O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
Os Analistas em Redes Sociais e Suas Ações na Web 2.0
sexta-feira, 30 de julho de 2010
O que eu vejo são ações comuns, nada de muito criativo e interativo como pede a nova comunicação cliente/empresas. Ações do tipo: Retuite esta mensagem e concorra a um sorteio de determinado produto (geralmente o sorteio é chaveiro, pen drive, algo que lembre a marca ou ingressos – o que lembra um programa de rádio no período vespertino, que sorteia tudo que ver pela frente), ou siga o @algumacoisa e participe da promoção, fazem parte do dia a dia de todos nós que passamos horas na internet pesquisando e analisando o uso dessas ferramentas. Será que o seu seguidor está realmente interessado em participar desse tipo de ação? Já parou para se perguntar que ele está esperando muito mais do que sorteios online de produtos simples, que eles mesmos poderiam adquirir por livre e espontânea vontade ou você simplesmente poderia dar ao invés de contar com a sorte dele? Eu acho que não.
O que está acontecendo nas redes sociais é puro e simples sorteios e promoções que já aconteciam nas outras mídias; lembram-se do mande sua cartinha para o caldo maggi e concorra a prêmios? Só mudou o veículo e o tipo de carta, na minha visão não há nada de criativo e diferente nessas ações, e o que venho observando é que o alcance das mesmas também não tem nada de extraordinário. Dia desses observei um perfil de determinada marca fazendo uma ação no Twitter, onde o perfil tem 3.654 seguidores e na ação de Retuitar tal mensagem APENAS 125 seguidores a retuitaram, você acha que essa campanha obteve resultado esperado? Ora eu tenho mais de 3.000 pessoas para atingir e somente 100 aceitaram a minha ação? Tá na hora de repensar o conceito de interação, então.
Tem várias maneiras de interagir em ações em redes sociais, porém os profissionais estão fazendo o óbvio não sei se por que o investimento que as empresas estão disponibilizando ainda é baixo – aconselho então a nem investir nas redes sociais, já que onde os seus reais consumidores estão você não investe, então não há necessidade de ter um perfil na rede, ou se é por falta de vontade de inovar, um profissional “engessado” sem criatividade e espontaneidade.
Pensem comigo: Se eu tenho 3.654 pessoas seguindo a minha marca por LIVRE e ESPONTÂNEA vontade, significa dizer que eu tenho um número razoável de admiradores do meu produto, concordam? Pois bem, se um analista parar e pensar ele vai ter N ideias de como surpreender essas pessoas, e fugindo de sorteios – Sortear algo não é a melhor forma de engajar pessoas, mesmo por que estamos contando com SORTE e isso realmente é probabilidade pura e simples de se ganhar algo. Mas, se eu como analista sugiro ao meu cliente que dê algo para essas pessoas que admiram a marca e estão o seguindo por isso, esse tipo de ação teria um alcance muito maior, concordam comigo? Mesmo por que sortear par de ingressos ou chaveirinhos não é uma forma de interação, se eu distribuir esses chaveirinhos com minha marca para essas mais de 3.000 pessoas eu terei mais de 3.000 pessoas fazendo propaganda involuntária da minha marca, e não somente 1 pessoa que com sorte ganhou o sorteio onde de 3.000 pessoas somente 100 participaram, pensem nisso? É pura lógica.
Ser analista em redes sociais não é somente escrever bonito, entender das necessidades do seu cliente e sair disparando informações e promoções redes sociais a fora, um analista em redes sociais deve mais que conhecer a marca do seu cliente, ele deve conhecer os clientes dos seus clientes, compreenderam a dinâmica das coisas? O profissional tem que entender de probabilidade, analisar as causas e conseqüências da ação, verificar estatísticas e ver se realmente aquele público vai se engajar na ação proposta e principalmente ser criativo, pois alguém que mexe com o imaginário das pessoas e não ter sensibilidade e censo crítico, definitivamente não tem os pré-requisitos básicos para ser um bom analista em qualquer coisa, muito menos em redes sociais, como é o tema deste post.
Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 04:59 0 comentários
Marcadores: cases, comunicação empresarial, novas mídias, redes sociais, web 2.0, William Douglas
E-book - Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O Mercado de Livros Digitais está crescendo à medida que os leitores digitais vão se tornando acessiveis para consumo. Em meio disso, novos e talentosos autores surgem. Na área de comunicação digital poderiamos citar alguns, como por exemplo a Especialista em Redes Sociais Raquel Recuero e o Andre Telles. Mas, o motivo deste post é para apresentar a vocês um Estreiante na arte de escrever, o William Douglas que está lançando o seu primeiro livro ( exclusivamente digital); Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas.
Conheçam:
O e-book “Redes Sociais – Segmentando O Nicho Das Empresas”, explica de forma bastante intuitiva o modo com que EMPRESAS devem se comportar nas redes sociais, e como elas poderão tirar proveito dessas fantásticas plataformas de Web 2.0; as REDES SOCIAIS.
Com uma leitura rápida, e com muitos links que agregam ainda mais conhecimentos sobre o assunto, o e-book “Redes Sociais – Segmentando O Nicho Das Empresas” lhe mostra em etapas, os processos que serão decisivos para o sucesso da sua empresa nas redes sociais.
Este e-book faz parte de uma série de outros e-books que serão editados e traduzidos para o inglês e espanhol, e que serão lançados mensalmente de acordo com as suas liberações com seus respectivos autores. Estão sendo vendidos a princípio pelo mercado livre, enquanto a loja virtual está sendo desenvolvida.
CNPJ: 12.183.097/0001-02
William Douglas G. de Castro
FAQ:
Para quem se destina?
Para profissionais da área de TI, agências de publicidade digital, estudantes, pesquisadores, empresários antenados as novas tendências de marketing digital, enfim, por ser escrito em uma linguagem simples, direta e objetiva, qualquer pessoa com conhecimentos mínimos em internet e nas redes sociais que deseja atuar, facilmente entenderá a mensagem.
Quantas páginas têm o e-book?
52 páginas.
Quais são as medidas?
Alt:184,1mm x Larg:266,7mm (executivo)
Qual o formato do arquivo?
O formato do arquivo é PDF, que é compatível com todos os leitores digitais, computadores, ipads, smartfones e alguns celulares (eu mesmo leio e-books pelo meu celular,e ele não é um super!).
Qual a forma de envio?
Após a confirmação de pagamento em conta corrente, o arquivo será enviado para o e-mail do comprador.
Qual a forma de pagamento?
Somente deposito em conta corrente/poupança, do banco BB.
Prazo de envio?
No prazo máximo de 48 horas, após confirmação.
O E-book Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas, está sendo vendido à princípio no Mercado Livre com o valor bastante acessível: R$ 9,99. Adquira o seu!
Entrevista com o autor do E-Book Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas
Priscylla Duarte | Jornalista
Postado por Novas Mídias Digitais às 08:09 0 comentários
Marcadores: cases, comunicação empresarial, E-books, redes sociais, William Douglas
Internet e Redes Sociais. O casamento que deu certo
quinta-feira, 20 de maio de 2010
O que seria da Internet sem as redes sociais? Alguém já parou para pensar? Seria como o mundo sem habitantes. Essa é minha conclusão.
As redes sociais deram um rumo ao uso da web e abriu caminhos para vários outros modelos de comunicação que até então só tinham os modelos de massa tradicionais: televisão, rádio e jornal, além de várias oportunidades de profissão, como por exemplo: o analista em redes sociais.
Os sites de relacionamentos trouxeram nova forma de usarmos a comunicação, seja ela para o lado pessoal ou para o lado profissional, como é o meu caso. Confesso que antigamente não era tão interessada no assunto, pois há 4 anos as redes sociais se resumiam ao Orkut e ao Facebook, depois surgiu o Hi5 e a partir daí o You Tube, Twitter, entre outras redes, de 2 anos para cá venho estudando a maioria desses sites, com ênfase no Twitter, mas aprendi a enxergar em todas algo que possa ser extraído para a minha profissão - Jornalista.
Porém já pararam para pensar sobre a real importância dessas ferramentas para os dias atuais? Eu já. Muito mais que reencontrar amigos, fazer novas amizades, encontrar o par ideal, postar fotos ou enviar scraps, as redes sociais englobam também uma parte super importante da convivência humana, a necessidade de se comunicar pelo simples fato de ser vital para a nossa vida.
À medida que enviamos um Scrap perguntando para um amigo como ele está, estamos sim nos comunicando – mas de uma forma direta, agora quando simplesmente decidimos abrir um perfil no Orkut ou ativar uma conta no Twitter estamos-nos pré-disponibilizando a gerar uma troca, seja ela pessoal ou profissional – dependendo de como eu quero usar a ferramenta. Estamos gerando um contato indireto com outras pessoas, nos oferecendo a participar do círculo de trocas que são as redes sociais, no geral, e nos colocando a disposição daquele interlocutor aceitar ou não ( lê-se adicionar ou seguir) e a partir daí gerar uma troca direta.
A grande questão é que quando essas ferramentas de comunicação surgiram há aproximadamente seis anos atrás, elas eram vistas como sites de namoro no qual era perda de tempo ou coisas sem real motivo de uso e não merecedor de atenção, de fato algo que não iria durar muito. Porém, à medida que foram ganhando espaço, e este fato aconteceu bem rápido, a ideia gerada a princípio foi perdendo força, na mesma medida que reencontrávamos amigos de infância, conhecíamos pessoas interessantes ou nos aproximávamos de um ídolo. Hoje em dia, é impossível imaginar a rede sem as redes sociais (trocadilho), na verdade a Internet é o meio que mais casa com as redes sociais, por ser um veículo de alcance inimaginável e mundial; nada mais justo que para esse veículo fosse reinventada uma forma de comunicação, porém adaptada para o século XXI.
Gostaria de saber de vocês, leitores: Como vocês imaginam a Internet se não existissem as Redes Sociais?
Imagens da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
Postado por Novas Mídias Digitais às 12:22 0 comentários
Marcadores: Internet, redes sociais, William Douglas
William Douglas - Analista SEO e SEM - Entrevista para blog
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Priscylla Duarte | Jornalista
Postado por Novas Mídias Digitais às 15:26 0 comentários
Marcadores: redes sociais, SEM, SEO, William Douglas





