O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
O perigo causado pelo Foursquare
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Sei que a plataforma está em alta e é usada principalmente pela classe média e alta do Brasil, por isso mesmo a acho extremamente perigosa, uma vez que essas classes aqui citadas são mais predispostas a seqüestros e confesso: Ainda não encontrei uma utilidade concreta na ferramenta. Usuários mais antenados no Foursquare me expliquem qual é a real utilidade dele que não seja o fato de indicar a localização que o usuário se encontra? Por que isso para mim é totalmente dispensável.
Observo diariamente na minha TL (Time Line) empresários Natalenses, jornalistas e outros profissionais informando através de seus iPhones ou Blackberries onde eles se encontram naquele momento do dia; indicando exatamente o lugar onde se encontram naquele momento, coisas do tipo: Estou no Shopping Midway, estou na avenida Afonso Pena,estou no Banco do Brasil, estou sei lá mais onde, exatamente o que o Twitter se propunha a fazer em seus primórdios e que não teve muita utilidade, tanto que hoje em dia o mesmo é usado para outra coisas que não sejam informar o que se está fazendo, o Foursquare propõe exatamente o mesmo uso, porém com relação a coordenadas geográficas, alimentando a necessidade de onipresença que as pessoas tem.
Primeiramente me vem à cabeça: E isso importa em que? O que muda na vida de alguém o fato de saber onde outra pessoa está naquele momento? Qual a utilidade pública desse serviço? Na minha concepção só importa para informar às pessoas mal-intencionadas onde você se encontra e quem sabe ocasionar algo desagradável a vida de quem as informou, como por exemplo: um seqüestro relâmpago. Parece extremista, mas é muito fácil disso acontecer, afinal se deu margem para tal ação. Se você toma o maior cuidado ao andar pelas ruas, ao chegar a sua casa, por que não tomaria cuidado ao utilizar um meio digital? Não se engane os “profissionais” na área também se utilizam do ciberespaço para “organizar” os seus delitos, ou melhor: trabalhos.
A pergunta que eu faço é a seguinte: É realmente necessário expor a sua vida dessa forma? E a dos seus filhos, que infelizmente estão sendo observados por todo o mundo e que não tem poder de escolher se quer ou não participar desse novo movimento? Se a resposta foi sim, aconselho a procurar um psicólogo, pois está sofrendo de algum tipo de transtorno comportamental muito comum nos dias de hoje. Agora se a resposta foi não, parabéns você tem chances de se livrar desse estilo de vida imposto a nós jovens modernos.
Eu vejo bebês que tem as suas vidas totalmente divulgadas na web, os pais informam a todo o momento onde seus filhos se encontram, o que estão fazendo, com quem estão se relacionando, o que fizeram, enfim, não se preocupando no mal que podem está ocasionando a eles tanto hoje quanto no futuro, por que pense bem, se fosse você a vitima:
Imagine-se pequeno com 2 anos de idade e suas fotos sentados em um “troninho” juntamente com um texto explicando como esta sendo a sua adaptação no desfralde? Agora você tem 18 anos e seu namorado ou namorada está vendo isso publicado, provavelmente jogado na vastidão da web? É trauma na certa. Por que o pai era carente de atenção e necessitava informar a todos sobre o dia a dia do filho, jogando na internet! Ou informando como se fosse à hora-certa através do Foursquare onde estão, e em que colégio X? Será que essas pessoas não percebem que eles estão abrindo margem para que possa acontecer alguma coisa séria na vida delas ou pior na vida dos filhos delas? Percebam o que vocês podem está originando por causa dessa necessidade quase que Narcisista em contar uma novela. Acompanho (por que faz parte do meu estudo de comunicação e psicologia) como se fosse realmente uma minissérie da vida real de pessoas anônimas.
Em um mundo onde ninguém respeita mais ninguém, onde a vida do próximo não vale mais nada e em muitas vezes vemos acontecimentos que poderiam ter sido evitados senão fosse o egocentrismo exagerado de se mostrar a todo minuto e a todo tempo, nessa pseudo-afirmação de que olha: “Eu existo e quero ser notado”!?
Estudo diariamente a segurança nos campos digitais, associados à psicologia social, e noto que estamos caminhando para uma vida onde o privado não existirá mais, e ninguém poderá nem reclamar se um dia encontrar na Internet fotos pessoais ou declarações que deveriam está privadas, mas que não se respeitou a vontade de quem a solicitou. Isso por que nem os advogados e juízes acordaram para o fato dos crimes digitais, ainda são poucos os que atuam nessa nova e promissora área do Direito.
O Foursquare é uma rede social dispensável e que se os especialistas em roubos ou seqüestros quiserem poderão utilizá-la para monitorar a sua vida, a vida da sua família, juntamente com o seu Twitter que é aberto para todo mundo, com o seu Formspringme que pode se manter contato através de perguntas simples e o fato de você ficar postando o dia a dia da sua família em blogs ou informando onde eles se encontram nesse exato momento através do Foursquare, poderá está correndo sério risco de vida, acredite.
Estudo todas as redes sociais e sei que todas elas têm um Q de perigo constante quando não bem utilizadas, porém o Foursquare é perigo diário a todo o momento, uma vez que, a mesma informa, através de você, lógico e em tempo real a sua localização geográfica, abrindo margem para possíveis crimes.
Fica o alerta.
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 09:17 0 comentários
Marcadores: novas mídias, novas tecnologias, redes sociais
Publicitário Interativo
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Walter Longo fala sobre a importância de ser interativo nas publicidades. E ainda faz um alerta importante: "Tem que se fazer algo que o consumidor espera, deseja e quer".
Importante demais assisitir:
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 15:56 0 comentários
Marcadores: novas tecnologias
iPad ou Papel? papel.com.br
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Achei esse texto extremamente interessante e empolgante. Retrata perfeitamente a real necessidade humana de se manter informado a todo custo, e demonstra o quanto estamos conectados 24 horas com o mundo. O texto é da Giuliana Vaia ( uma cronista MARAVILHOSA que acompanho há mais ou menos 1 ano através do blog: lulunaodorme.blogspot.com ) . Ela com toda a sua sabedoria descreve perfeitamente o nosso momento cibernético!
PAPEL.COM.BR
Por: Giuliana Vaia - malvadezas.com
Vim aqui defender o papel do papel enquanto papel na sociedade.
Sou tarada por tecnologias, é uma verdade. A velocidade com que as notícias correm pelo mundo internético me fascinam, além de que, adoro ler. Ler é meu grande barato. Tudo que me dá acesso a informação e ao conhecimento, me conecta ao plano divino (quer dizer, depende do tipo de conexão né, porque a 3G vô ticontá.)
Até aí tudo bem, só que apesar dessas minhas duas paixões conviverem bem, algo soa incongruente aos meus sentimentos, que é ler qualquer coisa por aquele negocinho ultramegatecnológico que parece um livro, tem o formato de um livro, mas não é um livro. IPad, sacam?
E porque vim aqui discutir meu gosto papelístico? Porque não pensei em nada mais atractive e tô de férias na praia, curtindo um bicho geográfico num mar cheio de cocô, cercada de trombadinhas(uma dica: não é RJ) e tava aqui matutando… poxa vida, nem li as notícias de hoje e num átimo de segundo, sucumbi e desejei um iPad. Mas me recuperei rapidamente e lembrei que não simpatizo com o negócio. Na verdade odeio um iPad com toda a força do meu ser.
iPad é perigoso, alguém pode me violentar e subtrair meu brinquedo só pra comprar psicotrópicos e… bom não era bem aí que eu queria chegar…
Por que existe um iPad? Quem de verdade deseja ter um iPad? Quem usa iPad? iPad é supérfluo, desnecessário, além de não ter o charme do papel, o brilho no olhar que o papel tem (oi?) o corpo do papel, o calor humano do papel(oi2?) enfim… é uma máquina, só uma máquina. Quem realmente precisa de um iPad, se já temos o computador?
O negócio é que gosto mesmo do papel.Gosto não, tenho paixão. O cheiro, a textura, as letrinhas impressas em CMYK num couché gramatura 90; tem coisa mais carregada de emoção? Lamber o dedo pra virar a página, grifar as partes mais importantes de um livro (embora considere isso um crime), fazer barquinhos com as inúmeras páginas de propaganda do Etna; matar drosófilas na fruteira com uma Veja; se abanar num banheiro abafado com Fernando Pessoa quando o ‘serviço’ tá difícil; desenhar chifres na Carol Dieckman quando fala ao telefone, traduzindo inconscientemente seu ódio por ela estar exibindo aquela (falta de) barriga na capa da Corpo a Corpo.
É… nada tem o tchã, o it, o borogodó do papel (só o Javier Bardem)
E diz aí, quando que você ia poder dar um tapa num pernilongo com um iPad?
Falemos das revistas, ahhh as revistas…Tenho um porção delas. Coleção. De todos os tipos cores tamanhos e assuntos, com direito a páginas amareladas de tão velhas. Verdadeira relíquias. Tenho uma estante só de revistas separadas por ordem de assunto: Yoga e filosofia hinduísta, pra quando tô puta com a vida e com uma aura negativa. Boa Forma, pra quando quero perder 25 quilos em um dia. Cláudia, pra quando quero ser mãe- esposa- executiva exemplar. Nova, pra quando quero ser vacona, como dizia um professor meu da faculdade: “Nova é a revista da secretária vacona”. Ana Maria, pra quando desce o espírito orkutiano e quero preparar um pavê de bolacha Maria. Caras pra me interar de quantas vezes Rihanna apanhou na última semana enquanto retoco a raiz. Manequim, pra aprender a customizar abadás (quem não quer aprender a customizar abadás, gente?). Playboy (hein?), ahh pra ler as piadas, claro. Gosto, pra quando bate aquela vontadinha de comer vieiras grillé com raspas de trufas brancas e redução de vinho do porto as 2h da manhã (eu e Chiquinho Scarpa). Superinteressante pra saber como o pensamento lógico do hemisfério esquerdo do cérebro predomina sobre o direito. Psicologia, pra estudar sobre os arquétipos junguianos que povoam o inconsciente coletivo através da abordagem simbólica e hermenêutica (locão esse Jung). Negócios, pra…pra quê mesmo? Filosofia, pra me aprofundar na teoria moral Kantiana. História da arte, pra amar ainda mais o Monet….
E os Livros? Livros são o papel de parede da minha casa. Livros de todos os assuntos, sabores, cores texturas; livrinhos e livrões. Neruda com Dom Casmurro. Hiroshima e Lobão. Philip Roth de mãos dadas com Veríssimo. Nietzsche e Saramago. Vidas Secas, Yalon, Millor e Shopenhauer. Nabokov encostado nas putas tristes de Márquez. Drummond juntinho com Grisham. Todos dividindo pacificamente o mesmo espaço.
Leio no box antes de entrar no banho, leio cozinhando, leio andando, no carro, no ônibus –Pausa: confesso que com o advento do twitter, meu hábito de leitura passou de 300 páginas para 140 caracteres, por uma simples questão de administração de tempo. Sim, me envergonho disso -Despausa. Livro é minha cocaína. Não tem nada mais reconfortante que ir ao banheiro com um Paulo Coelho, porque né? Se acabar o Neve, você pode limpar o……enfim, não tenho preconceitos, leio tudo que cai na minha mão (mentira! Paulo Coelho ainda não tive coragem.)
Com um pouco de água e pão, moraria tranquilamente na livraria cultura do Villa Lobos. Meu oásis.
Agora tem uma coisa que é feita de papel que não me atrai. O velho jornal. Não curto o jornal em nenhum de seus formatos: tablóide, standart, berliner ou pocket. Jornal é desconfortável e fede, além de sujar as mãos. Jornal tem notícias velhas, de ontem! Quem quer ler notícias de ontem? Notícia de cinco minutos atrás, pra mim, já é notícia velha e a internet ta aí pra isso. É só apertar um refresh e pimba! Tudo atualizadinho e fresquinho. E de repente você tá lá na praia, com o pé cheio de bicho na areia, sem saber o que o que esta acontecendo no mundo, o que as pessoas estão fazendo, no que estão pensando, e se lembra que sua coleção de livros e revistas estão a 200km de distância, seu computador está preso a sua mesa de trabalho, seu notebook de repente virou um puta trambolho, a tela do celular é pequena demais pra se ler qualquer coisa por que dói a vista, e você tá sem saber se Bolsonaro foi cassado, ou curiosa pra saber a quantas anda a Líbia ou quem fez os gols do Paulistão.
Essa defasagem de atualização vai criando uma agonia crescente em meu peito, um comichão, uma coceira, uma falta de ar, uma tremedeira angustiante, ânsia de vômito, taquicardia e PORRA! Como eu preciso de um iPad! Como vivi até hoje sem um iPad? Como pessoas sobrevivem sem iPad? Se Maslow estivesse vivo, iPad viria antes de alimento e sexo em sua pirâmide hierárquica, certeza! Tô com uma necessidade quase fisiológica de possuir um iPad! Daria um braço, ou melhor, morreria por um iPad agora.
Mas um iPad 2, por favor! Porque se quisesse alguma coisa ultrapassada, ficaria com o papel. Afinal, não me contento com pouca bosta.
Logout.
Segue o texto no blog de origem: http://segue.se/VQy
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 16:45 0 comentários
Marcadores: novas mídias, novas tecnologias
A ascensão do Marketing Digital e o declínio da Mídia Tradicional
quarta-feira, 23 de março de 2011
Esse vídeo resume perfeitamente o nosso post de segunda - "A propaganda nem sempre é a alma do negócio, ainda mais em tempos de web 2.0". Vocês irão entender agora o por quê dessa revolução nos meios de se comunicar, interagir e consumir que felizmente estamos não só presenciando, mas vivendo.
Divirtam-se!
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 16:03 0 comentários
Marcadores: Internet, novas mídias, novas tecnologias, redes sociais
O que é Vlog?
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Alguns de vocês já devem ter acessado um Vlog nessas andanças pelo vasto caminho da Internet - muitos sabiam que se tratava de um Vlog, outros acharam que era mais um vídeo de alguém querendo aparecer - A verdade é que o Vlog tornou-se uma excelente ferramenta midiática na web 2.0.
Vlog para quem ainda não sabe, é uma espécie de blog, porém em vídeo, onde geralmente o conteúdo é abordado de forma bem dinâmica, muitas vezes criticando algo, assunto ou alguém - e outras vezes com uma abordagem mais cômica.
O que é interessante nos Vlogs são os personagens - apresentadores dos mesmos, que no geral são pessoas anônimas que resolveram usar a internet e um formato de vídeo caseiro, mas com uma edição rápida e expressiva, a fim de expressar suas opiniões.
De fato, os Vlogs tornaram-se uma fonte de informação e de lazer para inúmeras pessoas que gostam de ficar conectadas e que perceberam na Internet uma verdadeira fonte de sair do anonimato e de ganhar dinheiro se divertindo.
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 03:20 0 comentários
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A rainha da Informação é a Internet
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Priscylla Duarte | Jornalista
Postado por Novas Mídias Digitais às 08:00 0 comentários
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Dicas sobre Produção Web
quinta-feira, 15 de julho de 2010
A produção de um projeto digital
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 09:25 0 comentários
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Como será a Internet em 2015?
segunda-feira, 22 de março de 2010
Pesquisa Ganter sobre Previsões de Novas Tecnologias e Internet para os anos de 2013 e 2015.
Em 2013
. O crescimento da Internet e Novas Tecnologias nos próximos 5 anos
1. O acesso à INTERNET será feito primordialmente por dispositivos moveis em 2013;
2. Smartphone serão 390 milhões;
3. Vídeos irão dominar a Internet em 2013;
4. O investimento em novas tecnologias na América Latina serão em torno de 293 bilhões de dólares em 2013 ;
5. Banda Larga móvel terá 1,5 bilhões de assinantes em 2013;
6. Publicidade online será de 2,6 bilhões de dólares - mundialmente em 2013.
Em 2015
1. Redes Sociais ocuparão o lugar do E-mail nas empresas;
2. Em 2015 o marketing digital controlará mais de 250 bilhões de dólares mundialmente;
3. Em 2015 mais de 3 bilhões de pessoas poderão realizar transações eletrônicas via celular ou internet;
4. Em 2015, provavelmente, o Twitter o Facebook – pelo menos estes – ainda estarão mais com serviços, ferramentas e modelos de negócio diferentes. Entretanto, outras redes sociais terão nascido – e desaparecido – e outras ainda serão a moda daquele momento – com serviços e ferramentas que ainda estão hoje na cabeça criativa dos seus futuros fundadores. Aliás, o próprio conceito de rede social já não será bem o mesmo;
5. Empresas que conseguirem trabalhar melhor as redes sociais poderão utilizá-las para criar canais diretos com os consumidores;
6. Internet e televisão caminharão juntas. Se fundindo. Seja em canais próprios como portais ou em canais de redes sociais.
*Em 2015 estarão entrando na maioridade as primeiras gerações que nasceram num ambiente digital e de Internet (1997 à 2000). Como você acha que pensarão estas gerações?
Priscylla Duarte | Jornalista
Postado por Novas Mídias Digitais às 08:47 2 comentários
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