tudo apenas com o investimento em publicidade digital – na época investindo quase nada em comparação com o que ela havia investido meses atrás com a propaganda tradicional.

Eu sempre afirmo que Comercial de TV é over, que outdoors só poluem a paisagem, que ninguém em sã consciência pára para ouvir o locutor com aquela voz de quem tá com uma batata na boca falando sobre determinado produto, ou seja, é passado. Ninguém presta mais atenção APENAS nesse modelo – Dói, mas é verdade. Algumas são muito bonitas, outras nem tanto, algumas mais parece vídeos feitos por ainda universitários e não profissionais formados, outras ao invés de ajudar a marca, elas as põem em um enorme buraco negro. É muito arriscado e por ser arriscado, os administradores preferem deixá-los de lado. Mas, essa "raiva" que os gerentes de empresas têm de propagandas vem do fato que muitas vezes o retorno investido, não é gerado, e aí já viu, né? Time is money, e por isso, somente isso, os profissionais formados em administração preferem se resguardar - como foi o caso da administradora da Pizzaria Calígula e afirmando o pensamento da minha amiga administradora de loja.

Sugestão: Que tal usarmos a convergência midiática?

Termino o meu texto com a seguinte opinião:

Comercial de TV é coisa do século XX. Hoje talvez a maioria das pessoas não percebam por que ainda estão muito presos a hábitos antigos, porém uma pequena parcela da população já percebeu e acordaram para o óbvio: Público quer interagir com o produto, fato que absolutamente somente as propagandas não conseguem oferecer.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

A última agência de propaganda da terra!

domingo, 23 de janeiro de 2011

E como não poderia deixar de ser: o alerta aos publicitários que não aceitam a importância da interatividade nas peças publicitárias que infelizmente pararam no século XX.  Olhem o que os esperam:




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Como conseguir clientes usando a Internet

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


Vender o produto é o que toda empresa quer e não só vendê-lo, mas fixar a sua marca e atingir o maior número de potenciais consumidores.
E para alcançar esse objetivo é lógico que os empresários recorrem a publicidade e propaganda. Durante muito tempo prevaleceu à propaganda na televisão, rádio e impressos para atingir esses consumidores e durante muitos anos somente este tipo de publicidade deu certo, uma vez que os consumidores não tinham como expressar-se verbalmente em suas opiniões a respeito do produto, salvo aquelas caixinhas de sugestões e a central de atendimento ao cliente do produto – Era uma época de passividade.
Porém nesses dois casos especificamente o consumidor apenas informava sua insatisfação ou satisfação com relação ao produto e essa comunicação era feita de forma privada, ou seja, ninguém mais ficaria sabendo, fora o consumidor e o empreendedor.
 Com a popularização da Internet observou-se uma ótima oportunidade das pessoas expressarem suas opiniões a respeito de tudo através de blogs, sites e mais recentemente redes sociais. Com isso, independentemente da empresa querer ou não está na Internet, ela estará por meio de seus consumidores. Basta uma simples pesquisa no Google, por exemplo, para que encontremos milhares de links a respeito de uma marca X, com consumidores dando suas opiniões a respeito do produto ou relatando suas experiências com a marca ou serviço prestado por determinada empresa.
 É a realidade em que vivemos atualmente e nem adianta achar que isso é passageiro, por que a verdade é que é definitivo. Esses consumidores vieram para ficar. Eles são extremamente críticos e obstinados, não se acomodam em apenas ver, eles precisam e vão atrás de experiências verdadeiramente envolventes com o produto e se sentem sim donos da sua marca. Não é para menos, afinal eles a consomem, eles a vestem, eles a comem, ou seja, sua empresa ou marca só existe, por que eles aprovaram.
O fato é que investir em propaganda e publicidade é o melhor caminho para vender, isto é fato e contra fatos não existem argumentos. Mas não é somente fazendo um VTde 30 segundos para ser veiculado no intervalo da novela das 8 ou comprar um anúncio de duas página na revista Y, não, isso é muito pouco.
Definitivamente para que sua marca ou produto seja visto, ele necessita muito mais que isso - Ele necessita de ações que casem tanto no mundo offline quanto no mundo online - Não é papo furado o que vou dizer, é a realidade: “Hoje em dia os seus consumidores passam muito mais tempo em frente de um computador do que em frente da televisão, indo mais além, hoje em dia o seu cliente tem iPhones conectados 24 horas e com pacotes de acessos ilimitados a redes sociais e não duvide: Eles as usam incessantemente, como uma manada de lobos devorando a sua presa, é exatamente isso: As pessoas amam estarem conectadas, gostam desse movimento e para que você realmente venda, não perca mais tempo caia de cabeça nesse mundo também”- Contrate um profissional para fazer isso pela sua empresa.

Que fique bem claro que eu não sou contra a publicidade tradicional, nada disso. Tem peças publicitárias surpreendentes, porém não posso afirmar se essa peça surpreendente atingiu realmente quem deveria ser atingindo - o consumidor final – aquele que realmente vai comprar o produto.
Só posso afirmar com categoria aquilo que gera de fato números e esses números só são gerados através de relatórios e relatórios seguros apenas conseguirei via Internet – uma vez que só ela mapeia com exatidão os números de acesso e impactados com as ações. E é por isso que eu afirmo categoricamente que uma publicidade online atinge com muito mais eficiência o público consumidor de uma determinada marca, pois os números gerados comprovam.
É muito legal, realmente, vender para um cliente que a propaganda do produto dele vai estrear no intervalo da novela das 8 e que supostamente 300 mil pessoas estarão assistindo a essa novela, só que se esqueceram de dizer o seguinte para o cliente: Elas estão assistindo a novela e que no intervalo ela vai mudar de canal, por que ela tem controle remoto e não precisa se levantar para mudar de canal e ficar zapeando enquanto a novela não recomeça – Para que a pessoa assista o comercial, o publicitário e sua equipe devem ter realmente uma grande ideia e que essa ideia possa gerar interatividade.
O problema é que alguns publicitários estão se esquecendo de informar ao cliente que o consumidor agora tem voz ativa, e essa voz começou a ser moldada com o controle remoto, sabia? Pois é, um simples controle remoto. Não adianta mais força alguém a ver, essa tática é do século passado - Estamos na segunda década do século XXI - os costumes são outros por que os consumidores são outros, e consequentemente a forma de publicidade também deve se moldar a esses novos consumidores – interatividade é a bola da vez – Lembre-se disso ao contratar sua próxima agência de publicidade.

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Compras Coletivas e Leilões online foram o destaque de 2010!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011



Compras Coletivas:
Quem nunca ouviu falar em sites de compras coletivas nesses últimos meses atire a primeira pedra!
Pois é, no ano de 2010 observamos uma verdadeira revolução na maneira de comprar dos consumidores, através dos sites de compras coletivas que surgiram a pouco mais de 9 meses. Observamos também o surgimento de incontáveis sites de compras coletivas - que vendem produtos e serviços com descontos acima de 50%, partindo da premissa do “comprar por impulso”. 
Esses sites foram muito importantes para a popularização de compras pela internet, pois infelizmente muitos consumidores tinham o pé atrás em adquirir algum produto via web - a segurança proposta por esses sites impulsionaram aos consumidores ávidos em adquirir produtos e serviços com descontos verdadeiramente atraentes; o oba-oba dos Off fizeram com que comprar pela internet virasse febre em 2010 e essa febre continua.
Esse foi o principal acontecimento na web 2.0 no último ano e ouso a dizer que em 2011 iremos observar não só o crescimento desses sites, como o surgimento de outros e um pouco mais além o aparecimento de formas mais atraentes especializadas em comprar.

Leilões online:
Outro importante acontecimento no ano de 2010 foi o surgimento dos leilões online - outra forma bastante inusitada de E-commerce. Comprar produtos caros que em lances online se tornam extremamente baratos, nos últimos 03 meses do ano passado, foi o grande boom da Internet colaborativa. Esse tipo de comércio eletrônico passou a ser chamado de  S-Commerce que são as compras feitas socialmente a partir de opiniões de seus amigos online ou no caso dos leilões a ajuda dos outros participantes.
De fato surge uma vasta e numerosa possibilidade de comércio eletrônico na segunda metade do século XXI.  É óbvio que muitos iram nascer e morrer na mesma velocidade que o S-Commerce surgiu; mas sem dúvidas os maiores permanecerão e com isso essa nova forma de comprar se tornará não só parte do dia a dia das pessoas, como também uma necessidade.
O que mais chama a atenção nessa forma de venda e compra são os valores promocionais dos produtos e serviços ofertados. Só será atraente adquirir o serviço ou produto se o desconto for verdadeiramente diferenciado.  O que conta realmente não é se quem compra está precisando do produto e sim quanto de desconto o consumidor consegue nesse produto e quantas pessoas estão adquirindo o mesmo, uma vez que se muitas pessoas estão comprando, quer dizer que vale a pena também comprar por que muitas outras pessoas estão adquirindo, funciona como uma forma de termômetro.
Impulsividade e vaidade são as características mais comuns dos usuários de compras coletivas. Não importa se se está precisando do produto, muitas vezes não.  O que importa é se o desconto está atraente ao ponto da pessoa participar e que 200 pessoas também compraram. Segue exatamente o mesmo caminho do número de seguidores e amigos adicionados - só que a dinâmica se inverte: Antes falávamos de pessoas, hoje falamos de serviços e produtos. A pergunta que fica é a seguinte:
Até quando as empresas vão permanecer nessa escuridão e não abrir os olhos para o vasto e cheio de oportunidade mundo da Internet?




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Balanço do ano de 2010 com relação à comunicação digital

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011




2010 foi um ano bastante produtivo para as empresas e profissionais que trabalham diretamente com a Internet, principalmente para aqueles que trabalham desenvolvendo publicidade e marketing digital - como sites e campanhas publicitárias voltadas para o meio web.


A popularização do veículo - Internet e o constante crescimento das pessoas em redes sociais também fizeram com que os serviços voltados para as mídias sociais, que comumente foram denominados de gerenciamento em mídias sociais também tivessem muito trabalho no ano que passou.

Muito para explicar a importância das marcas e empresas em estarem presentes e interagindo com os outros usuários, quanto para elaborar campanhas que realmente surtissem efeito e gerassem resultados para os empresários – Muito mais que Retuite.


Enfim, 2010 proporcionou grandes novidades no campo da comunicação digital e sem dúvidas abriu caminhos para que em 2011, nós profissionais e agências web possamos desenvolver muito mais projetos e as agências web possam elaborar campanhas online verdadeiramente interativas e se tornarem mais audaciosas, gerando aos seus clientes o lucro e o reconhecimento esperado aos produtos e marcas.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Sites de graça geram dor de cabeça para empresários

domingo, 2 de janeiro de 2011

 
Desenvolver sites para Internet não é tão simples como a maioria das pessoas pensam que é. Exige um planejamento, organização de conteúdo, reuniões entre os desenvolvedores e clientes, mão-de-obra qualificada que vai desde um jornalista, até um designer gráfico especializado em web e programadores que são os responsáveis por toda a parte técnica do projeto.
Gosto muito de fazer uma analogia quando estou conversando com outras pessoas que não entendem muito sobre produção de sites, é a seguinte: Você confiaria entrar em uma sala de cirurgia onde o cirurgião estivesse todo barbudo, mal-tratado e não te passasse confiança? Claro que não, afinal você estaria entregando a sua vida para essa pessoa suspeita - que não condiz com a maioria dos médicos. A mesma coisa são os sites: Eu entro na sua loja, vejo tudo organizado, encontro tudo e saio de lá satisfeita, mas quando entro no site da sua empresa encontro um site sem nenhum estilo, mal-organizado e com um designer ultrapassado, assim não dá. Concorda?
 Na mesma hora, eu como cliente, irei pensar que o site não condiz com a loja que sou acostumada a ir. Pior ainda se eu não conheço a loja física, se o meu primeiro contato enquanto cliente foi pela Internet e nesse primeiro contato não tenho tido a sensação agradável que deveria ter em qualquer loja ou serviços.
Pronto, você acaba de perder um cliente e sabemos que um cliente insatisfeito gera outros clientes insatisfeitos, principalmente agora com as Redes Sociais e que as pessoas falam mesmo o que pensam a respeito de exatamente tudo.
Infelizmente alguns empresários por não entenderem a linguagem de programação ou até mesmo de estética, designer internet, ou seja, por não entender do processo de produção de um projeto digital, são levados a comprar gato por lebre. São lesados por não conhecer o produto que estão comprando, e isso acontece com mais freqüência do que imaginamos.
Adquirir um site não é como adquirir uma roupa, é sua empresa a imagem deve ser muito bem projetada para alcançar o real objetivo de se ter um site: Aproximação com o seu cliente, mesmo quando a sua loja estiver fechada – É o canal direto entre o consumidor e a marca – portanto ele deve ser profissional, elegante e interativo.
E agora, o que eu faço? Meu site não está dentro dos padrões! – você deve ter se perguntado – mas vou deixar algumas dicas de como proceder caso a sua imagem na Internet não esteja bem trabalha devido ao seu site.
Primeiramente faz-se necessário deixar bem claro que sites não são baratos e não são mesmo. Sites baratos não são bons para a sua empresa – Uma vez que uma equipe irá se dedicar durante meses e meses de desenvolvimento e preparação de um verdadeiro projeto digital – Portanto dedicação pede incentivos financeiros maiores, talvez folders digitais – que deve ser o que foi vendido para sua empresa possa até ter sido relativamente barato, mas como já falei aqui: Não adiantam de nada. E vou provar.

 Pois o que vai acontecer aí é o seguinte:
Criação: Em sites baratos esse quesito não existe.
A empresa que está desenvolvendo o seu site vai pegar um TEMPLATE de Internet e vai adaptá-lo para ser o seu site - ou seja, não terá um trabalho de criação especifica para a sua marca – Ele já o encontrou pronto pela net ou então ele vai criar vários designers e vai vender o mesmo designer para diversas empresas, gerando uma produção em série de sites.
Estruturação e Programação – Básica:
A estruturação não será voltada para mecanismos de buscas, aqueles que deixam o site nas primeiras páginas do Google e na programação você não terá sistemas que o permitem interagir com o seu cliente. Sua empresa terá um site básico. E se não interagi com o seu cliente, não tem razão em existir.
A programação desse site é suja, com códigos que os buscadores não os compreendem, e códigos não compreendidos gera um site não encontrado pelo Google por exemplo.  E do que adianta ter um site no ar, se seus clientes não o acham quando procuram por alguma frase chave que tenha  o que sua empresa vende?
Você confiaria em uma empresa onde o português não é respeitado? Seu cliente também não.
Textos mal-escritos, nem se fala.  Sem concordância verbal, gramatical, com erros de português, também sujam a imagem da sua empresa – e como sujam.
Acessar o seu site pelo celular? Nem pensar.
Sites devem ser acessíveis também por dispositivos móveis e no caso, esse site da sua empresa não será aberto da forma correta em um iPhone por exemplo, pois com certeza está cheio de Flashes e animações de 1998 – características importantes desses sites e que infelizmente os empresários por não saber que já estão ultrapassados querem a todo custo colocar no site da empresa, e como isso não é um projeto/consultoria do que é melhor para a marca ou empresa, os desenvolvedores de sites baratos e rápidos colocam mesmo sem dor e nem piedade, afinal não é a empresa deles que será mal-vista – o resultado parece o carnaval de Olinda – maior festa sem nenhuma utilidade concreta.
Resumindo:
O empresário foi enganado – literalmente e concretamente.
E quando o site é tudo isso que eu falei e é caro?
 Sim, existem sites desse tipo espalhados por toda Internet e que custaram uma fortuna - só que ligeiramente maquiada - com uma conversa bonita de desenvolver sites de graças e o cliente só paga a manutenção que é a partir de uma quantia simbólica que gira em torno de 100 reais. Pronto, mais um pobre empresário enganado.
Eles pensam que adquiriram o site de graça e vão pagar mensalmente quantias que não doem no bolso deles de tão baixas que são - que nada – tudo enrolação no bom e velho português.
O contrato é claro que o site só será do cliente depois de 24 meses de assinado, ou seja, o empresário compra algo que não será dele durante 2 anos e ainda fica pagando uma manutenção que nem existe e no final pagou 2.400 reais por um site que não valia nem 500 reais. Isso é sério! Com 2.400 reais se faz um grande projeto digital com muitas funcionalidades e totalmente interativo, ao invés disso o empresário comprou um site literalmente feio, sem nenhuma funcionalidade a não ser de folder digital e que não traz nenhuma relevância para a vida da empresa ou marca, pelo contrário só está sujando – a digitalmente.
A publicidade nos ensina a mentir – ou a maquiar a realidade – Eufemismo novamente.
Falar em parcelas é bem melhor do que falar em totais – Nas vitrines mostrar parcelas a partir de 50 reais (bem grande) e em menor tamanho: 12x de 50 reais, que no final serão: 600 reais gastos é bem mais atraentes para um vendedor do que colocar logo de cara os 600 reais na vitrine, e os clientes que peguem suas calculadoras de celulares para saber o valor total. É assim para tudo. Nosso cérebro nos engana. Experimente andar com várias notas de 2 reais na carteira, por exemplo: você vai achar que tem muito dinheiro, agora ao invés disso: ande só com uma nota de 50 reais na carteira, você é levado a achar que está sem dinheiro. É simples – isso é cientifico.  
Por que o valor total do produto assusta um pouco, não é mesmo? É muito mais fácil falar que você irá pagar 100 reais por mês durante 24 meses – que são 2 anos da vida da sua empresa, do que você falar que são 2.400 reais, assim na lata.
É eufemismo o nome dessa figura de linguagem e tem pegado vários empresários com a promessa quase que “santo-do-pau-oco” de incluir empresas no fantástico mundo da Internet – parece conversa pra boi dormir – do que adianta em meio ao mundo cibernético um site jogado em meio a tantos outros?
Bela inclusão digital essa: o empresário fica preso 2 anos a um site que só será dele depois de 2 anos e ainda pagando no final de tudo 2.400 reais, e se por ventura o empresário desistir por que encontrou uma empresa séria, competente e honesta que mostrou matematicamente que ele estava sendo enganado, ele não poderá sair por que terá que além de ter pago as parcelas, ainda terá que pagar uma multa que pode chegar até 1500 reais, dependendo do plano que ele contratou – E é por isso, leitores, que o nosso mercado tecnológico está desacreditado.
Viu como o barato sai EXTREMAMENTE caro, empresário?
Essa é a minha visão com relação a alguns acontecimentos que estou presenciando por aí – tudo minha opinião crítica como profissional da área e consumidora de bons produtos que estão na Internet, incluindo sites empresariais.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Redes Sociais e Publicidade online são as grandes estrelas da Web 2.0

sexta-feira, 23 de julho de 2010

 Nos últimos dias os Internautas foram surpreendidos com várias novidades. Duas delas foram o crescimento do Facebook, que pulou de 300 milhões de usuários para 500 milhões, esse crescimento em menos de 3 meses demonstra que as redes sociais não são moda e chegaram realmente para transformar a forma como nos comunicamos e interagimos com as pessoas e com o mundo de uma forma geral. Outra grande novidade é com relação à publicidade na web, segundo pesquisadores da Nielsen – Ibope da Internet, nos próximos 4 anos, ou seja em 2014, a Internet arrecadará em publicidade cerca de 96 bilhões de dólares, se equiparando a televisão – sua maior “rival”, quando falamos em Propaganda/publicidade.  Esses números demonstram que iremos presenciar nesses próximos anos a consolidação das Novas Mídias, seja com relação a entretenimento, quanto a faturamento, o que é muito bom para os empresários que pretendem investir em ações via web.
Será inevitável que os profissionais de publicidade tradicional passem a observar esse veículo não apenas para envio de Newsletter com promoções ou propagandas invasivas nas caixas de E-mails dos clientes, mas sim trabalhem de forma efetiva em parceria com profissionais especializados em web. Falando neles, Os profissionais que trabalham com INTERNET também crescerão em proporção à medida que os investimentos na web forem acontecendo.
O importante nessa história é que iremos participar de forma efetiva dessa nova revolução da comunicação, e quem trabalha com a Internet, estará fazendo parte efetiva dessa história. Se hoje observamos todo esse “frizon” em cima das possibilidades que o meio internet poderá oferecer com relação à publicidade e o marketing digital, nos próximos anos estaremos participando da consolidação do que hoje está acontecendo.  Sabe o que é mais interessante nessa história toda? É que na verdade toda a população ativa na Internet também está deixando a sua marca, todos que tem seus perfis em alguma rede social, colaboram com conteúdo interessante em blogs pessoais ou de profissionais liberais, até mesmo quem um dia comprou algo online, participou de forma EFETIVA nessa transformação. Ou seja, escrevemos todos juntos e escolhemos como nosso esse veículo de grande expansão mundial, isso é ser 2.0.
 E o que isso tudo traz para o Brasil? Bom, daqui há 4 anos o nosso País será sede do maior evento esportivo do mundo: A Copa. É inegável que nesses próximos anos os olhos do mundo estarão voltados para nós, brasileiros. E qual o meio de comunicação que alcança com mais rapidez, eficiência e agilidade a todos? A INTERNET é claro. Portanto, empresários e profissionais interessados em, respectivamente, lucrar e obter crescimento profissional, sem sombra de dúvidas investirão maior parcela de publicidade e tempo (respectivamente) no meio web, isso é ser inteligente.
O interessante é começar agora, pois implantar credibilidade e periodicidade na web, seja por meio de redes sociais ou ações requer tempo e muita paciência, quem começar agora, daqui há 4 anos estará colhendo os frutos. Arrisco-me a dizer que nos próximos 10 anos a empresa que não tiver presença digital corre sério risco de fechar suas portas; permanecer “parado no tempo” não ajudará muito quando a geração que nasceu na implantação dessa Nova Comunicação, hoje com 5 anos; crescer e se tornar um consumidor ativo, e isso se tornará real nos próximos 10 anos.


 Imagem da Internet

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Vídeo sobre Redes Sociais produzido pela Agência Click

quinta-feira, 15 de abril de 2010

As Redes Sociais são o assunto do momento, seja on ou off. Por isso resolvi postar aqui no blog esse vídeo desenvolvido pela agência click e que está fazendo muito sucesso no You Tube. O video faz um resumo dos números de crescimento das redes sociais no mundo. Além disso, esse vídeo é muito bem editado e a interpretação de voz do "locutor" é excelente. Vale a pena conferí-lo enquanto preparo um novo post para vocês.





Priscylla Duarte | Jornalista

Números de crescimento da INTERNET em 2009

quarta-feira, 17 de março de 2010

A INTERNET no ano de 2009 teve crescimento significativo. Diante dessa evolução alguns pontos como publicidade, comunicação, marketing e entretenimento também ganharão destaque nesses próximos 5 anos. Abaixo segue os dados do desenvolvimento da INTERNET em 2009. Com destaque para a publicidade digital e redes sociais.

Fonte: Nielsen
Data de Veiculação: 10/02/2010



1. Números de Internautas em Dezembro de 2009:
66,3 milhões. Aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano de 2008.
Brasil: 5º País do mundo com o maior número de conexões à INTERNET.

2. Divisão das Conexões nos Grandes Centros Urbanos:
44% da população têm conexão à INTERNET.
97% acessam a INTERNET das empresas.
23,8% dos domicílios brasileiros têm conexão à INTERNET.

3. Como são os acessos à INTERNET no Brasil:
27,5 milhões de brasileiros acessam a INTERNET da própria casa.
36,4 milhões acessam a INTERNET de casa e do trabalho.

4. Freqüência de acessos à INTERNET Mundialmente:
38% dos entrevistados acessam a Web diariamente.
10% acessam a INTERNET entre 4 a 6 vezes por semana.
21% acessam entre 2 a 3 vezes por semana.
18% acessam a INTERNET ao menos 1 vez por semana.
87% dos brasileiros acessam a INTERNET diariamente.

5. Tempo médio de navegação na INTERNET:
Brasil:
Em Julho/2009 o tempo médio de navegação dos brasileiros foi de 48 horas e 26 minutos (apenas navegando em sites)
Considerando a navegação em aplicativos, como por exemplo, MSN, esse número sobe para: 71 horas e 30 minutos.

6. Tempo médio de Navegação em outros países:
EUA - 42h18m.
Reino Unido – 36h30m.
França – 33h22m.
Japão – 31h55m.

7. Vendas de Computadores:
95% das empresas brasileiras possuem computadores.
Atualmente 60 milhões de computadores estão em uso.
Em 2012 teremos 100 milhões de computadores vendidos.
*Fonte: FGV

8. Resolução de Tela:
65,1% dos usuários usam a resolução de tela: 1024X768.
15% dos usuários usam a resolução de tela: 800X600.
10,2% dos usuários usam a resolução de tela: 1280X1024.
9,7% dos usuários usam a resolução de tela: 1280X800.

9. Navegadores mais utilizados pelos usuários:
IE7 (Internet Explore 7) – 30,59%
Firefox – 28,42%

10. Conexão Banda Larga:
10,4 milhões de conexões (mundial) – Residenciais e Empresariais.
Conexões moveis
1, 31 milhão.
Observação: Esse número é referente também ao sistema wi – fi > internet sem fio disponibilizada gratuitamente em shoppings, bares, ruas e praias das capitais.


11. Número de usuários pelo mundo:
Em 2012 o número de usuários chegará a 2 milhões.
500 mil acessarão a INTERNET pela 1ª vez.
A cada 1 minuto são disponibilizadas 20 horas de vídeos no YouTube.
A cada 1 minuto são publicados 315 sites na INTERNET.
A cada 1 segundo é criado 1 novo blog.
Em 1982 havia 315 sites em toda a Web.
Em Fevereiro de 2010 já contabilizava mais de 174 milhões de sites na Web.

12. Publicidade na Web:
Internet: Terceiro Veículo de maior alcance no Brasil.
87% dos internautas utilizam a rede para pesquisar: Produtos e serviços antes de comprar.
90% dos consumidores escutam sugestões e reclamações de pessoas conhecidas na web (através das redes sociais).
70% confiam nas opiniões expressadas via Internet.

13. Crescimento da Publicidade Digital em 2009:
Receita: 156,6 milhões em Agosto de 2009.
Aumento de 25% em comparação ao mesmo período de 2008.

14. Comparação do crescimento da INTERNET com outros veículos:
Internet: 25%.
Mídia Externa: 11,3%.
Rádio: 6%.
Televisão: 2,5%.

Diante desses dados podemos observar o potencial da INTERNET como veiculo de comunicação, entretenimento e publicitário.

Imagem da Internet

Priscylla Duarte | Jornalista

A nova comunicação

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010



A nova comunicação:


> Não é fácil fazer comunicação nos dias de hoje.

> O Cliente é cético, exigente, impaciente, fragmentado, nômade, tribalizado. As pessoas não querem necessariamente olhar o que você tem para dizer. Elas querem participar, dialogar e interagir - Abel Reis – presidente da Agencia Click)

> Entrar nas redes sociais não é fácil. Significa sair da comunicação de massa tradicional e participar de uma conversação.

> Ação: Levar algo importante para o Twitter: Exemplo (transmissão de um show)

> Redes Sociais – Brasileiros gostam de se ver ali. São personalistas.

> Para cada ação – Um Alvo

> Não adianta a empresa colocar o VT produzido pela agência de publicidade e postar em redes sociais ou mesmo no próprio site. Esse tipo de ação não funciona na INTERNET. Se a empresa vende palitos de dentes, ela deve postar coisas do dia a dia. Coisas comuns, como dicas de comida, como preparar carne para churrasco, e atrelado a isso colocar o produto palitos de dentes. É como o merchandising nas novelas.

> Exemplos: campanha de produto de beleza Marca: Natura.Na novela das oito. Mostra a atriz passando o creme no corpo e discretamente o câmera mostra a marca. Ou seja, nas redes sociais eu devo oferecer algo que eles querem ouvir, interagir e participar atrelado ao meu produto (mas que discretamente).

> Não é fácil chegar ao cliente. Se fosse todos saberiam fazer.

> Segmentação do público – chave para o sucesso.

> A Informação na era da web 2.0 é de pessoa para pessoa e não como publicidade de massa.

> O Consumidor não é mais um só na multidão. Ele é único no meio de todos.

> Pilares da marca.

> Aplicativo deve ter teor social. Não institucional, e atrelar a marcar. Exemplo: Empresa x promove protesto contra o desmatamento na Amazônia.

> Importante:

> Amigos influenciam nos cliques em links e em compras. Monitorar os perfis ligados uns aos outros é importante para saber qual o grau de aproximação daquelas pessoas. Exemplo de ação: Amigos combinam de ir a um shopping g e lanchar na praça de alimentação. Se a empresa x de lanche oferecer desconto a elas, a chance de campanha boca a boca feita por esses potenciais clientes trarão mais clientes/seguidores interessados em ter também um desconto x. Claro que agora deveremos fazer outro tipo de ação, muito mais organizada devido ao número de participantes envolvidos.

> Temos que dá algo para receber em troca. (ditado popular que tem tudo a ver com a nova forma de publicidade)


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Priscylla Duarte | Jornalista

Perfil dos brasileiros no Twitter

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010



> Maioria homens com idade entre 21 a 30 anos

> Solteiro e moram no Sudeste (eixo Rio-São Paulo)

> Está na faculdade e ou já concluíram o curso.

> Cerca de 16% cursam ou concluíram uma pós graduação.

> São ligados a tecnologia e a mídia além de passar na faixa de 50 horas por semana conectados a rede.

Além disso, cerca de 54% dos entrevistados gostam de ações publicitárias, porém a maioria nunca participou de algum via twitter, um terço já participou e 70% seguem ou já seguiram perfis corporativos.

Case: camiseteria – Twitter

Seleciona os desenhos, promove uma campanha de eleição e a arte eleita irá estampar a camisa.

1. Dicas de como usar o Twitter de forma corporativa.

> Monitoramento – A Empresa deve monitorar o que estão falando sobre ela (positivamente ou negativamente) em caso positivo deverá agradecer ao cliente pelo elogio (enviando E-mail e dando algo, tipo: desconto em compras imprimindo o E-mail e levando até a loja) em caso negativo: ela deve procurar desfazer a visão negativa do cliente. Enviando E-mail e se prontificando a ajudá-lo em caso de prestação de seviços ou em caso de loja oferecendo um outro caminho. Esse tipo de “aproximação” faz com o cliente divulgue a atitude da empresa.

> Propaganda boca a boca na Internet, ou melhor: Retwitter.

> Promoções: Sorteio de brindes, autor de melhor frase ganha um determinado brinde ou serviço. Número de seguidores tem direito a x alguma coisa. Ações que sejam relevantes e que façam os twiteiros retuitar.

IMPORTANTE:

> Uma boa forma de atrair seguidores é com promoções e ofertas exclusivas.

Fonte da Pesquisa: Instituto Americano de Pesquisa em Redes Sociais

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Priscylla Duarte | Jornalista