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O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais

Dicas de segurança na internet e nas redes sociais para as crianças

segunda-feira, 21 de junho de 2010


Todo mundo sabe que as Redes Sociais são um ambiente aberto e participativo. Isso é fato. E que é mais que comum a presença de crianças nesses ambientes colaborativos; o meu objetivo com esse post é discurtir a respeito da presença dessas crianças nos sites de relacionamento. Sabemos que para participar dessas comunidades online é necessário que o usuário seja maior que 18 anos, mas infelizmente essa regra não é levada muito a sério. É comum vermos crianças de idades variadas, algumas muito pequenas, com 3 e 5 anos, com seus próprios perfis e pior, atualizados pelos próprios pais, e muitos deles também participando ativamente do Facebook e Twitter, e isso é preocupante, sim.

A Internet embora tenha trazido muitos benefícios para o nosso dia a dia também abriu portas para diversos crimes, dentre eles a pornografia infantil e conseqüentemente a pedófilia que se iniciam online e terminam com o ato realmente consumado. A presença de crianças na rede e que na maioria dos casos, os pais não supervisiona os perfis de seus filhos, fizeram com que pessoas mal-intencionadas se aproveitassem da fragilidade e vulnerabilidade desses pequenos. É comum vermos os próprios pais compartilhando fotos do cotidiano e diviguldando na rede o que seus filhos andam fazendo, como por exemplo, horários de saída e chegada das crianças, ou preferências das mesmas, fazendo upload de fotos tanto do Twitter, quanto no Orkut ou Flickr, esses atos muitas vezes inocentes, da parte dos pais, fazem com que eles estejam entregando os seus filhos para esses criminosos. Por isso é necessário tomar bastante cuidado com o que escreve ou divulga em relação aos seus filhos nas Redes Sociais.

Sabemos que os pais são corujas mesmo e gostam de mostrar seus filhos para todos; mas nesse caso deve-se agir exatamente ao contrário – preservá-los é a palavra-chave. Internet, sem a supervisão de um adulto, não é lugar de crianças.

Recentemente o programa Fantástico, da TV Globo, exibiu uma reportagem de alerta aos pais de como os pedófilos agem em rede, quem assistiu pode ver que os mesmos não encontram dificuldades em se aproximar das crianças, pois em geral esses criminosos têm a mente muito parecida com as delas e conseqüentemente falam a mesma língua. Como a segurança nos sites de relacionamento, infelizmente ainda deixa muito a desejar, falo especificamente com relação à idade informada nos cadastros; os criminosos e as crianças não têm dificuldade alguma em participar desses sites e com isso facilitam a troca de informações entre eles, colocando em perigo quem deveria está sobre a proteção dos pais.

Inúmeros casos de assédio infantil online já foram divulgados pelos veículos de comunicação; alguns com conseqüências graves, como por exemplo, morte dessas crianças. Como o objetivo desses post é de alertar sobre o perigo que as crianças correm participando das Redes Sociais, sem a supervisão de um adulto responsável, selecionei algumas dicas de como proteger as crianças na web, porém essas duas são minhas em particular: Converse com seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar na Rede e coloque o computador do pequeno em um lugar que você possa monitorar as atividades dele.

Outras dicas:

Sexting

Sexting é o ato de enviar mensagens, imagens e vídeos com conteúdo sensual via celular ou outros dispositivos móveis. Pode resultar em vários tipos de ameaça, incluindo ataques sexuais. A melhor forma de combater o programa é deixar que os pais recarreguem os aparelhos durante a noite, enquanto analisam o conteúdo armazenado no mesmo. Celulares podem ser considerados como pequenos computadores pessoais, o que, segundo a empresa de segurança, justifica o controle dos mesmos.

Redes sociais

As crianças nunca devem postar conteúdo que não apresentariam aos pais ou professores. A regra funciona como uma forma de desencorajar a publicação de material indevido nas redes sociais. Isso evita que os “falsos amigos” se apossem de fotos e vídeos. Outra forma de regular a ação das crianças nesses ambientes é entrar na mesma rede e mostrar que você está atento aos updates.

Chat

Salas de chat são consideradas o ambiente ideal para os “predadores digitais”. Pessoas que ficam a espreita de crianças inocentes, querendo fazer amizade para roubar dados e até imagens. Além disso, o anonimato proporcionado pelo ambiente pode gerar interações violentas entre seus participantes, que não temem nenhum tipo de punição. O ideal nessa situação é visitar a sala de chat e analisar a conversa. Se você não se sentir confortável com o conteúdo, é possível bloquear a conversa ou instalar filtros para termos específicos.

Jogos online

Jogos online como Ragnarok e World of Warcraft podem viciar crianças e adultos. A InternetSafety informa que alguns usuários chegam a ficar conectados por até 72 horas sem descanso. A dica para evitar abusos durante esse período é estipular limites de tempo para os jogos. Outra solução mais radical é evitar a compra ou manutenção das mensalidades de tais jogos. Segundo a Academia Americana de Pediatria, o tempo máximo para uma criança de 12 anos na frente do computador não deve passar de duas horas. Se a criança não obedecer, desinstale o jogo até entrar em um acordo.

Busca

Sites de busca, incluindo o Google, oferecem opções de navegação segura. O problema é quem nem sempre eles conseguem barrar 100% das ameaças. Outra questão é a facilidade que o usuário tem de desligar esses recursos. De acordo com a InternetSafety, a melhor política é a de não manter o computador dentro do quarto da criança, além de monitorar sempre o seu uso. A utilização de filtros externos pode evitar resultados contendo violência e conteúdo adulto.

P2P

Redes de compartilhamento de arquivos podem ser perigosas. Principalmente quando utilizadas por crianças. Além do acesso ao material pirateado e ilegal, elas estão expostas a todo o tipo de pornografia, além dos riscos de contrair algum vírus proveniente do conteúdo distribuído. Banir ou bloquear esse tipo de programa pode ser a melhor opção.

Converse com seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar na Rede e coloque o computador do seu filho em um lugar que você possa monitorar as atividades dele.

Fonte das dicas: www.info.abril.com.br



Priscylla Duarte | Jornalista

You Tube. A febre dos vídeos na Internet

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Que o conceito de Internet mudou com o passar dos anos, isso todos nós já observamos. No começo dos anos 2000, quando o computador ainda era artigo de luxo dentro de muitos lares brasileiros, a Internet da época se resumia a enviar e receber E-mails, leitura e iniciação de conversas online em salas de bate-papo, MSN e ICQ. Atualmente, a Internet vai muito além do simples ato de enviar e receber E-mails; com o advento da Web 2.0, onde os participantes colaboram de forma efetiva divulgando conteúdos próprios ou disseminando conteúdos de terceiros encontrados nas Redes Sociais (2004).


Nos primórdios da Web 1.0 (2000) os participantes disponibilizavam conteúdo através dos Blogs; febre no início da Internet – os blogs na época eram uma espécie de diário eletrônico, onde era comum se criar personagens e em cima deles elaborar uma história, muitas vezes histórias da vida real. Hoje em dia existem alguns blogs com essas características, mas o mais comum é vê-los como fonte de informação sobre determinado assunto (como é o caso do Tendências de Marketing Digital – da analista em rede sociais Priscylla Duarte) ou até mesmo como meio online jornalístico (exemplo o Café com Notícias – do jornalista Wander Veroni).

Com o surgimento das Redes Sociais na Internet, percebemos uma maior interação entre pessoas/conteúdo de forma que encontramos com mais facilidade na rede sites específicos para subir fotos pessoais, baixar músicas e até mesmo divulgando detalhes do cotidiano da vida do usuário, como a princípio foi com o Twitter – rede social caracterizada por frases curtas de aproximadamente 140 caracteres e que tinha como pergunta base: O que você está fazendo?





O You Tube, rede social onde os participantes disponibilizam vídeos para entretenimento, divulgação de notícias e aulas online é um excelente exemplo de interação participantes/sites colaborativos. Primeiramente por ser uma rede social sem fins lucrativos, ou seja, o participante não contribui para a manutenção dos vídeos, ele participa gratuitamente, essa característica é básica para que um site colaborativo ganhe a “estrelinha” de Rede Social. Outra característica presente no You Tube e básica também para uma rede social é o poder de disseminação online do conteúdo; onde no caso do site de vídeos – o material áudiovisual ali postado se for bom a probabilidade desse vídeo ser “passado a diante” é muito grande.


A essa característica de “repassar a diante o conteúdo relevante” convencionou-se chamá-la de conteúdo viral. Onde essa ação adquire proporções gigantescas e incontroláveis na rede. Temos alguns cases de vídeos virais, o primeiro deles foi o “Se eu pudesse eu matava 11” – Jeremias não quer ir pra cadeia; esse viral é do ano de 2005, ano de lançamento do You Tube, e virou até Hit nas casas de shows na época. Alguém se lembra do vídeo? Mas recentemente temos a Susan Boyle, esse dispensa comentários, não é mesmo?

E o que faz um vídeo no You Tube fazer tanto sucesso na web? Essa não é uma pergunta fácil de responder, uma vez que quem decide se é válido ou não passá-lo a diante não é quem produziu o vídeo, mas sim o público do site. Porém algumas características podem nos indicar se aquele vídeo vai ou não tornar-se viral; são elas:


1.Personagens comuns fazem com que o público se identifique mais facilmente;
2.Cotidiano faz lembrar alguma forma nossas vidas.
3.Músicas que estão fazendo sucesso no momento. O público sempre procura essas músicas na Internet.
4.Uma boa história quando muito bem contada também chama a atenção.
5.Comece você mesmo. Envie o link do seu vídeo através de E-mail ou redes sociais (Twitter, facebook e Orkut). A partir dessa atitude começará a disseminação dele.


*E aguarde que o resultado quem vai dá são os participantes da rede.

Imagens da Internet


Priscylla Duarte | Jornalista

E-Family. A primeira rede social para a família

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Já ouviram falar de rede social para mamães? Pois é! Uma rede social que junta em um só lugar mulheres com o mesmo ideal: Tornarem-se as melhores mães para os seus filhos. Trata-se do site: www.efamily.com que está no ar há 11 anos trazendo informações preciosas sobre amamentação, educação dos filhos, nutrição dos pequenos e gestantes, parto humanizado entre outros temas que fazem parte do universo das mamães do Brasil e do Exterior.

Descobri esse site há aproximadamente dois anos, por acaso, pesquisando assuntos femininos na Internet e mesmo não sendo mãe na época eu me cadastrei. Primeiramente por que o Fórum de participação entre elas era muito ativo e eu sentia falta de conversar assuntos de mulher com outras mulheres, como toda mulher gosta de fazer, é claro. Desde então sempre dei uma passadinha lá nos fóruns e tentava na medida do possível interagir com elas através do meu Nick: Prygomes.

Percebi que esse site é muito mais que uma fonte de informação sobre gravidez, filhos e cuidar do relacionamento marido/mulher; nele encontramos pessoas de verdade com suas dificuldades e anseios, e o mais interessante disso tudo, percebi que as participantes se solidarizam com os problemas e dificuldades umas das outras, na mesma medida e proporção para a felicidade também, e isso é raro hoje em dia.

A primeira rede social da família, esse é o Slogan do E-family; e realmente é. Neste site encontramos desde mulheres que desejam com toda a força de seus corações terem um filho, até como cuidar de um bebê recém - nascido e como se relacionar com os maridos depois que o bebê nasce, é verdadeiramente uma fonte inesgotável de informações e o melhor: todas elas são geradas pelas próprias participantes através de suas experiências pessoais; o E-Family traduz em todas as formas o conceito de rede social: Receber e Trocar informações através de pessoas comuns.

Outra característica muito comum aos sites de redes sociais e que observamos também no E-Family é a interação entre os participantes do site: Subindo fotos de seus filhos, postando imagens de seus ultrasons, disponibilizando músicas infantis para baixar, entre outras trocas tão comuns a esse modelo de comunicação.

A amizade entre as participantes é algo bastante intrigante; pois a pergunta que se faz é: como pode alguém nem conhecer pessoalmente a outra e já gostar tanto dela? Eu respondo: É totalmente possível, pois gostamos do jeito da pessoa e não de como ela é fisicamente. Esse vínculo é tão forte que as mamães do E-Family organizam também encontros nacionais em uma cidade escolhida do País e aí elas podem se conhecerem pessoalmente e apresentar seus filhos, assunto principal do fórum. E aquela amizade verdadeira que nasceu quem diria de um site – algo que deveria ser tão frio e sem nenhum tipo de troca; passa então de amizade virtual para a amizade dita real – o tão esperado momento de ser ver pessoalmente ( isso é rede social).

Porém ninguém poderá dizer que esta amizade que ganhou forças através de um site de relacionamento desde o principio sempre foi real, afinal ali você está colocando sua vida, você está divulgando para o mundo inteiro o que você tem de mais precioso: o seu filho ( é você na realidade trocando informações com pessoas reais através de um meio virtual).

Portanto, elas estão sim fazendo elos importantes em suas vidas e que muito provavelmente não será desfeito com a distância, afinal elas já se conheceram assim.


imagens da internet


Priscylla Duarte | Jornalista