scrolling='no' 2010 | Tendências de marketing digital e redes sociais na Web 2.0

O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais

Comunicado Muito Importante Para Você Leitor:

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010


Blog de Férias!





O Blog Tendências de Marketing Digital e Novas Mídias na Web 2.0 está entrando em recesso de final de ano. 
Voltaremos com mais artigos, novo layout e mais novidades na segunda quinzena de janeiro/2011.
Até lá preparei 8 artigos para não deixá-los na mão – Seguem Logo Abaixo deste Post
Iremos abordar nesses artigos temas relacionados ao E-commerce, Surgimento das Redes Sociais, uma breve opinião sobre o Filme A Rede Social, dicas para empresários e estagiários de comunicação, e os mais de 100 artigos que estão postados aqui, ao longo de quase 1 ano de Blog.
Enfim vocês terão bastante leitura nesses 30 dias de férias! Caso precisem se comunicarem, usem o Twitter @priscylladuarte, durante 2 vezes na semana estarei lá Tuitando, se precisarem mandem uma DM!
P.S: Caso aconteça algo extraordinário durante essas férias, do Blog, prometo abrir uma exceção e vir aqui postar para vocês!
Abraços,


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

Votos de Final de Ano

O Blog Tendências de Marketing Digital e Novas Mídias na Web 2.0 Deseja à todos os Leitores:

Feliz Natal e Próspero Ano Novo!



Que  o seu Natal  seja  abençoado, trazendo toda paz  e harmonia que você precisa!
Para que o seu  Novo Ano, seja repleto de realizações, aspirações  e desejos da  verdadeira  felicidade.
Eu, Priscylla Duarte - autora do Blog -  desejo à todos os leitores, profissionais e estudantes de comunicação, marketing e publicidade, um Natal  repleto de paz e harmonia e que o ano de 2011 seja propício para a realização de todos os seus projetos de vida.

Feliz Natal e um Próspero ano novo!


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

Redes Sociais - Você realmente sabe como tudo começou?



As Redes Sociais foram sem sombra de dúvidas a revolução da primeira década do século XXI.

Essa revolução tornou-se a principal e quem sabe o centro da Internet 2.0. Mas você já parou para pensar como tudo isso surgiu? Muitos de nós achamos que as Redes Sociais - ou melhor - os sites de relacionamento surgiram em 2004 com o Facebook e o Orkut, mas na verdade não foram esses os primeiros sites de relacionamentos de que se tem notícias.

No final da década de 90, mas precisamente em 1999, Shawn Fanning - estudante de ciências da comunicação - de STANFORD - criou o primeiro programa de downloads do mundo com foco em redes sociais. Isso mesmo! A primeira rede social que se tem notícia surgiu devido à paixão por música de um estudante de 19 anos.

O Napster era um programa de compartilhamento de arquivos em redes. O usuário podia baixar a música e compartilhar outras que não tinham no programa, os participantes também podiam postar comentários a respeito do álbum, emitindo críticas e opiniões, gerando assim - uma rede - muito parecida com a que conhecemos atualmente.

Porém, devido as complicações que as gravadoras colocam em cima dos direitos autorais das músicas, infelizmente o Napster teve que ser direcionado para outro modelo de comércio - a não colaborativa e gratuita - hoje o Napster comercializa as músicas para download - obedecendo as leis de direitos autorais dos seus autores – Fugindo completamente do que conhecemos por Rede Social e o que a WEB 2.0 Prega: A colaboração de conteúdo gratuito.

É importante sabermos que essa onda de Redes Sociais - sempre existiu nas universidades americanas - não podemos nos esquecer que o Facebook surgiu dentro da própria STANFORD e tinha como objetivo bem simples - Interligar todos os estudantes da universidade - O conceito de Rede Social é bastante objetivo - Unir pessoas que tem elos em comum umas com as outras - E com o passar das informações - filtrar interesses em comum, gostos e anseios - tornando assim um circulo vicioso e frenético que cresce a medida que você colabora e conseqüentemente adiciona mais e mais amigos - Priscylla Duarte 
(conceito).

Estamos entrando na 2ª década do século XXI e sem sombra de dúvidas iremos mais uma vez vivenciar o crescimento desses sites de relacionamentos e também o surgimento de outras plataformas interativas e colaborativas - bastante diferentes dessas que hoje utilizamos.

Realmente, há um mundo novo a ser explorado, e ainda grandes ideias surgirão ao longo dos próximos 10 anos, que bom que iremos fazer parte mais uma vez dessa revolução comunicacional e tecnológica!

Comunicado:

O Blog está entrando de férias! Vocês poderão me encontrar no Twitter @priscylladuarte - Voltarei com mais artigos e novidades no dia 15 de janeiro - Até lá! Continuem #webcolaborando!



Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

A Rede Social – Facebook – A força de um jovem genuinamente Geração Y




Na última quarta-Feira eu e meu esposo  (@williampub) fomos assistir ao filme sobre o Facebook - A Rede Social – abre parênteses (aconselho à todos os interessados no assunto a darem uma passadinha no cinema mais próximo e ver o filme, que está muito bom e esclarece muitas dúvidas a respeito de como o Facebook tornou-se essa supremacia cibernética tão respeitada e admirada por todos os envolvidos e usuários da plataforma, ou outras plataformas de sites de relacionamento).
É reconfortante saber que a origem-mãe desses sites de relacionamentos é:  se e somente se "fazer amigos"; os especialistas ou profissionais da área de comunicação que  optaram por trabalhar com essas ferramentas devem saber que: de nada adianta uma campanha publicitária nas Redes Sociais se as mesmas não forem focadas EXCLUSIVAMENTE nos usuários da ferramenta.
Ao assistir o filme vocês observarão, ou já observaram, caso já tenham assistido, que tudo aconteceu de uma forma viral - a partir dos e-mails de uma fraternidade importante da universidade - e este é o principal elo quando se quer fazer uma campanha online - Onde soltar e com quem começar - É necessário sim que o início da campanha tenha origem com alguém relevante na rede só então o seu viral obterá êxito!
Eu já admirava o Mark pela sua visão empreendedora, astúcia e foco em um objetivo - características de pessoas que nasceram para terem sucesso em tudo o que fazem - mas, agora que vi realmente a história “bastante fiel" de como surgiu o Facebook, eu passei a admirá-lo muito mais, afinal para um jovem de apenas 22 anos, na época,  saber identificar um problema e solucioná-lo dessa forma, merece realmente toda a nossa admiração e respeito – Verdadeiramente Geração Y - Inquieto.
Como eu sempre falo: Não é por que você tem 19 à 30 anos que fará parte da Geração Y, nem todo jovem nessa idade é um jovem Y - Para ser Geração Y o jovem tem que ter o espírito muito semelhante ao Mark - CEO do Facebook - E infelizmente aqui no nosso País - Brasil, nossos jovens não tem ainda foco em objetivos relevantes e muito menos garra para enfrentar horas e horas de muito trabalho e dedicação a algo dessa magnitude.


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

5 Características de um Jovem Geração Y

 Não são todos jovens entre 19 e 30 anos que se encaixa no conceito de Geração Y - sem generalizar! Abaixo 5 características essenciais em um jovem característico da Geração Y, veja se você se encaixa nas características listadas:





1. Um jovem geração y tem 03 C que são caracteristicas importantes: criativo, comunicativo e capitalista!


2. O verdadeiro jovem geração y não corre atrás de concursos ou empregos estáveis, ele mesmo faz o emprego dele - são auto: didatas e suficientes.


3. Jovem Y pensa e fala muito rápido. São totalmente voltados e ligados em novas tecnologias e usam de artemanhas para galgar espaço na sociedade.


4. Ser geração y é ir na contra-mão de tudo que é velho, parado no tempo e pede raíz.

5. O Jovem Geração Y é essencialmente empreendedor.


E aí leitor, você realmente é Geração Y?


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

Política de Conteúdo deste Blog - Veículação em blogs de terceiros



COMUNICADO IMPORTANTE:



Acho importante e válido disseminar conteúdos relevantes na web e este é o propósito deste blog. Porém é de suma importância que o autor do blog, estudantes e profissionais que se interessaram por algum artigo contido neste blog, faço-o dentro das normas de veiculação de conteúdo de terceiros.
Quero e fico muito feliz quando vejo um artigo escrito por mim, postado ou sendo mencionado em outros blogs da mesma área e em redes sociais, mas peço que por favor: Ao copiar o artigo ou mencionar alguma opinião minha em seus blogs ou perfis sociais - Informem a fonte e dê link para o blog do conteúdo original. Mencione o nome do autor: Priscylla Duarte - Jornalista, tal qual temos em cada finalização dos posts escritos por mim, bem como o meu Twitter: @priscylladuarte.
Este blog sempre estará a disposição para conteúdo na área de comunicação e marketing digital, desde que os interessados mencionem quem escreveu sobre o tema. Estou sempre online, seja via Twitter ou por E-mail, até mesmo pelo Formspring me caso necessitem perguntar algo ou solicitar a veiculação dos artigos do Blog: Tendências de Marketing Digital e Novas Mídias na web 2.0 em qualquer outro veículo ou meio de comunicação, seja online ou offline, desde que solicitem e eu autorize a veiculação.

Atenciosamente;

Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

Agências Web: Como atender melhor o seu cliente

A empresa que procura uma agência de publicidade seja especializada em publicidade digital ou tradicional, procura nesta agência atenção e dedicação por parte das mesmas. Quando a agência tem menos contas, ou seja, menos clientes, ela tem maiores chances de desenvolver melhor o trabalho oferecido ao cliente, uma vez que, sendo pequena, o contato será mais próximo, ela conhecerá melhor o serviço do cliente e tem maiores chances de desenvolver lanços afetivos, o que é fundamental nesse tipo de serviço.

A agência precisa acreditar no serviço oferecido pelo seu cliente para poder fazer uma campanha melhor elaborada e que tenha apelo emocional, isso é fato!

Quando a agência é grande, o tratamento nunca será igual a da agência pequena. Muitos clientes, muitos cases para desenvolver, pouco contato pessoal e muitas vezes o cliente é conhecido apenas pela a área de atuação, o contato direto não é valorizado, e isso interfere muito no desenvolvimento do trabalho.


Sabemos que quantidade é bom, sim é! Mas, muito melhor que quantidade de clientes, é a qualidade dos clientes. Do que adianta, me respondam: ter incontáveis clientes, se apenas uma parcela desses clientes serão bem atendidos, e a outra vai falar mal do seu serviço? de nada, vai perder a outra parcela mesmo; que se distribuirão entre os concorrentes da sua empresa.


É melhor, a agência ter um número menor de clientes, desenvolver um excelente trabalho e com isso ser divulgado, pelos próprios clientes, gerando propaganda gratuita e de relevância, trazendo melhores clientes, que não vão dá dor de cabeça para sua empresa e seus colaboradores e com isso crescer de forma qualitativa e não quantitativa. Pense.


Dicas:

Agências - A quantidade de clientes não quer dizer nada, pois o cliente sabe quando o trabalho é bem ou mal feito. E pode ter certeza: Cliente nenhum contrata uma agência de publicidade por ela ter vários clientes, ele contrata a agência pela qualidade do trabalho prestado. Se sua agência consegue dá conta de inúmeros clientes e ainda fazer um serviço excelente ( o que eu duvido) parabéns! Agora se não (o que eu acho bem mais provável) tá na hora de rever seus conceitos para não ficar para trás.


Clientes - Na hora de escolher a sua agência tenha em mente que publicidade trabalha única e exclusivamente com criatividade e criatividade não se adquire com o passar dos anos, ela vem da pessoa. Procure agências criativas, que não sejam engessadas no passado. Lembre-se que publicidade e passado não andam juntos, a publicidade anda de mãos dadas com o presente e é fã do futuro!





Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

E- Commerce: O Promissor mercado de vendas online


Os investimentos na área de publicidade na internet vêm crescendo à medida que as empresas tomam consciência da importância de está presente e inserida no contexto desse veículo.
Na mesma proporção que a Internet cresce, cresce também o número de sites, blogs e portais, tornando-a um meio bastante propício para se fazer marketing.
Devido a este  constante crescimento, podemos observar também a tendência de algumas empresas em investir em lojas online, dando espaço para franquias de lojas virtuais, abrangendo com isso o seu campo de atuação. Dados estáticos comprovam que o E-Commerce ( comércio eletrônico) vem se tornando uma fonte de investimento bastante promissora para as empresas atentas a este emergente mercado.
No Brasil o número de sites com estrutura de E-commerce vem se tornando uma constante, e grandes empresas nacionais, entre outras já se utilizam dessa fantástica ferramenta web de vendas online.
A tendência mundial para os próximos 10 anos é que todas as lojas físicas tenham também suas franquias online, seja de qual serviço esteja sendo oferecido é importante dá ao cliente a oportunidade de comprar sem necessariamente sair de casa, por isso faz-se necessário que as empresas investiam nesse tipo de mercado.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Os empresários e os estagiários em TI e Marketing

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

 Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em espcial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito, em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de  profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou   o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aluno.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece  e seu bolso também.

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Relacionar-se com o cliente não se limita apenas ao Twitter

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em especial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixuo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.E nenhuma empresa pode depender de erros e acertos, isso é imaturidade.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aprendiz.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da sua empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece e seu bolso também.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladurte

Pais Geração Y e Filhos Geração Z: Autoconfiança para os Pais e Independência para os Filhos

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

 O dia das crianças de uns tempos para cá vem tomando outra forma de comemoração. De fato a celebração dos papais e dos pequenos mudaram à medida que os meios eletrônicos tornaram-se peças fundamentais na comunicação atual.


 A chamada Geração Y tende a incrementar os presentes dos filhos ( conhecidos por Geração Z) não apenas dando lembranças tradicionais como carrinhos e bonecas, mas comemorando ao verdadeiro estilo moderno, bem como pede as duas gerações.
Os presentes do último dia 12  traduzem bem “o modernismo”.  Foram bem especiais e inusitados, bastante diferentes do que pedia a tradição. Passeios no shopping, lanches no Fast Food e brinquedos foram há alguns anos atrás, itens de primeira ordem para a comemoração da data dos pequenos.  Porém, agora, o fato é bem mais interessante.
Programar o dia pesquisando na Internet a agenda de comemoração da cidade. Organizar o roteiro, enviar um cartão eletrônico e comprar através das lojas de E-commerce os presentes dos pequenos é a realidade da geração atual.
Presentes eletrônicos, celulares, netebooks , entre outros aparatos cibernéticos  fizeram parte da lista de lembranças deste ano dos papais Geração Y. Nada de bonecas e carrinhos de corrida, a moda agora é a era digital, e é o que as crianças querem, até mesmo as de menos idade.
Passear no shopping nessa data, para algumas famílias é tradicional, geralmente famílias chefiadas por homens e mulheres acima de 35 anos; mas para famílias Y o passeio do dia 12 de outubro foi em meio a muito verde, ar puro e brisa constante. Quem acha que os papais Geração Y preferem se enfiar no shopping e bater perna com a criançada, se enganou.
A Geração Y é voltada para o meio ambiente, apesar de ser assumidamente consumista e essencialmente digital, eles preferem levar os filhos a parques, zoológicos e lugares históricos à passearem em lugares fechados e capitalistas, ensinam aos seus filhos brincando com eles, afinal ainda são jovens ( 19 à 30 anos – adultos jovens).
Por isso as crianças Geração Z são mais desenvolvidas e precoces do que as de gerações passadas – a própria Geração Y – Chamada também de última infância. Essa característica das crianças Z é fruto de terem os pais presentes e atuantes em seu desenvolvimento, e brincar com os filhos – Psicólogos afirmam que, pais que brincam com os filhos, sem complexos e medos,  faz com que a criança seja um adulto mais autoconfiante, e criar os filhos brincando faz parte  das características dos papais Geração Y.
Portanto em uma família Y, a comemoração do dia das crianças teve uma manhã de passeio no parque, na hora do almoço um restaurante especializado em comidas caseira, a tarde um banho de piscina e distribuição de presentes eletrônicos  e educativos, e a noite, a penas para finalizar, uma pizza grande com refrigerante, por que ninguém é de ferro.
Geração Y e Geração Z - Essas gerações não é nem de longe parecida com a Geração dos nossos pais.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

A importância da Internet para a sociedade atual

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

De fato a Internet mudou e muito nos últimos 10 anos. Em 2000, o que encontrávamos na WEB eram sites “piscantes”, com muitos flash's e a única forma de interação eram as salas de bate-papos na UOL, BOL, TERRA e ferramentas de mensagens instantâneas como o ICQ e o surgimento do Mensager, além da popularização de blog's - especialmente diários on line.

Com o passar dos anos e com a popularização da banda larga, o que ocorrera com grande frequência no ano de 2003 a 2004, a Internet passou a ser mais utilizada nos lares brasileiros e o uso de ferramentas que vão além do E-mail passaram a serem mais vivas em nosso cotidiano. Surge então o que hoje conhecemos por "redes sociais" - O Facebook e o Orkut preconizaram esse movimento.

Com a popularização do recurso de banda larga e do distanciamento da internet discada dos lares brasileiros, o tempo que o internauta disponibilizara na internet mais que dobrou e com isso a popularização de publicidade e marketing digital, bem como especialistas na área de comunicação on line e internet surgiram.
Hoje, observamos uma real e significativa mudança de toda a população mundial com relação ao modo de pensar, agir e comprar, graças a Internet. Tudo diminuiu de tamanho e a distância definitivamente deixou de existir - vemos hoje uma segunda fase da globalização - Se antes ela encurtava a distância entre os povos, hoje a nova globalização diminui a distância de pensamentos e atos de pessoa para pessoa. Tudo se tornou mais fácil devido a Internet, desde conseguir um emprego à fazer amizades e conseguir um relacionamento afetivo.

A pessoa conectada com o mundo é mais sociável, diferentemente do que pensava-se, a Internet não afastou as pessoas umas das outras, muito pelo contrário, a internet aproximou ainda mais a população que necessita se expressar e achou um meio extremamente democrático e essencialmente interativo para fazê-lo.

Conversar com alguém que mora na Noruega nunca foi tão fácil graças à web e as ferramentas de comunicação - por exemplo - SKYPE. Com isso, surge também a necessidade de se proteger, tal como fazemos na nossa vida off line - se em casa nos trancafiamos através de grades, cadeados e muros, na INTERNET também faz-se necessário nos protegermos à fim de não sermos mais expostos do que já estamos sendo.

Por isso é importante que se restrinja os perfis a pessoas confiáveis e controlar a língua, assim como fazemos fora da Internet, é também o melhor caminho para não sermos expostos tanto a nível pessoal, quanto a nível profissional.
É necessário lembrar que os perfis nas redes sociais são uma extensão do indíviduo, mesmo quando o mesmo decidi disfarçar-se em um personagem, ainda assim é necessário usar bom-senso e limites.

A INTERNET é um ferramenta fantástica e todos que fazem bom uso dela serão beneficiados em breve. Basta saber utilizá-la.




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Eleição 2010 e Twitter – Interação e democracia caminharam juntas

terça-feira, 5 de outubro de 2010


O Twitter é uma fonte inesgotável de informação e disseminação de conteúdo. Um veículo agregador de notícias extremamente útil nos dias atuais. Com todas essas características positivas a seu favor, era inevitável que partidos, candidatos e eleitores usassem o microblog como alicerce e palanque - virtual nessa eleição.
Nos últimos 60 dias essa “fervorocidade” de ideias e paixões se tornaram bem mais evidentes, uma vez que o primeiro turno está se aproximando e com isso, alguns eleitores estão movimentando as timelines de seus seguidores com notícias de seus candidatos – demonstrando nitidamente em quem irão votar – O voto realmente deixou de ser secreto, depois do surgimento das redes sociais.
Alguns candidatos sejam federais ou estaduais fazem o bom uso da ferramenta. Respondem e interagem bem com seus seguidores, embora nem todos admitam que nem sempre são eles que os respondem. Deveriam deixar claro quando é o assessor ou o próprio candidato que está interagindo no Twitter, isso é bastante importante e eu não observei na maioria dos perfis políticos.
Porém, o motivo deste post é o elenco que participou de forma espontânea a essa eleição. Jovens e adultos discutiram e fizeram uso da ferramenta modificando o modo de fazer política; sem dúvidas a eleição 2010 foi um pleito muito mais dinâmico, com muito mais informações a respeito de todos os candidatos e com isso os eleitores tiveram maiores oportunidades de saber e decidir em quem votar – Quem saiu ganhando? O cidadão brasileiro.
Apesar de nesses últimos meses o Twitter em 80% de seu uso foi utilizado para divulgação e demonstração de afeto de eleitores aforidos a defender seus candidatos “com unhas e dentes”, deixando de lado outros assuntos, foi válido para nós, brasileiros e profissionais da área de comunicação podermos presenciar e viver uma mudança tão significativa com relação ao modo de discutir política em nosso País.
A pergunta que eu deixo é: Será que é o fim das pessoas segurando as bandeiras nos sinais de trânsito e mais além: Será que com o advento das redes sociais, essa forma de propaganda ainda dá certo?


Priscylla Duarte | Jornalista

Uma campanha feita pelo povo e para o povo: #FrasesTipicasNatalenses no TT do Twitter.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

As Redes Sociais são locais de interação e engajamento entre pessoas, essas são as principais características dessas ferramentas. Algumas empresas atentas aos fatos estão participando massiva e ativamente dessas ferramentas, porém o fato é que: “Para haver realmente um engajamento entre os clientes, faz-se necessário que a ação seja bem estruturada e interativa”.

Torno a afirmar que engajamento, participação e comoção não se dão apenas com distribuição de brindes. Para que o público participe é necessário muito mais que isso, é imprescindível que a ação seja bastante colaborativa e interativa.

Para os profissionais, agências e empresas que tinham alguma dúvida dessa afirmação, a prova veio hoje no Twitter. Desde as 9 horas da manhã do dia 03/09/2010 está acontecendo uma ação no Twitter e que não teve origem em campanhas de marketing digital de determinadas empresas e muito menos oferece brindes para quem participar, a ação utiliza-se simplesmente do apelo emocional e de identificação do participante para com o objeto, que nesse caso é a experiência do usuário.

Trata-se da HashTag #frasestipicasdenatalenses, uma forma inteligente e engajante de levar a cidade do Natal/RN para o TT do Twitter, contando somente com a participação emotiva do participante, mostrando que não é só de brindes que se faz uma campanha online, mesmo que não seja referente a uma marca ou empresa.

Redes Sociais são ferramentas participativas e que nasceram com o intuito de emocionar os usuários, pense nisso quando forem organizar as ações dos seus clientes.




Priscylla Duarte | Jornalista

A difícil missão do empresário de TI em conseguir um profissional inteligente emocionalmente

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

 Trabalho há 2 anos na área de comunicação online  e ao longo desse pequeno tempo de  experiência, venho percebendo o quanto a área que atuo é carente de bons profissionais, principalmente aqui no nordeste – especificamente em Natal/RN.  
 
Nos bancos acadêmicos as faculdades de comunicação social ainda estão voltadas para o tradicional. Sabemos que são importantes as mídias de massa tradicional e que o aluno tem que ter a base de todas elas, mas e a comunicação digital que vem crescendo e com isso necessitando de bons profissionais, como fica? Na faculdade não existe ainda uma disciplina concreta para essa área, e os profissionais que hoje atuam na área estão fazendo uma junção do que aprenderam na faculdade e o que vem aprendendo e desenvolvendo na prática e vivencia deles próprios ou de outros profissionais.
Outra área bastante carente de profissionais comprometidos em fazer algo diferente, inovador e criativo é a área de desenvolvimento de projetos digitais – sites, portais e sistemas, ao qual atuo há 1 ano como diretora de conteúdo web e redatora. Como é difícil unir em um só profissional engajamento com a equipe, foco em resultados para os clientes e fidelidade para com a agência em que o mesmo trabalha – Como a cidade é bem pequena, vários profissionais circulam de empresa em empresa, divulgando o que acontece ou acontecia na agência, sem ética alguma – isso é preocupante, uma vez que muitas empresas têm uma forma x de trabalho e como os profissionais, na maioria, já passaram por todas as empresas, muitos deles, ficam com intrigas e “disse me disse” uns para com os outros – desvalorizando o trabalho da empresa em que um dia ele já atuou.
Outro problema também é: A coerência do trabalho com o salário pretendido. Muitos são ótimos, mas fogem a realidade salarial da cidade ao qual estão inseridos, outros são péssimos e querem receber salários que continuam fugindo da realidade do estado, e fiquem certos: Todos querem receber bem mais do que realmente merecem.
Aqui em Natal, o salário base dos profissionais de internet está em torno de 1200 reais – para programador e 900 reais para designer gráfico, porém todas as empresas de Natal que fazem esse serviço de desenvolvimento de sites, primeiro pagam aos profissionais recém chegados das faculdades ou recém chegados na empresa uma quantia que fica em metade deste valor que citei acima, ou seja, as empresas pagam pelo período de experiência de 3 meses,  em torno de 600 reais + vales transportes - para trabalhar de segunda à sábado, em horário comercial, e a medida que o profissional se destaca no trabalho, ele vai galgando aumento de salário – isso é regra nas agências de publicidade digital da capital potiguar.
Pois bem, tem muitos profissionais que não tem experiência alguma e se recusam a receber esse valor mencionado, que é a realidade do estado, por que tem a ilusão do mercado do sudeste, que paga é obvio, bem mais para um profissional da área. Porém, o que os profissionais natalenses se esquecem é que em São Paulo os profissionais têm mais estudo, mais cursos e mais experiências, já aqui em Natal as faculdades são poucas, não existe pós-graduação na área e os cursos técnicos ainda são escassos, muitos profissionais daqui não tem experiência na área e quando uma empresa tenta apostar neste profissional – mesmo com todos os contras que citei acima, oferecendo emprego e renda, eles se recusam por que acham o valor pouco – eu digo: não é pouco, é o justo para quem ainda está aprendendo e é o justo para quem já tem experiência na área, mas ainda não tem experiência na empresa – Os profissionais tem enormes chances de receber um excelente salário, mas para isso é preciso primeiro descer do salto, ter humildade de quem ainda está aprendendo, não trabalhou em empresa alguma e acabou de sair de um curso; pois sem humildade, a única certeza  é que terá outro profissional na mesma condição, porém com um nível de maturidade bem maior que o concorrente – fica o ditado: “Mas vale um pássaro nas mãos do que dois voando” A famosa Geração Y é bem esperta, mas ainda tem muito o que aprender com os mais velhos”.


 imagem da internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Dicas de como usar nas escolas de ensino infantil as redes sociais

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A forma de comunicação entre as pessoas sofreu e vem sofrendo grandes mudanças nesses últimos 6 anos. Em 2004 vimos nascer às ferramentas de redes sociais, que a princípio tinham como objetivo o lazer e entretenimentos de pessoas que não se viam ou se viam pouco. Com o passar dos anos, e com o amadurecimento dessas novas ferramentas de comunicação, profissionais de todas as áreas viram um enorme mercado de demonstração de marcas, publicidade de produtos de empresas e meio jornalístico. Nascia então a nova comunicação do século XXI, mais engajada e personalizada – One by One. Em meio a essa avalanche de informação e mudança, nasceram também a nova geração, crianças que hoje tem 6 e 7 anos, que participam ativamente das novas tecnologias e tem anseios e desejos diferentes das crianças da mesma idade que nasceram em décadas passadas, crianças que os especialistas estão chamando de geração z, são filhos de pais geração y, que agora estão em idade escolar.


A pergunta que eu faço é: Será que as escolas estão preparadas para educar essas crianças?
Dias desses li um artigo que um pai procurava uma escolinha para sua filha de 5 anos, em meio a essa procura ele se deparou com escolas boas de ensino tradicional, que tinham excelente didática e práticas esportivas. Porém, nenhuma delas tinha a educação com base nas novas tecnologias, em especial a iniciação em redes sociais.

Eu, particularmente sou contra a criação de perfis de crianças nas redes sociais, acho que devemos preservá-las, pois sabemos dos riscos que elas correm estando presentes nas redes sociais, mas ao mesmo tempo em que tenho essa opinião pessoal, entendo o lado da maioria das pessoas que criam os perfis de seus filhos para que eles também participem das redes sociais, é uma discussão bastante complexa. Vejo muitos pais utilizando de forma inteligente o Orkut e Facebook, pais de modelos-mirins, que viram nessas ferramentas um ótimo cartão de visita de seus filhos. Porém, também vejo perfis infantis que não precisariam existir, fotos das crianças em momentos de lazer, e diários do cotidiano dos filhos, para mim são um atrativo para pessoas mal-intencionadas que estão na web soltas por aí. E é aí que entra o papel do educador e da escola.


As crianças de hoje em dia são muito espertas e simplesmente bloquear Orkut, You Tube e Twitter nos laboratórios de informática das escolas não resolverão em nada o problema da pedofilia, ou a falta de interesse em sala de aula, pelo contrário, só irá agravar. Pois essas crianças ao chegar em casa irão acessar a rede e conseqüentemente ficarão mais vulneráveis a qualquer crime virtual que venha acontecer – longe dos olhos dos pais e dos educadores, elas se tornam presas fácies para esses criminosos.


Em minha opinião as escolas deverão, a partir de agora, criar uma matéria ou algo do tipo que ensinem as crianças os benefícios e os perigos da nova comunicação.

Uma forma bastante interessante de utilizar as ferramentas como o Orkut e You Tube é postando os trabalhos escolares das crianças e assim os pais dessas crianças, que participam diariamente dessas redes poderão participar mais ativamente do dia a dia escolar de seus filhos. Outra forma de engajar professores, pais e alunos nas redes sociais é criando comunidades da turma da criança, ou comunidades da escola e administrar esses perfis com enquetes, colocando avisos importantes e promovendo debates sobre temas escolares, além de informar aos pais, esses perfis também aproximam os pais dos professores, de outros pais e das crianças, fazendo assim uma rede – Um excelente lugar para criar esse perfil é a ferramenta Ning.

O You Tube é uma importante ferramenta para ser usada em comemoração a datas especiais, como por exemplo, o dia dos pais, ao invés das tias fazerem presentes de colagens e entregar para as crianças entregarem aos pais, por que não acrescentar a essa forma tradicional de comemoração, um vídeo postado no canal da turma no You Tube? A criança dizendo o quanto o pai é especial para ela? Garanto que para nós, pais que estamos totalmente familiarizados com essas ferramentas, iremos achar muito mais inteligente da parte da escola, além disso não precisaremos ficar pensando onde iremos guardar as lembrancinhas de papel, e a escola ainda estará fazendo um bem a natureza, preservando as árvores. Outra coisa que gostaria de salientar é: Educadores usem material reciclável nas tarefas escolares, ensinem as crianças a importância desse ato para a preservação da natureza e do ecossistema.

Agora voltando ao tema do post:


Fechar os olhos para as novas mídias e ainda chamá-las de porcarias – como alguns educadores estão chamando e vi no artigo que me deu a ideia de escrever sobre o assunto, de nada vai adiantar e isso só vai fazer com que os novos pais que nasceram entre 1984 e 1990 só fujam de escolas com ensinos que ainda estão presos no século XX. Torno a afirmar que: as crianças de hoje são extremamente inteligentes e elas uma hora ou outra irão pedir essa disciplina na escola, ou melhor os pais dessas crianças irão pedir que os professores se capacitem nessas ferramentas e nessa nova linguagem educacional, e as escolas o que pretendem fazer? Vão continuar bloqueando o Orkut e o You Tube, ou vão preferir se adequar a esses novos pais e novos filhos que estão nascendo?


Pré-requisito em uma escola nos tempos de hoje é: Interação entre o tradicional e o tecnológico. Um ensino social é o que os pais da geração y pedem para seus filhos.


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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Uso das Redes Sociais para conseguir emprego

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

 O meu perfil nas redes sociais é o meu currículo.


Inúmeras empresas de RH e estatais estão utilizando as redes sociais para avaliação e seleção para vagas de empregos. É comum hoje em dia vermos no Twitter anúncios de vagas para estágios, treineers e vagas de empregos com carteira assinada ou temporários. No geral são vagas para diversas áreas, porém de fato, as vagas para a área de comunicação são as que mais se sobresaem. 
A avaliação dos perfis no Orkut, por exemplo, voltadas para as comunidades já são o primeiro contato com os candidatos, muitas vezes antes mesmo de serem enviados currículos para essas vagas, as consultorias em RH já fazem primeiramente a triagem do profissional que mais se encaixa no perfil das vagas através do que ele escreve, quem segue ou as comunidades ao qual ele participa, e depois o próprio RH entra em contato com a pessoa a fim de convidá-la para a entrevista. Portanto, quem usa as redes sociais somente para entretenimento e coloca em seus perfis opiniões acaloradas sobre determinados assuntos, ou afirmam não gostar de acordar cedo ou de trabalhar, corre sérios riscos de perder a vaga para um concorrente que não tenha, por exemplo, em seu perfil essas comunidades – Segue o ditado popular: “Nem tudo o que eu penso, eu falo.” -  isso serve também para ser aplicada nas redes sociais. 
O que é importante salientar é que não existe mais essa divisão entre minha vida dentro ou fora das redes sociais, você é -  para as empresas de RH  e para o mundo- exatamente o que você posta ou tuita. Portanto se pretende participar de processos seletivos via rede sociais, vou te dá a primeira dica: Faça uma faxina no seu perfil.
  1. Comece excluindo todas as comunidades que estão fora dos padrões de aceitação da sociedade; comunidades do tipo: Eu odeio o meu chefe, odeio trabalhar, odeio acordar cedo, todas essas comunidades que contribuem de forma negativa e que vão de encontro a uma pessoa que não é sociável e difícil de lidar;
  2. Não tuite assuntos relacionados ao dia a dia do seu trabalho atual, ou se for tuitar seja extremamente político nas suas afirmações. Também não seja “bajulador”, pois os profissionais de seleção de mão de obra podem interpretar que você está querendo apenas chamar atenção para algo que você não costuma ser.
  3. Evite postar fotos suas em situação muito pessoais, como namorando ou segurando litros e litros de uísques. Suas fotos dizem muito como você é verdadeiramente. Portanto se quiser passar uma imagem sóbria e responsável, evite se expor demais no seu álbum de fotos. Lembre-se que seu perfil na internet é o seu principal cartão de visita para tudo.
  4. Escreva corretamente. Nada de abreviações ou “internetês”, escrever: “Euu toh cum fomii”! Sinceramente, é infantil demais para uma pessoa de 20 anos de idade. Mostre que domina o português e não que você escreve em dialetos, seja adulto como pede a sua idade.
Com essas dicas de comportamento nas redes sociais, quando o RH da empresa que você pretende trabalhar visitar o seu perfil, e ver que você usa com moderação essa ferramenta tão importante nos dias atuais, certamente você será chamado para o próximo passo: A entrevista. E nessa etapa, você também deve se comportar de forma coesa para não dá a impressão que seu perfil pessoal na verdade estava “maquiado”.
No próximo post vamos comentar o assunto: “As redes sociais nas escolas de ensino infantil”.



Priscylla Duarte | Jornalista

O Blog Tendências de MKT Digital e Novas Mídias Foi indicado ao prêmio Top Blog 2010

terça-feira, 10 de agosto de 2010

 O blog tem 6 meses e já está colhendo os frutos. Fomos indicados ao Prêmio Top Blog 2010. Eu como autora do blog fico muito feliz com a indicação e gostaria de convidar os leitores a votar no Tendências de Marketing Digital e Novas Mídias na Web 2.0 para mais essa conquista.







Priscylla Duarte | Jornalista

O Fim do Google Wave

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Na semana passada toda a comunidade on line foi pega de surpresa com o anúncio oficial no Blog do Google onde nos informavam o Fim da Rede Social Google Wave. Ninguém esperava que uma Rede Social com pouco mais de 1 ano sucumbisse dessa forma, tão rapidamente diante do boom que hoje em dia vivenciamos; onde milhares de Ferramentas com o mesmo intuito de sociabilizar nascem e permanecem vivas e fortes no mundo das Redes Sociais.

Mas o que aconteceu de errado com o Wave? Em minha opinião inúmeros erros cometidos pelo Google fizeram com que essa ferramenta que surgira com o intuito de unir todas as redes sociais em um único lugar viesse a morrer no auge da era das Mídias e Redes Sociais. Dentre tantos erros, o que mais se destacou e foi crucial logo nos primeiros meses de vida do Wave foi à necessidade de convite para participar, impedindo assim a disseminação viral da ferramenta, fato importante para impactar os potenciais usuários da emergente rede, e principal característica da web 2.0. O fato de, a princípio, o Google disponibilizar a ferramenta para alguns usuários e depois restringir o acesso para quem possuía convite, não foi uma boa ideia. Por quê será que o Facebook já tem 500 milhões de usuários? A resposta está na excelente ferramenta viral que estrutura o Facebook, para que em cada novos usuários sejam espelhados os convites para gerar mais usuários a partir de seus contatos de E-mails, entendeu Google?

Além disso, a usabilidade e a acessibilidade da ferramenta não eram tão intuitivas como devem ser as ferramentas de Redes Sociais – Não me faça pensar – é primordial para uma excelente Rede Social, esse fato também não ocorreu com o Wave. Em minha experiência com a ferramenta tive bastante dificuldade em manuseá-la e por isso preferi deixá-la de lado; pelo visto não foi somente a minha pessoa que o fez – Uma ferramenta nada intuitiva, aliada a falta de disseminação viral, culminou no fim da Rede Social do não tão gigante Google.

Os testes da ferramenta Wave, segundo o próprio Google, foram feitos por crianças entre 07 e 10 anos de idade, que não tiveram nenhuma dificuldade no manuseio, então por quê será que a maioria das pessoas se queixaram da falta de intuição do Wave? Alguma coisa estava errada nisso, e não era com os usuários, a prova foi tanta que até o final deste ano o Wave deve dizer adeus ao mundo das Redes Sociais.
A verdade é que o Google nunca foi muito bom em desenvolver Redes Sociais. Lembram-se do Google Buzz? O microblog que prometia superar o Twitter? Pois é, nunca mais ouvi falar nele também, como é que está a ferramenta? O fato é que o Google é uma excelente empresa desenvolvedora de aplicativos para Internet, mas peca pelo excesso, sabe aquele ditado: Querer abraçar o mundo com as pernas? Encaixa-se perfeitamente nessa circunstância.

Acho o Google uma empresa incrível, revolucionária em vários aspectos – sou fã mesmo. A própria ferramenta de busca e o analytics em minha opinião já estão de bom tamanho, não precisam de mais nada, apenas aprimorá-las sempre.

Agora o Google quer entrar no mercado de Redes Sociais para Games, vamos ver no que vai dá. Em se tratando de Google, podemos esperar tudo, ou algo fantástico como sãos as ferramentas de analise, buscas e publicidade digital, ou algo desastroso como foi o Google Wave.

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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

A verdade sobre a Geração Y

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Empresas de publicidade no geral são em maioria constituída por jovens que fazem parte da famosa Geração Y. Jovens, que segundo especialistas, anseiam por mudanças, conseguem fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, além de terem muitos conhecimentos em novas tecnologias e outras formas de comunicação por aí afora.

Mas, como tudo tem o lado bom e o lado ruim, essa geração também tem o seu lado não tão bom – e na minha concepção o ruim supera o bom, são eles: a ansiedade em ter tudo na hora que desejam, não tem apego às coisas e mudam constantemente de ideias, isso para uma empresa que necessita de pessoas engajadas e dispostas a fazê-la crescer são bastante complicadas de se lidar. Como investir em um profissional se a empresa não tem a certeza que esse profissional está realmente engajado na missão e valores da empresa? A resposta não vem assim tão breve.

As empresas se perguntam o tempo todo: Será que tenho que dá treinamento? Horário flexível deve ajudar; Não. Vamos colocar uma sala, tipo aquela que tem no escritório do Google que vai dá tudo certo. Ledo engano. Os jovens da geração Y são impulsivos nada irá segurá-los em um emprego que já os entediam, e não interessa o que a empresa oferece para fazê-los mudarem de ideia. Nada irá ajudar, pois como já mencionei a cima, a Geração Y muda de ideia com o passar dos segundos do relógio e não é o lugar, o emprego ou o salário que o incomoda, na verdade a inquietação está dentro de cada jovem Y que foi educado com o que chamo de “criação culpada”, pais que para suprir a ausência de seus lares e das vidas de seus filhos, preferiram comprá-los com presentinhos e coisinhas que são dadas na hora que são pedidas ou melhor que são exigidas, há essa também é uma característica bastante peculiar dos Geração Y: A Exigência.

E não é a exigência em si própria, em querer o melhor para si, nada disso! É a exigência no outro ou nos outros, exigem demais e por isso somos uma geração de pessoas sem rumo. Digo isso com propriedade, pois faço parte da Geração Y com todas essas qualidades e defeitos de uma geração que se acostumou a querer tudo e não ter nada – Essa é a minha definição de Geração Y e me desculpe os especialistas que defendem a minha geração, mas sinceramente não vejo tantas qualidades nela.

Citarei um exemplo bastante simples e que todos irão se identificar: Nossos Pais. Com idade entre 20 ou 25 anos, nossos pais já tinham um emprego estável, já eram pais e mães e já possuíam ao menos um bem durável em seus nomes: casa própria por exemplo. De contrapartida, nossa Geração mais da metade deve ao SPC e Serasa, não tem um emprego estável e ao menos terminou a faculdade, não preciso nem mencionar a aquisição da casa própria, pois em sua maioria a Geração Y prefere ficar na segurança da casa de seus pais, com idade entre 25 ou 30 anos e ainda dependente emocionalmente e financeiramente de papai e mamãe – ou como dizem aqui no Nordeste – Painho e Mainha – Isso é normal, psicólogos?

Então, especialistas, fica a pergunta: Que geração tão inovadora e desbravadora é essa que está sendo “pintada” para o mundo? Estamos querendo enganar a quem? Basta observar pesquisa de desemprego, inadimplência e jovens mães que entregam os seus filhos para os avós criarem, por que elas não tem nada de tangível para seguir a vida no mundo real.

Estatísticas de que a Geração Y faz N coisas ao mesmo tempo ( e não faz nada), só afirma que os jovens de hoje realmente foram vitimas de um capitalismo mesquinho que fizeram com que fossem crianças sem os pais e agora, adultos fracos e totalmente dependente de seus pais. Fico me perguntando: Como serão os filhos da Geração Y? Talvez se forem criados pelos computadores terão mais sorte que seus pais. Cometeremos o mesmo erro de nossos pais, quando nos deixaram que a televisão nos educassem, ao invés de seguir a regrinha da vovó que sempre dizia com sabedoria: Lugar de filho é com a mãe? Sim caros leitores, tudo indica que nossos filhos serão mais algumas vitimas do capitalismo, onde nós teremos que correr como loucos para comprar tudo o que será oferecido a eles através das redes sociais – isso mesmo: Nossos filhos não ficarão de frente para a televisão como ficávamos; eles ficarão de frente para o computador, fuçando tudo quanto for redes sociais e como as redes sociais estão cheias de empresas que preferem vender à se relacionar com o cliente, nada mais justo que lá também tenham publicidades e com isso – Gastos dos papais Y.

Será que um dia a humanidade voltará a regra de filhos bem cuidados, pais felizes? Não sei. Mas com certeza não quero seguir a música que a Elis Regina cantou um dia com tanto amor – “Ainda somos os mesmo e vivemos como os nossos pais”. Prefiro seguir o poema que minha sabia Avó Jaci cantarolava para mim e minhas primas quando éramos pequenas: “Quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”.

Geração Y: Acorda!

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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Como conseguir a atenção do seu seguidor

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Nesses últimos dias venho observando a interação entre os Followers e Following do Twitter e desses dias para cá venho concluindo que a comunicação entre eles não é necessariamente uma troca de conhecimentos, como pensávamos ser. Sabe quando você está em um lugar muito cheio e todos estão falando ao mesmo tempo? Isso é o Twitter. Na verdade estamos em uma torre de babel, e decidir o que é ou não relevante passar a diante é uma tarefa bastante difícil.
Prestar atenção em centenas de pessoas falando ao mesmo, com necessidades básicas e únicas e ainda enviar a minha informação se tornou um trabalho bastante árduo para pessoas e empresas que usam a ferramenta. Como me tornar visível em um ambiente cheio de pessoas? Assim são as redes sociais tanto no mundo off line quanto no mundo on line. Receber a atenção de um determinado grupo, se fazer ser ouvido e respeitado, tornando-se alguém relevante no meio ao qual desejamos nos inserir, sempre foi e sempre será o objetivo de todos que habitam a terra, e está sendo muito mais evidente agora com esse jogo de presença digital que passamos a conhecer.
O Simples fato de está presente com uma conta ativa na rede seja Orkut, Facebook e Twitter não quer dizer absolutamente nada se eu não tiver o senso crítico e conhecimento naquilo que eu estou me propondo a discutir/falar/mostrar. Isso ficou bastante evidente agora, que os políticos decidiram fazer do Twitter seus palanques digitais, e os seus simpatizantes expressando suas admirações por determinado político.  Acho interessante a forma que determinadas pessoas abraçam as causas partidárias ou pessoais de outras pessoas e as tomam como delas, sem ninguém pedir que retuite a mensagem, por exemplo. Na verdade interação é exatamente isso, eu repasso algo sem que ninguém me peça que isso seja feito. Sou contra essas campanhas de RT mensagens, na minha concepção o seu seguidor é quem decidi se quer ou não RT a mensagem, sem precisar que eu peça esse favor a ele. Assim estaremos o induzindo e tenho que deixar claro, os seus seguidores são bem espertos e tentar induzi-los há algo não é a ideia mais sensata a fazer.
Devemos deixá-los livres para que sozinhos decidam se querem ou não passar aquela informação adiante, se o conteúdo for realmente criativo, informativo e conclusivo, não precisa pedir, ele será retuitado. Agora, se for propaganda, promoções ou informações desnecessárias nem adianta que esse Twitter apenas será escutado, e não ouvido como pretendíamos. É igual ao que acontece no mundo off line quando saímos falando por ai sem a atenção de ninguém. É chato não é mesmo, quando falamos com alguém e percebemos que ela está no mundo da lua e nem se quer ouviu o que estávamos falando? Pois é exatamente isso o que acontece no Twitter, a exceção é que não estamos vendo a pessoa, temos a ilusão que aquelas centenas de pessoas ouviram o que eu falei, porém nem 1% interagiu com essa informação, perceberam como é muito mais complicado conseguir a atenção do Internauta? De nada adianta ter uma conta se não há interação. O único modo de mudar essa situação é: sendo participativo, oferecendo informações coesas e trocando conteúdo sem precisar pedir para que seja feito.

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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Os Analistas em Redes Sociais e Suas Ações na Web 2.0

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Com o advento das redes sociais na Internet surgiu também à necessidade de algumas marcas e empresas participarem de forma ativa das mesmas; com isso como já observamos Web 2.0 a fora; centenas de empresas e profissionais especializados em redes sociais e marketing digital surgiram na mesma proporção que os sites de relacionamentos cresciam. Mas, será que esses profissionais estão realmente capacitados para desenvolver ações que surtam algum resultado para as empresas que procuram os seus serviços? Tenho observado algumas ações nas redes sociais e com bastante sinceridade, não vejo engajamento e valores efetivos nas campanhas.



O que eu vejo são ações comuns, nada de muito criativo e interativo como pede a nova comunicação cliente/empresas. Ações do tipo: Retuite esta mensagem e concorra a um sorteio de determinado produto (geralmente o sorteio é chaveiro, pen drive, algo que lembre a marca ou ingressos – o que lembra um programa de rádio no período vespertino, que sorteia tudo que ver pela frente), ou siga o @algumacoisa e participe da promoção, fazem parte do dia a dia de todos nós que passamos horas na internet pesquisando e analisando o uso dessas ferramentas. Será que o seu seguidor está realmente interessado em participar desse tipo de ação? Já parou para se perguntar que ele está esperando muito mais do que sorteios online de produtos simples, que eles mesmos poderiam adquirir por livre e espontânea vontade ou você simplesmente poderia dar ao invés de contar com a sorte dele? Eu acho que não.


O que está acontecendo nas redes sociais é puro e simples sorteios e promoções que já aconteciam nas outras mídias; lembram-se do mande sua cartinha para o caldo maggi e concorra a prêmios? Só mudou o veículo e o tipo de carta, na minha visão não há nada de criativo e diferente nessas ações, e o que venho observando é que o alcance das mesmas também não tem nada de extraordinário. Dia desses observei um perfil de determinada marca fazendo uma ação no Twitter, onde o perfil tem 3.654 seguidores e na ação de Retuitar tal mensagem APENAS 125 seguidores a retuitaram, você acha que essa campanha obteve resultado esperado? Ora eu tenho mais de 3.000 pessoas para atingir e somente 100 aceitaram a minha ação? Tá na hora de repensar o conceito de interação, então.


Tem várias maneiras de interagir em ações em redes sociais, porém os profissionais estão fazendo o óbvio não sei se por que o investimento que as empresas estão disponibilizando ainda é baixo – aconselho então a nem investir nas redes sociais, já que onde os seus reais consumidores estão você não investe, então não há necessidade de ter um perfil na rede, ou se é por falta de vontade de inovar, um profissional “engessado” sem criatividade e espontaneidade.


Pensem comigo: Se eu tenho 3.654 pessoas seguindo a minha marca por LIVRE e ESPONTÂNEA vontade, significa dizer que eu tenho um número razoável de admiradores do meu produto, concordam? Pois bem, se um analista parar e pensar ele vai ter N ideias de como surpreender essas pessoas, e fugindo de sorteios – Sortear algo não é a melhor forma de engajar pessoas, mesmo por que estamos contando com SORTE e isso realmente é probabilidade pura e simples de se ganhar algo. Mas, se eu como analista sugiro ao meu cliente que dê algo para essas pessoas que admiram a marca e estão o seguindo por isso, esse tipo de ação teria um alcance muito maior, concordam comigo? Mesmo por que sortear par de ingressos ou chaveirinhos não é uma forma de interação, se eu distribuir esses chaveirinhos com minha marca para essas mais de 3.000 pessoas eu terei mais de 3.000 pessoas fazendo propaganda involuntária da minha marca, e não somente 1 pessoa que com sorte ganhou o sorteio onde de 3.000 pessoas somente 100 participaram, pensem nisso? É pura lógica.

Ser analista em redes sociais não é somente escrever bonito, entender das necessidades do seu cliente e sair disparando informações e promoções redes sociais a fora, um analista em redes sociais deve mais que conhecer a marca do seu cliente, ele deve conhecer os clientes dos seus clientes, compreenderam a dinâmica das coisas? O profissional tem que entender de probabilidade, analisar as causas e conseqüências da ação, verificar estatísticas e ver se realmente aquele público vai se engajar na ação proposta e principalmente ser criativo, pois alguém que mexe com o imaginário das pessoas e não ter sensibilidade e censo crítico, definitivamente não tem os pré-requisitos básicos para ser um bom analista em qualquer coisa, muito menos em redes sociais, como é o tema deste post.

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Priscylla Duarte | Jornalista
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A Comunicação Colaborativa e sua importância para o crescimento da INTERNET

quarta-feira, 28 de julho de 2010



Há alguns dias atrás nos deparamos com a notícia que o JB (Jornal do Brasil) estava se preparando para colocar em circulação a sua última edição impressa, no próximo dia 31 de Agosto. É inegável a importância que este e outros jornais tiveram no decorrer de sua vida de publicação e também o valor sentimental que todos os profissionais que de alguma forma aprenderam e cresceram profissionalmente tem ao veiculo, isso deve ser respeitado.
Nesses últimos dias também pudemos observar a discurssão gerada em cima dessa notícia: Se o JB estaria fechando suas portas devido a INTERNET e toda essa onda de colaboração que vem acontecendo devido a Web 2.0. Muitos profissionais chegaram a afirmar que tudo isso estava acontecendo realmente por causa da existência da INTERNET e quiseram colocar em xeque a real importância deste tão jovem veiculo de comunicação, que em tão pouco tempo já vem causando tantas mudanças em nosso cotidiano e modo de interagir com o mundo.
Não, a INTERNET não foi e nunca será a vila da história, pelo contrário, ela está aqui para agregar valor, e não para competir e roubar espaço das outras mídias, porém é fato: A Internet como ferramenta de comunicação é mais eficaz que todas as mídias juntas, pelo simples fato de ser a única que consegue convergir todas para dentro dela. Colocar a culpa na Web 2.0 pelo fracasso administrativo que infelizmente o JB vinha sofrendo ao longo de décadas e que culminou com o fechamento do jornal impresso é no mínimo imaturo e precipitado. Assim como culpar pessoas com interesse em colaborar com ideias e conhecimentos pela desregulamentação da profissão de jornalismo também não é o caso.
É fato que com a informação gratuita que encontramos na INTERNET em tempo real e sem ao menos precisar sair de casa, nos viciou. Acho praticamente improvável que nos dias de hoje alguém com idade entre 18 a 30 anos irá pagar para ter informação, é como cobrar a alguém por respirar, não adianta nos dias atuais essa política não funciona mais.
Se existe informação de qualidade e gratuita não há o porquê de pagarmos pela a mesma informação, só por quê foi um jornalista x que escreveu? Garanto que o nome do jornalista será o fato menos importante para a disseminação desse conteúdo em rede. Achar que tudo continua como antigamente e que nada está acontecendo não é inteligente. Quem ou o quê permanecer ou continuar com esse tipo de filosofia, infelizmente irá fechar suas portas, como aconteceu com o JB e como irá acontecer com tantos outros que insistirem em cobrar por conteúdo, seja através de impresso ou até mesmo online como algumas instituições de notícias estão tentando fazer e não estão conseguindo. Torno a repetir: A INTERNET não tem absolutamente nada a ver com isso e muito menos os usuários web 2.0, isso tudo é fruto de má administração e falta de inteligência em conseguir gerar receitas sem precisar cobrar do leitor/usuário.
Quando ainda estava cursando jornalismo/radio e tv eu me deparava com modelos tradicionais de ensino e professores que mesmo lecionando para jovens, ainda estavam presos em um sistema no qual não se usa mais. Quando algum aluno mais cibernético mencionava o nome INTERNET como veiculo e alternativa de comunicação e profissionalização, eles até concordavam mais eram unanimes em afirmar que isso era para alguns longos 10 anos, eu pensava: como assim, 10 anos? E infelizmente, as aulas tornavam a ser enfadonhas com modelos tradicionais de comunicação tradicional e nada a ver com a realidade que estávamos vivenciando na época – 2002/2008. Me formei. e  lá (UFRN) continuam os mesmos professores dando aulas para os meus futuros colegas de profissão e com a mesma visão de que a INTERNET só vai ser um veiculo de comunicação daqui há 10 anos, notaram? Nunca chega! Mero engano, os 10 anos que eles insistem em enfatizar já é agora, e enquanto esses formadores não entenderem que a comunicação mudou, os seus “pupilos” nunca irão perceber essa mudança. 
 Até chegar um ponto que uma aluna do curso de comunicação social/ publicidade de uma faculdade particular de Natal, tem a inocência de falar que não gosta de INTERNET; como pode? Uma aluna de comunicação não gostar de Internet?  Não é ela que não gosta, e sim ela está sendo treinada pelo tradicional. Não gosta de Internet e tem perfil nas redes sociais? É no mínimo contraditório. Eu também já fui uma aluna assim, aficionada em Televisão e Rádio, só conhecia esses dois veículos também, até que ao me formar fui apresentada a uma ideia de comunicação online extremamente inteligente e de ideia passou a projeto que logo em breve todos vocês poderão interagir. 
Fico pensando, e se eu não tivesse “pensado diferente?” estava fazendo hoje o que da vida? Esperando uma oportunidade aonde? Descobri em 2008 a minha verdadeira vocação – Profissional de Internet, jornalista web, redatora, webwritten e arquiteta de informação, são vários os nomes para essa minha vocação, mas a verdade é uma só: Todas convergem para o meio Internet e quero deixar bem explicito para os estudantes de comunicação que ainda não se atentaram para esse fato, que ainda tem tempo; o veiculo Internet ainda tem muito para crescer e quem estiver de alguma forma ligado a ele terá excelentes oportunidades de crescimento profissional e conseqüentemente financeiro.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

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