scrolling='no' Marketing Digital e Novas Mídias | Tendências de Marketing Digital e Redes Sociais na Web 2.0

O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
Mostrando postagens com marcador comunicação empresarial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador comunicação empresarial. Mostrar todas as postagens

Sites de graça geram dor de cabeça para empresários

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


Desenvolver sites para Internet não é tão simples como a maioria das pessoas pensam que é. Exige um planejamento, organização de conteúdo, reuniões entre os desenvolvedores e clientes, mão-de-obra qualificada que vai desde um jornalista, até um designer gráfico especializado em web e programadores que são os responsáveis por toda a parte técnica do projeto.

Gosto muito de fazer uma analogia quando estou conversando com outras pessoas que não entendem muito sobre produção de sites, é a seguinte: Você confiaria entrar em uma sala de cirurgia onde o cirurgião estivesse todo barbudo, mal-tratado e não te passasse confiança? Claro que não, afinal você estaria entregando a sua vida para essa pessoa suspeita - que não condiz com a maioria dos médicos. A mesma coisa são os sites: Eu entro na sua loja, vejo tudo organizado, encontro tudo e saio de lá satisfeita, mas quando entro no site da sua empresa encontro um site sem nenhum estilo, mal-organizado e com um designer ultrapassado, assim não dá. Concorda?

Na mesma hora, eu como cliente, irei pensar que o site não condiz com a loja que sou acostumada a ir. Pior ainda se eu não conheço a loja física, se o meu primeiro contato enquanto cliente foi pela Internet e nesse primeiro contato não tenho tido a sensação agradável que deveria ter em qualquer loja ou serviços.
Pronto, você acaba de perder um cliente e sabemos que um cliente insatisfeito gera outros clientes insatisfeitos, principalmente agora com as Redes Sociais e que as pessoas falam mesmo o que pensam a respeito de exatamente tudo.

Infelizmente alguns empresários por não entenderem a linguagem de programação ou até mesmo de estética, designer internet, ou seja, por não entender do processo de produção de um projeto digital, são levados a comprar gato por lebre. São lesados por não conhecer o produto que estão comprando, e isso acontece com mais freqüência do que imaginamos.

Adquirir um site não é como adquirir uma roupa, é sua empresa a imagem deve ser muito bem projetada para alcançar o real objetivo de se ter um site: Aproximação com o seu cliente, mesmo quando a sua loja estiver fechada – É o canal direto entre o consumidor e a marca – portanto ele deve ser profissional, elegante e interativo.

E agora, o que eu faço? Meu site não está dentro dos padrões! – você deve ter se perguntado – mas vou deixar algumas dicas de como proceder caso a sua imagem na Internet não esteja bem trabalha devido ao seu site.

Primeiramente faz-se necessário deixar bem claro que sites não são baratos e não são mesmo. Sites baratos não são bons para a sua empresa – Uma vez que uma equipe irá se dedicar durante meses e meses de desenvolvimento e preparação de um verdadeiro projeto digital – Portanto dedicação pede incentivos financeiros maiores, talvez folders digitais – que deve ser o que foi vendido para sua empresa possa até ter sido relativamente barato, mas como já falei aqui: Não adiantam de nada. E vou provar.

Pois o que vai acontecer aí é o seguinte:

Criação: Em sites baratos esse quesito não existe.

A empresa que está desenvolvendo o seu site vai pegar um TEMPLATE de Internet e vai adaptá-lo para ser o seu site - ou seja, não terá um trabalho de criação especifica para a sua marca – Ele já o encontrou pronto pela net ou então ele vai criar vários designers e vai vender o mesmo designer para diversas empresas, gerando uma produção em série de sites.

Estruturação e Programação – Básica:

A estruturação não será voltada para mecanismos de buscas, aqueles que deixam o site nas primeiras páginas do Google e na programação você não terá sistemas que o permitem interagir com o seu cliente. Sua empresa terá um site básico. E se não interagi com o seu cliente, não tem razão em existir.
A programação desse site é suja, com códigos que os buscadores não os compreendem, e códigos não compreendidos gera um site não encontrado pelo Google por exemplo. E do que adianta ter um site no ar, se seus clientes não o acham quando procuram por alguma frase chave que tenha o que sua empresa vende?
Você confiaria em uma empresa onde o português não é respeitado? Seu cliente também não.
Textos mal-escritos, nem se fala. Sem concordância verbal, gramatical, com erros de português, também sujam a imagem da sua empresa – e como sujam.

Acessar o seu site pelo celular? Nem pensar.

Sites devem ser acessíveis também por dispositivos móveis e no caso, esse site da sua empresa não será aberto da forma correta em um iPhone por exemplo, pois com certeza está cheio de Flashes e animações de 1998 – características importantes desses sites e que infelizmente os empresários por não saber que já estão ultrapassados querem a todo custo colocar no site da empresa, e como isso não é um projeto/consultoria do que é melhor para a marca ou empresa, os desenvolvedores de sites baratos e rápidos colocam mesmo sem dor e nem piedade, afinal não é a empresa deles que será mal-vista – o resultado parece o carnaval de Olinda – maior festa sem nenhuma utilidade concreta.

Resumindo:

O empresário foi enganado – literalmente e concretamente.

E quando o site é tudo isso que eu falei e é caro?

Sim, existem sites desse tipo espalhados por toda Internet e que custaram uma fortuna - só que ligeiramente maquiada - com uma conversa bonita de desenvolver sites de graças e o cliente só paga a manutenção que é a partir de uma quantia simbólica que gira em torno de 100 reais. Pronto, mais um pobre empresário enganado.

Eles pensam que adquiriram o site de graça e vão pagar mensalmente quantias que não doem no bolso deles de tão baixas que são - que nada – tudo enrolação no bom e velho português.

O contrato é claro que o site só será do cliente depois de 24 meses de assinado, ou seja, o empresário compra algo que não será dele durante 2 anos e ainda fica pagando uma manutenção que nem existe e no final pagou 2.400 reais por um site que não valia nem 500 reais. Isso é sério! Com 2.400 reais se faz um grande projeto digital com muitas funcionalidades e totalmente interativo, ao invés disso o empresário comprou um site literalmente feio, sem nenhuma funcionalidade a não ser de folder digital e que não traz nenhuma relevância para a vida da empresa ou marca, pelo contrário só está sujando – a digitalmente.
A publicidade nos ensina a mentir – ou a maquiar a realidade – Eufemismo novamente.

Falar em parcelas é bem melhor do que falar em totais – Nas vitrines mostrar parcelas a partir de 50 reais (bem grande) e em menor tamanho: 12x de 50 reais, que no final serão: 600 reais gastos é bem mais atraentes para um vendedor do que colocar logo de cara os 600 reais na vitrine, e os clientes que peguem suas calculadoras de celulares para saber o valor total. É assim para tudo. Nosso cérebro nos engana. Experimente andar com várias notas de 2 reais na carteira, por exemplo: você vai achar que tem muito dinheiro, agora ao invés disso: ande só com uma nota de 50 reais na carteira, você é levado a achar que está sem dinheiro. É simples – isso é cientifico.

Por que o valor total do produto assusta um pouco, não é mesmo? É muito mais fácil falar que você irá pagar 100 reais por mês durante 24 meses – que são 2 anos da vida da sua empresa, do que você falar que são 2.400 reais, assim na lata.

É eufemismo o nome dessa figura de linguagem e tem pegado vários empresários com a promessa quase que “santo-do-pau-oco” de incluir empresas no fantástico mundo da Internet – parece conversa pra boi dormir – do que adianta em meio ao mundo cibernético um site jogado em meio a tantos outros?

Bela inclusão digital essa: o empresário fica preso 2 anos a um site que só será dele depois de 2 anos e ainda pagando no final de tudo 2.400 reais, e se por ventura o empresário desistir por que encontrou uma empresa séria, competente e honesta que mostrou matematicamente que ele estava sendo enganado, ele não poderá sair por que terá que além de ter pago as parcelas, ainda terá que pagar uma multa que pode chegar até 1500 reais, dependendo do plano que ele contratou – E é por isso, leitores, que o nosso mercado tecnológico está desacreditado.

Viu como o barato sai EXTREMAMENTE caro, empresário?

Essa é a minha visão com relação a alguns acontecimentos que estou presenciando por aí – tudo minha opinião crítica como profissional da área e consumidora de bons produtos que estão na Internet, incluindo sites empresariais.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Empresários Analistas de Mídias e Redes Sociais:

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011


Resolvi abrir esse Post especial, devido a falta de respeito que venho observando ao longo de 1 ano de trabalho aqui em Natal, em relação ao menosprezo de alguns empresários daqui da capital do Rio Grande do Norte com relação ao poder da Internet e de todas as mídias sociais. Infelizmente por ser uma cidade que ainda está se tornando digamos: Grande, ainda impera a indicação, o coleguismo e a falta de visão de algumas pessoas com relação ao poder que a publicidade online traz para alavancar os negócios independentemente de qual área sejam.

 
Conseguir transpor barreiras, nunca foi tarefa fácil e torna-se bem mais difícil quando quem deveria ser beneficiado não enxerga que está marcando passo: contratando empresas mal-intencionadas para administrar online algo tão importante como deveria ser: A própria marca desses empresários. Ou pior: eles mesmos tentando fazer a presença online, por simples birra, arrogância ou falta de dinheiro mesmo e os três juntos.

Não cito nomes, é claro, para não ser antiética, mas a vontade de escrever aqui um monte de @ de pessoas amadoras que tentam empresariar algo sem ter noção nenhuma de administração de negócios e muito menos de publicidade, isso eu tenho vontade sim e estou realmente com os dedinhos afiados para falar, porém prefiro deixá-los apenas com esse artigo que fiz para contar um pouco de como o mercado de marketing digital daqui de Natal está, seja a nível acadêmico ou profissional - tá tudo de cabeça para baixo. Todo mundo tentando fazer algo e errando tudo – incrível! Não sei se em outras capitais nordestinas está acontecendo o mesmo, mas aqui em Natal parece que parou na idade média, quando os trovadores anunciavam algo através de seus trombones, daí resolvi usar o meu trombone atual = blog e falar o que está acontecendo aqui na esquina do continente - e ponha esquina nisso...

E eis que surge o empresário – analista, que analisa tudo sem saber de nada:

Como se não bastasse a luta travada entre os primos, amigos e sobrinhos que mexem com informática e sabem fazer sites e programar muito bem (como assim?) além de mexer no Orkut, agora és que surge uma nova profissão para travar luta com os analistas em mídias sociais e redes sociais, bem como os desenvolvedores de sites profissionais, são os empresários! Vocês acreditam que eles agora também são analistas de redes sociais e sabem, melhor do que ninguém administrar campanhas e ações realizadas nesses meios? Pois é! Seria a seleção natural da espécie? Darwin por favor me explique.

Principalmente empresários jovens que tem seu Twitterzinho e acha que ações em redes sociais é Tuitar feito cego em tiroteio, entupindo incessantemente a Time Line do pobre do seguidor deles – será que eles sabem o que é Time Line? whatever eu sei que vocês sabem!

Eu escuto cada uma dessas criaturas - que só Jesus prá me guiar. Coisas do tipo: Eu já faço marketing digital nas redes sociais – Tenho Twitter! Legal: meu filho que ainda nem nasceu também já tem, pois tenho que guardar o @ dele. Ou então: Há isso é besteira, eu às vezes ( lê-se: uma vez a cada três meses) entro no Twitter através do meu iPhone e fico lá tuitando para chamar atenção do povo – Que isso cara? Não seria melhor colocar uma melancia na cabeça e dançar a dança do macaco – do PATATI PATATÁ? Chamaria mais atenção e poderia ser tornar uma ação cross media! Op’s, eles não sabem o que é ação cross media Priscylla, eles podem pensar que é algum aplicativo do Twitter - Pois é!

Principalmente se for empresários do ramo de entretenimento, ai sim o bicho pega! Eles acham que 1.000 pessoas no Twitter é muito e isso é fazer campanha online, podem acreditar, número é campanha online - Santa ingenuidade! Espero que o santo protetor dos usuários do Twitter tenha compaixão dessa alma – Já inventaram o santo protetor dos usuários do Twitter? Por que o santo protetor dos analistas de redes sociais já apareceu, é o Saint Cloud – e ele ajuda aos analistas de redes sociais a não enlouquecer diante da falta de claridade mental de alguns empresários terrestres.

O empresário do ramo de diversão mais sensato que já vi falar a respeito do marketing digital foi o presidente da Destaque Promoções - o Roberto Bezerra, esse sim é um cara de visão, de tanta visão que administra há 20 anos o maior carnaval fora de época do Brasil, o @carnatal e ele uma vez disse, no Twitter encontro daqui de Natal, organizado pela Thalita Moema, que fazer marketing pelas redes sociais não é tarefa fácil e nem muito menos barato! Ele investe pesado nesse tipo de publicidade por que ele sabe que os "clientes" dele estão nessa onda e como toda pessoa visionária e ele é não vai ficar de fora dessa, não é mesmo? - virei fã dele, pela sensatez e profissionalismo de só quem tem a veia empresarial forte no corpo pode falar.

Agora vejam bem: Aqui em Natal todos os dias nascem bares - de todos os estilos, porém é claro seletivos - quem os freqüentam são a elite da capital, na mesma proporção que nasce bar, também morre bar - incrível como as pessoas daqui da minha adorável cidade são propensas a desgostar de algo - assim num piscar dos olhos, com exceção do carnatal que reina absoluto - deixando claro: Esse artigo não foi patrocinado pelo Carnatal, não viu? É publicidade espontânea pura e simples.

Pois bem, todos nós sabemos que a maioria dos freqüentadores de bares noturnos são jovens, e o melhor: da classe alta, aí onde essa galera esperta está? Nas redes sociais - vocês acreditam que empresários de bares daqui de Natal cidade turística e tudo mais, não utilizam de forma correta a internet em pro de ganhar mais dinheiro? É! Com pena de investir na publicidade correta (falta de verba ou de visão mesmo, ou então as duas coisas juntas) preferem se queimar ao contratar profissionais especializados para alavancá-los.
Porém, como eu mencionei os bares em Natal vivem pouquinho, pouquinho, não importa se é bom ou ruim, eles vivem pouco, por que os natalenses gostam de modinhas e vão para onde a maioria está indo - e infelizmente se o dono do bar não for esperto, dança bonitinho, sabe como é: Concorrência acirrada e publicidade extremamente mal-feita, aliada a falta de visão do dono do negócio e o mais do mesmo = a falência, seja de um bar ou de um shopping.

Sabe o que vai acontecer daqui a poucos anos? Os papéis irão se inverter - os milhares de reais que são investidos em propagandas e outdoors irão ser revertidos para campanhas na Internet, ou seja, se hoje campanhas na internet é relativamente barato, daqui uns anos não mais será e aí eu quero ver os empresários correndo atrás do prejuízo, ah eu quero, ou será que o iPhone deles vão dá jeito nisso? Sei não viu? Acho melhor ao menos usar o iPad é mais tecnológico e chama bem mais atenção.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Sites de graça geram dor de cabeça para empresários

domingo, 2 de janeiro de 2011

 
Desenvolver sites para Internet não é tão simples como a maioria das pessoas pensam que é. Exige um planejamento, organização de conteúdo, reuniões entre os desenvolvedores e clientes, mão-de-obra qualificada que vai desde um jornalista, até um designer gráfico especializado em web e programadores que são os responsáveis por toda a parte técnica do projeto.
Gosto muito de fazer uma analogia quando estou conversando com outras pessoas que não entendem muito sobre produção de sites, é a seguinte: Você confiaria entrar em uma sala de cirurgia onde o cirurgião estivesse todo barbudo, mal-tratado e não te passasse confiança? Claro que não, afinal você estaria entregando a sua vida para essa pessoa suspeita - que não condiz com a maioria dos médicos. A mesma coisa são os sites: Eu entro na sua loja, vejo tudo organizado, encontro tudo e saio de lá satisfeita, mas quando entro no site da sua empresa encontro um site sem nenhum estilo, mal-organizado e com um designer ultrapassado, assim não dá. Concorda?
 Na mesma hora, eu como cliente, irei pensar que o site não condiz com a loja que sou acostumada a ir. Pior ainda se eu não conheço a loja física, se o meu primeiro contato enquanto cliente foi pela Internet e nesse primeiro contato não tenho tido a sensação agradável que deveria ter em qualquer loja ou serviços.
Pronto, você acaba de perder um cliente e sabemos que um cliente insatisfeito gera outros clientes insatisfeitos, principalmente agora com as Redes Sociais e que as pessoas falam mesmo o que pensam a respeito de exatamente tudo.
Infelizmente alguns empresários por não entenderem a linguagem de programação ou até mesmo de estética, designer internet, ou seja, por não entender do processo de produção de um projeto digital, são levados a comprar gato por lebre. São lesados por não conhecer o produto que estão comprando, e isso acontece com mais freqüência do que imaginamos.
Adquirir um site não é como adquirir uma roupa, é sua empresa a imagem deve ser muito bem projetada para alcançar o real objetivo de se ter um site: Aproximação com o seu cliente, mesmo quando a sua loja estiver fechada – É o canal direto entre o consumidor e a marca – portanto ele deve ser profissional, elegante e interativo.
E agora, o que eu faço? Meu site não está dentro dos padrões! – você deve ter se perguntado – mas vou deixar algumas dicas de como proceder caso a sua imagem na Internet não esteja bem trabalha devido ao seu site.
Primeiramente faz-se necessário deixar bem claro que sites não são baratos e não são mesmo. Sites baratos não são bons para a sua empresa – Uma vez que uma equipe irá se dedicar durante meses e meses de desenvolvimento e preparação de um verdadeiro projeto digital – Portanto dedicação pede incentivos financeiros maiores, talvez folders digitais – que deve ser o que foi vendido para sua empresa possa até ter sido relativamente barato, mas como já falei aqui: Não adiantam de nada. E vou provar.

 Pois o que vai acontecer aí é o seguinte:
Criação: Em sites baratos esse quesito não existe.
A empresa que está desenvolvendo o seu site vai pegar um TEMPLATE de Internet e vai adaptá-lo para ser o seu site - ou seja, não terá um trabalho de criação especifica para a sua marca – Ele já o encontrou pronto pela net ou então ele vai criar vários designers e vai vender o mesmo designer para diversas empresas, gerando uma produção em série de sites.
Estruturação e Programação – Básica:
A estruturação não será voltada para mecanismos de buscas, aqueles que deixam o site nas primeiras páginas do Google e na programação você não terá sistemas que o permitem interagir com o seu cliente. Sua empresa terá um site básico. E se não interagi com o seu cliente, não tem razão em existir.
A programação desse site é suja, com códigos que os buscadores não os compreendem, e códigos não compreendidos gera um site não encontrado pelo Google por exemplo.  E do que adianta ter um site no ar, se seus clientes não o acham quando procuram por alguma frase chave que tenha  o que sua empresa vende?
Você confiaria em uma empresa onde o português não é respeitado? Seu cliente também não.
Textos mal-escritos, nem se fala.  Sem concordância verbal, gramatical, com erros de português, também sujam a imagem da sua empresa – e como sujam.
Acessar o seu site pelo celular? Nem pensar.
Sites devem ser acessíveis também por dispositivos móveis e no caso, esse site da sua empresa não será aberto da forma correta em um iPhone por exemplo, pois com certeza está cheio de Flashes e animações de 1998 – características importantes desses sites e que infelizmente os empresários por não saber que já estão ultrapassados querem a todo custo colocar no site da empresa, e como isso não é um projeto/consultoria do que é melhor para a marca ou empresa, os desenvolvedores de sites baratos e rápidos colocam mesmo sem dor e nem piedade, afinal não é a empresa deles que será mal-vista – o resultado parece o carnaval de Olinda – maior festa sem nenhuma utilidade concreta.
Resumindo:
O empresário foi enganado – literalmente e concretamente.
E quando o site é tudo isso que eu falei e é caro?
 Sim, existem sites desse tipo espalhados por toda Internet e que custaram uma fortuna - só que ligeiramente maquiada - com uma conversa bonita de desenvolver sites de graças e o cliente só paga a manutenção que é a partir de uma quantia simbólica que gira em torno de 100 reais. Pronto, mais um pobre empresário enganado.
Eles pensam que adquiriram o site de graça e vão pagar mensalmente quantias que não doem no bolso deles de tão baixas que são - que nada – tudo enrolação no bom e velho português.
O contrato é claro que o site só será do cliente depois de 24 meses de assinado, ou seja, o empresário compra algo que não será dele durante 2 anos e ainda fica pagando uma manutenção que nem existe e no final pagou 2.400 reais por um site que não valia nem 500 reais. Isso é sério! Com 2.400 reais se faz um grande projeto digital com muitas funcionalidades e totalmente interativo, ao invés disso o empresário comprou um site literalmente feio, sem nenhuma funcionalidade a não ser de folder digital e que não traz nenhuma relevância para a vida da empresa ou marca, pelo contrário só está sujando – a digitalmente.
A publicidade nos ensina a mentir – ou a maquiar a realidade – Eufemismo novamente.
Falar em parcelas é bem melhor do que falar em totais – Nas vitrines mostrar parcelas a partir de 50 reais (bem grande) e em menor tamanho: 12x de 50 reais, que no final serão: 600 reais gastos é bem mais atraentes para um vendedor do que colocar logo de cara os 600 reais na vitrine, e os clientes que peguem suas calculadoras de celulares para saber o valor total. É assim para tudo. Nosso cérebro nos engana. Experimente andar com várias notas de 2 reais na carteira, por exemplo: você vai achar que tem muito dinheiro, agora ao invés disso: ande só com uma nota de 50 reais na carteira, você é levado a achar que está sem dinheiro. É simples – isso é cientifico.  
Por que o valor total do produto assusta um pouco, não é mesmo? É muito mais fácil falar que você irá pagar 100 reais por mês durante 24 meses – que são 2 anos da vida da sua empresa, do que você falar que são 2.400 reais, assim na lata.
É eufemismo o nome dessa figura de linguagem e tem pegado vários empresários com a promessa quase que “santo-do-pau-oco” de incluir empresas no fantástico mundo da Internet – parece conversa pra boi dormir – do que adianta em meio ao mundo cibernético um site jogado em meio a tantos outros?
Bela inclusão digital essa: o empresário fica preso 2 anos a um site que só será dele depois de 2 anos e ainda pagando no final de tudo 2.400 reais, e se por ventura o empresário desistir por que encontrou uma empresa séria, competente e honesta que mostrou matematicamente que ele estava sendo enganado, ele não poderá sair por que terá que além de ter pago as parcelas, ainda terá que pagar uma multa que pode chegar até 1500 reais, dependendo do plano que ele contratou – E é por isso, leitores, que o nosso mercado tecnológico está desacreditado.
Viu como o barato sai EXTREMAMENTE caro, empresário?
Essa é a minha visão com relação a alguns acontecimentos que estou presenciando por aí – tudo minha opinião crítica como profissional da área e consumidora de bons produtos que estão na Internet, incluindo sites empresariais.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Agências Web: Como atender melhor o seu cliente

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A empresa que procura uma agência de publicidade seja especializada em publicidade digital ou tradicional, procura nesta agência atenção e dedicação por parte das mesmas. Quando a agência tem menos contas, ou seja, menos clientes, ela tem maiores chances de desenvolver melhor o trabalho oferecido ao cliente, uma vez que, sendo pequena, o contato será mais próximo, ela conhecerá melhor o serviço do cliente e tem maiores chances de desenvolver lanços afetivos, o que é fundamental nesse tipo de serviço.

A agência precisa acreditar no serviço oferecido pelo seu cliente para poder fazer uma campanha melhor elaborada e que tenha apelo emocional, isso é fato!

Quando a agência é grande, o tratamento nunca será igual a da agência pequena. Muitos clientes, muitos cases para desenvolver, pouco contato pessoal e muitas vezes o cliente é conhecido apenas pela a área de atuação, o contato direto não é valorizado, e isso interfere muito no desenvolvimento do trabalho.


Sabemos que quantidade é bom, sim é! Mas, muito melhor que quantidade de clientes, é a qualidade dos clientes. Do que adianta, me respondam: ter incontáveis clientes, se apenas uma parcela desses clientes serão bem atendidos, e a outra vai falar mal do seu serviço? de nada, vai perder a outra parcela mesmo; que se distribuirão entre os concorrentes da sua empresa.


É melhor, a agência ter um número menor de clientes, desenvolver um excelente trabalho e com isso ser divulgado, pelos próprios clientes, gerando propaganda gratuita e de relevância, trazendo melhores clientes, que não vão dá dor de cabeça para sua empresa e seus colaboradores e com isso crescer de forma qualitativa e não quantitativa. Pense.


Dicas:

Agências - A quantidade de clientes não quer dizer nada, pois o cliente sabe quando o trabalho é bem ou mal feito. E pode ter certeza: Cliente nenhum contrata uma agência de publicidade por ela ter vários clientes, ele contrata a agência pela qualidade do trabalho prestado. Se sua agência consegue dá conta de inúmeros clientes e ainda fazer um serviço excelente ( o que eu duvido) parabéns! Agora se não (o que eu acho bem mais provável) tá na hora de rever seus conceitos para não ficar para trás.


Clientes - Na hora de escolher a sua agência tenha em mente que publicidade trabalha única e exclusivamente com criatividade e criatividade não se adquire com o passar dos anos, ela vem da pessoa. Procure agências criativas, que não sejam engessadas no passado. Lembre-se que publicidade e passado não andam juntos, a publicidade anda de mãos dadas com o presente e é fã do futuro!





Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Os empresários e os estagiários em TI e Marketing

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

 Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em espcial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito, em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de  profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou   o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aluno.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece  e seu bolso também.

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Relacionar-se com o cliente não se limita apenas ao Twitter

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em especial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixuo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.E nenhuma empresa pode depender de erros e acertos, isso é imaturidade.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aprendiz.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da sua empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece e seu bolso também.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladurte

Uma campanha feita pelo povo e para o povo: #FrasesTipicasNatalenses no TT do Twitter.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

As Redes Sociais são locais de interação e engajamento entre pessoas, essas são as principais características dessas ferramentas. Algumas empresas atentas aos fatos estão participando massiva e ativamente dessas ferramentas, porém o fato é que: “Para haver realmente um engajamento entre os clientes, faz-se necessário que a ação seja bem estruturada e interativa”.

Torno a afirmar que engajamento, participação e comoção não se dão apenas com distribuição de brindes. Para que o público participe é necessário muito mais que isso, é imprescindível que a ação seja bastante colaborativa e interativa.

Para os profissionais, agências e empresas que tinham alguma dúvida dessa afirmação, a prova veio hoje no Twitter. Desde as 9 horas da manhã do dia 03/09/2010 está acontecendo uma ação no Twitter e que não teve origem em campanhas de marketing digital de determinadas empresas e muito menos oferece brindes para quem participar, a ação utiliza-se simplesmente do apelo emocional e de identificação do participante para com o objeto, que nesse caso é a experiência do usuário.

Trata-se da HashTag #frasestipicasdenatalenses, uma forma inteligente e engajante de levar a cidade do Natal/RN para o TT do Twitter, contando somente com a participação emotiva do participante, mostrando que não é só de brindes que se faz uma campanha online, mesmo que não seja referente a uma marca ou empresa.

Redes Sociais são ferramentas participativas e que nasceram com o intuito de emocionar os usuários, pense nisso quando forem organizar as ações dos seus clientes.




Priscylla Duarte | Jornalista

A difícil missão do empresário de TI em conseguir um profissional inteligente emocionalmente

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

 Trabalho há 2 anos na área de comunicação online  e ao longo desse pequeno tempo de  experiência, venho percebendo o quanto a área que atuo é carente de bons profissionais, principalmente aqui no nordeste – especificamente em Natal/RN.  
 
Nos bancos acadêmicos as faculdades de comunicação social ainda estão voltadas para o tradicional. Sabemos que são importantes as mídias de massa tradicional e que o aluno tem que ter a base de todas elas, mas e a comunicação digital que vem crescendo e com isso necessitando de bons profissionais, como fica? Na faculdade não existe ainda uma disciplina concreta para essa área, e os profissionais que hoje atuam na área estão fazendo uma junção do que aprenderam na faculdade e o que vem aprendendo e desenvolvendo na prática e vivencia deles próprios ou de outros profissionais.
Outra área bastante carente de profissionais comprometidos em fazer algo diferente, inovador e criativo é a área de desenvolvimento de projetos digitais – sites, portais e sistemas, ao qual atuo há 1 ano como diretora de conteúdo web e redatora. Como é difícil unir em um só profissional engajamento com a equipe, foco em resultados para os clientes e fidelidade para com a agência em que o mesmo trabalha – Como a cidade é bem pequena, vários profissionais circulam de empresa em empresa, divulgando o que acontece ou acontecia na agência, sem ética alguma – isso é preocupante, uma vez que muitas empresas têm uma forma x de trabalho e como os profissionais, na maioria, já passaram por todas as empresas, muitos deles, ficam com intrigas e “disse me disse” uns para com os outros – desvalorizando o trabalho da empresa em que um dia ele já atuou.
Outro problema também é: A coerência do trabalho com o salário pretendido. Muitos são ótimos, mas fogem a realidade salarial da cidade ao qual estão inseridos, outros são péssimos e querem receber salários que continuam fugindo da realidade do estado, e fiquem certos: Todos querem receber bem mais do que realmente merecem.
Aqui em Natal, o salário base dos profissionais de internet está em torno de 1200 reais – para programador e 900 reais para designer gráfico, porém todas as empresas de Natal que fazem esse serviço de desenvolvimento de sites, primeiro pagam aos profissionais recém chegados das faculdades ou recém chegados na empresa uma quantia que fica em metade deste valor que citei acima, ou seja, as empresas pagam pelo período de experiência de 3 meses,  em torno de 600 reais + vales transportes - para trabalhar de segunda à sábado, em horário comercial, e a medida que o profissional se destaca no trabalho, ele vai galgando aumento de salário – isso é regra nas agências de publicidade digital da capital potiguar.
Pois bem, tem muitos profissionais que não tem experiência alguma e se recusam a receber esse valor mencionado, que é a realidade do estado, por que tem a ilusão do mercado do sudeste, que paga é obvio, bem mais para um profissional da área. Porém, o que os profissionais natalenses se esquecem é que em São Paulo os profissionais têm mais estudo, mais cursos e mais experiências, já aqui em Natal as faculdades são poucas, não existe pós-graduação na área e os cursos técnicos ainda são escassos, muitos profissionais daqui não tem experiência na área e quando uma empresa tenta apostar neste profissional – mesmo com todos os contras que citei acima, oferecendo emprego e renda, eles se recusam por que acham o valor pouco – eu digo: não é pouco, é o justo para quem ainda está aprendendo e é o justo para quem já tem experiência na área, mas ainda não tem experiência na empresa – Os profissionais tem enormes chances de receber um excelente salário, mas para isso é preciso primeiro descer do salto, ter humildade de quem ainda está aprendendo, não trabalhou em empresa alguma e acabou de sair de um curso; pois sem humildade, a única certeza  é que terá outro profissional na mesma condição, porém com um nível de maturidade bem maior que o concorrente – fica o ditado: “Mas vale um pássaro nas mãos do que dois voando” A famosa Geração Y é bem esperta, mas ainda tem muito o que aprender com os mais velhos”.


 imagem da internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Uso das Redes Sociais para conseguir emprego

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

 O meu perfil nas redes sociais é o meu currículo.


Inúmeras empresas de RH e estatais estão utilizando as redes sociais para avaliação e seleção para vagas de empregos. É comum hoje em dia vermos no Twitter anúncios de vagas para estágios, treineers e vagas de empregos com carteira assinada ou temporários. No geral são vagas para diversas áreas, porém de fato, as vagas para a área de comunicação são as que mais se sobresaem. 
A avaliação dos perfis no Orkut, por exemplo, voltadas para as comunidades já são o primeiro contato com os candidatos, muitas vezes antes mesmo de serem enviados currículos para essas vagas, as consultorias em RH já fazem primeiramente a triagem do profissional que mais se encaixa no perfil das vagas através do que ele escreve, quem segue ou as comunidades ao qual ele participa, e depois o próprio RH entra em contato com a pessoa a fim de convidá-la para a entrevista. Portanto, quem usa as redes sociais somente para entretenimento e coloca em seus perfis opiniões acaloradas sobre determinados assuntos, ou afirmam não gostar de acordar cedo ou de trabalhar, corre sérios riscos de perder a vaga para um concorrente que não tenha, por exemplo, em seu perfil essas comunidades – Segue o ditado popular: “Nem tudo o que eu penso, eu falo.” -  isso serve também para ser aplicada nas redes sociais. 
O que é importante salientar é que não existe mais essa divisão entre minha vida dentro ou fora das redes sociais, você é -  para as empresas de RH  e para o mundo- exatamente o que você posta ou tuita. Portanto se pretende participar de processos seletivos via rede sociais, vou te dá a primeira dica: Faça uma faxina no seu perfil.
  1. Comece excluindo todas as comunidades que estão fora dos padrões de aceitação da sociedade; comunidades do tipo: Eu odeio o meu chefe, odeio trabalhar, odeio acordar cedo, todas essas comunidades que contribuem de forma negativa e que vão de encontro a uma pessoa que não é sociável e difícil de lidar;
  2. Não tuite assuntos relacionados ao dia a dia do seu trabalho atual, ou se for tuitar seja extremamente político nas suas afirmações. Também não seja “bajulador”, pois os profissionais de seleção de mão de obra podem interpretar que você está querendo apenas chamar atenção para algo que você não costuma ser.
  3. Evite postar fotos suas em situação muito pessoais, como namorando ou segurando litros e litros de uísques. Suas fotos dizem muito como você é verdadeiramente. Portanto se quiser passar uma imagem sóbria e responsável, evite se expor demais no seu álbum de fotos. Lembre-se que seu perfil na internet é o seu principal cartão de visita para tudo.
  4. Escreva corretamente. Nada de abreviações ou “internetês”, escrever: “Euu toh cum fomii”! Sinceramente, é infantil demais para uma pessoa de 20 anos de idade. Mostre que domina o português e não que você escreve em dialetos, seja adulto como pede a sua idade.
Com essas dicas de comportamento nas redes sociais, quando o RH da empresa que você pretende trabalhar visitar o seu perfil, e ver que você usa com moderação essa ferramenta tão importante nos dias atuais, certamente você será chamado para o próximo passo: A entrevista. E nessa etapa, você também deve se comportar de forma coesa para não dá a impressão que seu perfil pessoal na verdade estava “maquiado”.
No próximo post vamos comentar o assunto: “As redes sociais nas escolas de ensino infantil”.



Priscylla Duarte | Jornalista

A verdade sobre a Geração Y

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Empresas de publicidade no geral são em maioria constituída por jovens que fazem parte da famosa Geração Y. Jovens, que segundo especialistas, anseiam por mudanças, conseguem fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, além de terem muitos conhecimentos em novas tecnologias e outras formas de comunicação por aí afora.

Mas, como tudo tem o lado bom e o lado ruim, essa geração também tem o seu lado não tão bom – e na minha concepção o ruim supera o bom, são eles: a ansiedade em ter tudo na hora que desejam, não tem apego às coisas e mudam constantemente de ideias, isso para uma empresa que necessita de pessoas engajadas e dispostas a fazê-la crescer são bastante complicadas de se lidar. Como investir em um profissional se a empresa não tem a certeza que esse profissional está realmente engajado na missão e valores da empresa? A resposta não vem assim tão breve.

As empresas se perguntam o tempo todo: Será que tenho que dá treinamento? Horário flexível deve ajudar; Não. Vamos colocar uma sala, tipo aquela que tem no escritório do Google que vai dá tudo certo. Ledo engano. Os jovens da geração Y são impulsivos nada irá segurá-los em um emprego que já os entediam, e não interessa o que a empresa oferece para fazê-los mudarem de ideia. Nada irá ajudar, pois como já mencionei a cima, a Geração Y muda de ideia com o passar dos segundos do relógio e não é o lugar, o emprego ou o salário que o incomoda, na verdade a inquietação está dentro de cada jovem Y que foi educado com o que chamo de “criação culpada”, pais que para suprir a ausência de seus lares e das vidas de seus filhos, preferiram comprá-los com presentinhos e coisinhas que são dadas na hora que são pedidas ou melhor que são exigidas, há essa também é uma característica bastante peculiar dos Geração Y: A Exigência.

E não é a exigência em si própria, em querer o melhor para si, nada disso! É a exigência no outro ou nos outros, exigem demais e por isso somos uma geração de pessoas sem rumo. Digo isso com propriedade, pois faço parte da Geração Y com todas essas qualidades e defeitos de uma geração que se acostumou a querer tudo e não ter nada – Essa é a minha definição de Geração Y e me desculpe os especialistas que defendem a minha geração, mas sinceramente não vejo tantas qualidades nela.

Citarei um exemplo bastante simples e que todos irão se identificar: Nossos Pais. Com idade entre 20 ou 25 anos, nossos pais já tinham um emprego estável, já eram pais e mães e já possuíam ao menos um bem durável em seus nomes: casa própria por exemplo. De contrapartida, nossa Geração mais da metade deve ao SPC e Serasa, não tem um emprego estável e ao menos terminou a faculdade, não preciso nem mencionar a aquisição da casa própria, pois em sua maioria a Geração Y prefere ficar na segurança da casa de seus pais, com idade entre 25 ou 30 anos e ainda dependente emocionalmente e financeiramente de papai e mamãe – ou como dizem aqui no Nordeste – Painho e Mainha – Isso é normal, psicólogos?

Então, especialistas, fica a pergunta: Que geração tão inovadora e desbravadora é essa que está sendo “pintada” para o mundo? Estamos querendo enganar a quem? Basta observar pesquisa de desemprego, inadimplência e jovens mães que entregam os seus filhos para os avós criarem, por que elas não tem nada de tangível para seguir a vida no mundo real.

Estatísticas de que a Geração Y faz N coisas ao mesmo tempo ( e não faz nada), só afirma que os jovens de hoje realmente foram vitimas de um capitalismo mesquinho que fizeram com que fossem crianças sem os pais e agora, adultos fracos e totalmente dependente de seus pais. Fico me perguntando: Como serão os filhos da Geração Y? Talvez se forem criados pelos computadores terão mais sorte que seus pais. Cometeremos o mesmo erro de nossos pais, quando nos deixaram que a televisão nos educassem, ao invés de seguir a regrinha da vovó que sempre dizia com sabedoria: Lugar de filho é com a mãe? Sim caros leitores, tudo indica que nossos filhos serão mais algumas vitimas do capitalismo, onde nós teremos que correr como loucos para comprar tudo o que será oferecido a eles através das redes sociais – isso mesmo: Nossos filhos não ficarão de frente para a televisão como ficávamos; eles ficarão de frente para o computador, fuçando tudo quanto for redes sociais e como as redes sociais estão cheias de empresas que preferem vender à se relacionar com o cliente, nada mais justo que lá também tenham publicidades e com isso – Gastos dos papais Y.

Será que um dia a humanidade voltará a regra de filhos bem cuidados, pais felizes? Não sei. Mas com certeza não quero seguir a música que a Elis Regina cantou um dia com tanto amor – “Ainda somos os mesmo e vivemos como os nossos pais”. Prefiro seguir o poema que minha sabia Avó Jaci cantarolava para mim e minhas primas quando éramos pequenas: “Quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”.

Geração Y: Acorda!

Imagem da Internet

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Os Analistas em Redes Sociais e Suas Ações na Web 2.0

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Com o advento das redes sociais na Internet surgiu também à necessidade de algumas marcas e empresas participarem de forma ativa das mesmas; com isso como já observamos Web 2.0 a fora; centenas de empresas e profissionais especializados em redes sociais e marketing digital surgiram na mesma proporção que os sites de relacionamentos cresciam. Mas, será que esses profissionais estão realmente capacitados para desenvolver ações que surtam algum resultado para as empresas que procuram os seus serviços? Tenho observado algumas ações nas redes sociais e com bastante sinceridade, não vejo engajamento e valores efetivos nas campanhas.



O que eu vejo são ações comuns, nada de muito criativo e interativo como pede a nova comunicação cliente/empresas. Ações do tipo: Retuite esta mensagem e concorra a um sorteio de determinado produto (geralmente o sorteio é chaveiro, pen drive, algo que lembre a marca ou ingressos – o que lembra um programa de rádio no período vespertino, que sorteia tudo que ver pela frente), ou siga o @algumacoisa e participe da promoção, fazem parte do dia a dia de todos nós que passamos horas na internet pesquisando e analisando o uso dessas ferramentas. Será que o seu seguidor está realmente interessado em participar desse tipo de ação? Já parou para se perguntar que ele está esperando muito mais do que sorteios online de produtos simples, que eles mesmos poderiam adquirir por livre e espontânea vontade ou você simplesmente poderia dar ao invés de contar com a sorte dele? Eu acho que não.


O que está acontecendo nas redes sociais é puro e simples sorteios e promoções que já aconteciam nas outras mídias; lembram-se do mande sua cartinha para o caldo maggi e concorra a prêmios? Só mudou o veículo e o tipo de carta, na minha visão não há nada de criativo e diferente nessas ações, e o que venho observando é que o alcance das mesmas também não tem nada de extraordinário. Dia desses observei um perfil de determinada marca fazendo uma ação no Twitter, onde o perfil tem 3.654 seguidores e na ação de Retuitar tal mensagem APENAS 125 seguidores a retuitaram, você acha que essa campanha obteve resultado esperado? Ora eu tenho mais de 3.000 pessoas para atingir e somente 100 aceitaram a minha ação? Tá na hora de repensar o conceito de interação, então.


Tem várias maneiras de interagir em ações em redes sociais, porém os profissionais estão fazendo o óbvio não sei se por que o investimento que as empresas estão disponibilizando ainda é baixo – aconselho então a nem investir nas redes sociais, já que onde os seus reais consumidores estão você não investe, então não há necessidade de ter um perfil na rede, ou se é por falta de vontade de inovar, um profissional “engessado” sem criatividade e espontaneidade.


Pensem comigo: Se eu tenho 3.654 pessoas seguindo a minha marca por LIVRE e ESPONTÂNEA vontade, significa dizer que eu tenho um número razoável de admiradores do meu produto, concordam? Pois bem, se um analista parar e pensar ele vai ter N ideias de como surpreender essas pessoas, e fugindo de sorteios – Sortear algo não é a melhor forma de engajar pessoas, mesmo por que estamos contando com SORTE e isso realmente é probabilidade pura e simples de se ganhar algo. Mas, se eu como analista sugiro ao meu cliente que dê algo para essas pessoas que admiram a marca e estão o seguindo por isso, esse tipo de ação teria um alcance muito maior, concordam comigo? Mesmo por que sortear par de ingressos ou chaveirinhos não é uma forma de interação, se eu distribuir esses chaveirinhos com minha marca para essas mais de 3.000 pessoas eu terei mais de 3.000 pessoas fazendo propaganda involuntária da minha marca, e não somente 1 pessoa que com sorte ganhou o sorteio onde de 3.000 pessoas somente 100 participaram, pensem nisso? É pura lógica.

Ser analista em redes sociais não é somente escrever bonito, entender das necessidades do seu cliente e sair disparando informações e promoções redes sociais a fora, um analista em redes sociais deve mais que conhecer a marca do seu cliente, ele deve conhecer os clientes dos seus clientes, compreenderam a dinâmica das coisas? O profissional tem que entender de probabilidade, analisar as causas e conseqüências da ação, verificar estatísticas e ver se realmente aquele público vai se engajar na ação proposta e principalmente ser criativo, pois alguém que mexe com o imaginário das pessoas e não ter sensibilidade e censo crítico, definitivamente não tem os pré-requisitos básicos para ser um bom analista em qualquer coisa, muito menos em redes sociais, como é o tema deste post.

Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Redes Sociais e Publicidade online são as grandes estrelas da Web 2.0

sexta-feira, 23 de julho de 2010

 Nos últimos dias os Internautas foram surpreendidos com várias novidades. Duas delas foram o crescimento do Facebook, que pulou de 300 milhões de usuários para 500 milhões, esse crescimento em menos de 3 meses demonstra que as redes sociais não são moda e chegaram realmente para transformar a forma como nos comunicamos e interagimos com as pessoas e com o mundo de uma forma geral. Outra grande novidade é com relação à publicidade na web, segundo pesquisadores da Nielsen – Ibope da Internet, nos próximos 4 anos, ou seja em 2014, a Internet arrecadará em publicidade cerca de 96 bilhões de dólares, se equiparando a televisão – sua maior “rival”, quando falamos em Propaganda/publicidade.  Esses números demonstram que iremos presenciar nesses próximos anos a consolidação das Novas Mídias, seja com relação a entretenimento, quanto a faturamento, o que é muito bom para os empresários que pretendem investir em ações via web.
Será inevitável que os profissionais de publicidade tradicional passem a observar esse veículo não apenas para envio de Newsletter com promoções ou propagandas invasivas nas caixas de E-mails dos clientes, mas sim trabalhem de forma efetiva em parceria com profissionais especializados em web. Falando neles, Os profissionais que trabalham com INTERNET também crescerão em proporção à medida que os investimentos na web forem acontecendo.
O importante nessa história é que iremos participar de forma efetiva dessa nova revolução da comunicação, e quem trabalha com a Internet, estará fazendo parte efetiva dessa história. Se hoje observamos todo esse “frizon” em cima das possibilidades que o meio internet poderá oferecer com relação à publicidade e o marketing digital, nos próximos anos estaremos participando da consolidação do que hoje está acontecendo.  Sabe o que é mais interessante nessa história toda? É que na verdade toda a população ativa na Internet também está deixando a sua marca, todos que tem seus perfis em alguma rede social, colaboram com conteúdo interessante em blogs pessoais ou de profissionais liberais, até mesmo quem um dia comprou algo online, participou de forma EFETIVA nessa transformação. Ou seja, escrevemos todos juntos e escolhemos como nosso esse veículo de grande expansão mundial, isso é ser 2.0.
 E o que isso tudo traz para o Brasil? Bom, daqui há 4 anos o nosso País será sede do maior evento esportivo do mundo: A Copa. É inegável que nesses próximos anos os olhos do mundo estarão voltados para nós, brasileiros. E qual o meio de comunicação que alcança com mais rapidez, eficiência e agilidade a todos? A INTERNET é claro. Portanto, empresários e profissionais interessados em, respectivamente, lucrar e obter crescimento profissional, sem sombra de dúvidas investirão maior parcela de publicidade e tempo (respectivamente) no meio web, isso é ser inteligente.
O interessante é começar agora, pois implantar credibilidade e periodicidade na web, seja por meio de redes sociais ou ações requer tempo e muita paciência, quem começar agora, daqui há 4 anos estará colhendo os frutos. Arrisco-me a dizer que nos próximos 10 anos a empresa que não tiver presença digital corre sério risco de fechar suas portas; permanecer “parado no tempo” não ajudará muito quando a geração que nasceu na implantação dessa Nova Comunicação, hoje com 5 anos; crescer e se tornar um consumidor ativo, e isso se tornará real nos próximos 10 anos.


 Imagem da Internet

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

E-book - Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas

sexta-feira, 16 de julho de 2010

 O Mercado de Livros Digitais está crescendo à  medida que os leitores digitais vão se tornando acessiveis para consumo. Em meio disso, novos e talentosos autores surgem. Na área de comunicação digital poderiamos citar alguns, como por exemplo a Especialista em Redes Sociais Raquel Recuero e o Andre Telles. Mas, o motivo deste post é para apresentar a vocês um Estreiante na arte de escrever, o William Douglas que está lançando o seu primeiro livro ( exclusivamente digital); Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas.


Conheçam:

O e-book “Redes Sociais – Segmentando O Nicho Das Empresas”, explica de forma bastante intuitiva o modo com que EMPRESAS devem se comportar nas redes sociais, e como elas poderão tirar proveito dessas fantásticas plataformas de Web 2.0; as REDES SOCIAIS.

Com uma leitura rápida, e com muitos links que agregam ainda mais conhecimentos sobre o assunto, o e-book “Redes Sociais – Segmentando O Nicho Das Empresas” lhe mostra em etapas, os processos que serão decisivos para o sucesso da sua empresa nas redes sociais.

Este e-book faz parte de uma série de outros e-books que serão editados e traduzidos para o inglês e espanhol, e que serão lançados mensalmente de acordo com as suas liberações com seus respectivos autores. Estão sendo vendidos a princípio pelo mercado livre, enquanto a loja virtual está sendo desenvolvida.


CNPJ: 12.183.097/0001-02
William Douglas G. de Castro



FAQ:

Para quem se destina?

Para profissionais da área de TI, agências de publicidade digital, estudantes, pesquisadores, empresários antenados as novas tendências de marketing digital, enfim, por ser escrito em uma linguagem simples, direta e objetiva, qualquer pessoa com conhecimentos mínimos em internet e nas redes sociais que deseja atuar, facilmente entenderá a mensagem.

Quantas páginas têm o e-book?


 52 páginas.

Quais são as medidas?

 Alt:184,1mm x Larg:266,7mm (executivo)

Qual o formato do arquivo?

O formato do arquivo é PDF, que é compatível com todos os leitores digitais, computadores, ipads, smartfones e alguns celulares (eu mesmo leio e-books pelo meu celular,e ele não é um super!).

Qual a forma de envio?

Após a confirmação de pagamento em conta corrente, o arquivo será enviado para o e-mail do comprador.

Qual a forma de pagamento?

Somente deposito em conta corrente/poupança, do banco BB.

Prazo de envio?


No prazo máximo de 48 horas, após confirmação.




O E-book Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas, está sendo vendido à princípio no Mercado Livre com o valor bastante acessível: R$ 9,99. Adquira o seu!


Entrevista com o autor do E-Book Redes Sociais: Segmentando o Nicho das Empresas


Priscylla Duarte | Jornalista

O Poder das Novas Mídias. Como gerenciar as crises geradas pelo mau-uso das Redes Sociais

quarta-feira, 14 de julho de 2010

As Mídias Sociais assumiram papel fundamental nessa nova esfera da comunicação que presenciamos hoje em dia. Ter uma presença online marcante e relevante tanto para pessoas comuns, tanto para empresas e marcas tornou-se fundamental, diria que não participar ativamente das redes sociais e novas mídias no geral, é semelhante a um suicídio, nesse caso suicídio online.



A forte presença de pessoas comuns na rede, dispostas a trocar informações, experiências e conhecimentos específicos, fez com que empresários e profissionais de comunicação atenta-se a este fato e passassem a oferecer serviços voltados para essa nova área em desenvolvimento. Porém, na mesma proporção que as mídias sociais crescem, cresce também o mau-uso, não das ferramentas, mas sim das ações digitais feitas nessas ferramentas.



O Problema é que existe um mau-entendimento do que é usar uma ferramenta, como Orkut e Twitter, que funciona intuitivamente, ou seja, você não precisa ser formado para mexer em nenhuma delas, qualquer criança sabe utilizá-la. Mas para que seja feita uma campanha de marketing e administração de imagens nessas ferramentas é necessário sim, a presença de profissional capacitado, juntamente com uma equipe envolvida e disposta a gerar resultados, esse é o grande dilema do uso das redes sociais e novas mídias nessa etapa de desenvolvimento que estamos presenciando.



Ainda existe uma cultura por parte dos empresários em colocar algum funcionário que entende um pouquinho há mais de Internet do que os demais para “tomar conta das redes sociais da empresa ou marca”, sobrecarregando o funcionário com mais atividades no trabalho e não obtendo o objetivo, ou melhor, não existe objetivo, pois muitos ainda insistem em participar das redes porque o concorrente participa, mas eles também se esquecem que esses concorrentes têm uma equipe totalmente engajada nesse propósito e que, portanto não podem concorrer com quem está fazendo o correto. O objetivo, a administração e a conclusão são palavras – chave para uma campanha de marketing digital ou ação social nas novas mídias terem o resultado esperado.



Seria interessante que nós, profissionais da área organizássemos uma campanha de conscientização sobre o que é a profissão de analista em redes sociais e os malefícios que podem ocorrer quando uma empresa ou marca a fim de “poupar” dinheiro não faz a coisa certa.



Devemos deixar claro a eles que essa atitude pode acarretar não só danos financeiros para a empresa, mas alertar também para o que eu considero mais preocupante: que o uso errado das ferramentas e não organização da ação pode gerar uma péssima imagem na rede e com isso transferir essa má imagem originada online para o offline, pois como já mencionei acima, sobrecarregando o funcionário da empresa ele não terá tempo de ao menos administrar os perfis e os comentários gerados na rede como um todo, acarretando o que chamamos de crise de imagem, dentre outros problemas que irão surgir devido à negligência dos empresários para com a INTERNET – Esse veículo é extremamente rápido em propagar informações e fechar os olhos para essa verdade não ajudará em nada no crescimento da sua empresa.



Quero esclarecer que uma pessoa sozinha, que não tem conhecimento em comunicação, marketing, publicidade e relacionamento não tem condições para criar, organizar, administrar e concluir uma ação, é necessário uma equipe com profissionais específicos para cada objetivo do projeto.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Dicas de como usar o Formspring me a favor das marcas e empresas

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Todo mundo já ouviu falar do Formspring me, não é mesmo? Mas será que alguém já parou para pensar a real importância dessa rede social? Bom, pelo sim e pelo não, eu parei. Para mim é uma ferramenta nova, não tive ainda um contato maior com os usuários dessa rede; eu uso apenas para responder as perguntas que alguns leitores do blog me fazem. E foi por esse motivo que decidi analisar essa ferramenta e tentar encaixá-la de alguma forma no marketing digital.

O Formspring me é uma espécie de FAQ online – perguntas e respostas que podem ou não ficar a mostra para todos da web, desde que o usuário permita. Mas o grande barato dessa ferramenta é o fato de não precisar ser cadastrado no Formsprig me para fazer uma pergunta, isso é o que mais me diverte nessa ferramenta e por isso a mesma funciona tão bem como FAQ para marcas e empresas.


Qualquer empresa ou marca pode e deve ter um perfil no Formspring me; e através de um gadget disponível pela ferramenta, adicioná-la aos blogs corporativos ou até mesmo ao site institucional da empresa. Além de demonstrar claramente o interesse em saber o que o consumidor pensa ou tem a perguntar sobre determinado produto, serviço ou marca, aproxima também a marca/empresa ao consumidor. Mas como em toda rede social é necessário dicas básicas de ética e comportamento para que o “tiro não sai literalmente pela culatra”.



Dicas de como usar o Formspring me a favor das marcas e empresas:

1. Nunca deixe uma pergunta sem reposta. Independetemente de quantas perguntas tenha em seu perfil, é necessário que todas elas sejam respondidas. Se por acaso tiver perguntas repetidas nunca copie a reposta anterior. A proximidade com CADA UM de seus clientes é essencial.


2. Escolha um dia da semana para responder a todas as perguntas ou até mesmo reserve um horário do dia para esse serviço.


3. Tenha uma equipe especializada em marketing e novas mídias ou contrate uma empresa especializada em marketing digital.


4. Promova debates no Formspring me. Inclusive uma sessão de perguntas e repostas em tempo real.


Aproveite a facilidade de comunicação e o dinamismo que a web 2.0 oferece. Qualquer dúvida entre em contato comigo pelo formspring.me/priscylladuarte

Imagens da Internet


@priscylladuarte
Priscylla Duarte | Jornalista