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O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
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A última agência de propaganda da terra!

domingo, 23 de janeiro de 2011

E como não poderia deixar de ser: o alerta aos publicitários que não aceitam a importância da interatividade nas peças publicitárias que infelizmente pararam no século XX.  Olhem o que os esperam:




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Como conseguir clientes usando a Internet

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


Vender o produto é o que toda empresa quer e não só vendê-lo, mas fixar a sua marca e atingir o maior número de potenciais consumidores.
E para alcançar esse objetivo é lógico que os empresários recorrem a publicidade e propaganda. Durante muito tempo prevaleceu à propaganda na televisão, rádio e impressos para atingir esses consumidores e durante muitos anos somente este tipo de publicidade deu certo, uma vez que os consumidores não tinham como expressar-se verbalmente em suas opiniões a respeito do produto, salvo aquelas caixinhas de sugestões e a central de atendimento ao cliente do produto – Era uma época de passividade.
Porém nesses dois casos especificamente o consumidor apenas informava sua insatisfação ou satisfação com relação ao produto e essa comunicação era feita de forma privada, ou seja, ninguém mais ficaria sabendo, fora o consumidor e o empreendedor.
 Com a popularização da Internet observou-se uma ótima oportunidade das pessoas expressarem suas opiniões a respeito de tudo através de blogs, sites e mais recentemente redes sociais. Com isso, independentemente da empresa querer ou não está na Internet, ela estará por meio de seus consumidores. Basta uma simples pesquisa no Google, por exemplo, para que encontremos milhares de links a respeito de uma marca X, com consumidores dando suas opiniões a respeito do produto ou relatando suas experiências com a marca ou serviço prestado por determinada empresa.
 É a realidade em que vivemos atualmente e nem adianta achar que isso é passageiro, por que a verdade é que é definitivo. Esses consumidores vieram para ficar. Eles são extremamente críticos e obstinados, não se acomodam em apenas ver, eles precisam e vão atrás de experiências verdadeiramente envolventes com o produto e se sentem sim donos da sua marca. Não é para menos, afinal eles a consomem, eles a vestem, eles a comem, ou seja, sua empresa ou marca só existe, por que eles aprovaram.
O fato é que investir em propaganda e publicidade é o melhor caminho para vender, isto é fato e contra fatos não existem argumentos. Mas não é somente fazendo um VTde 30 segundos para ser veiculado no intervalo da novela das 8 ou comprar um anúncio de duas página na revista Y, não, isso é muito pouco.
Definitivamente para que sua marca ou produto seja visto, ele necessita muito mais que isso - Ele necessita de ações que casem tanto no mundo offline quanto no mundo online - Não é papo furado o que vou dizer, é a realidade: “Hoje em dia os seus consumidores passam muito mais tempo em frente de um computador do que em frente da televisão, indo mais além, hoje em dia o seu cliente tem iPhones conectados 24 horas e com pacotes de acessos ilimitados a redes sociais e não duvide: Eles as usam incessantemente, como uma manada de lobos devorando a sua presa, é exatamente isso: As pessoas amam estarem conectadas, gostam desse movimento e para que você realmente venda, não perca mais tempo caia de cabeça nesse mundo também”- Contrate um profissional para fazer isso pela sua empresa.

Que fique bem claro que eu não sou contra a publicidade tradicional, nada disso. Tem peças publicitárias surpreendentes, porém não posso afirmar se essa peça surpreendente atingiu realmente quem deveria ser atingindo - o consumidor final – aquele que realmente vai comprar o produto.
Só posso afirmar com categoria aquilo que gera de fato números e esses números só são gerados através de relatórios e relatórios seguros apenas conseguirei via Internet – uma vez que só ela mapeia com exatidão os números de acesso e impactados com as ações. E é por isso que eu afirmo categoricamente que uma publicidade online atinge com muito mais eficiência o público consumidor de uma determinada marca, pois os números gerados comprovam.
É muito legal, realmente, vender para um cliente que a propaganda do produto dele vai estrear no intervalo da novela das 8 e que supostamente 300 mil pessoas estarão assistindo a essa novela, só que se esqueceram de dizer o seguinte para o cliente: Elas estão assistindo a novela e que no intervalo ela vai mudar de canal, por que ela tem controle remoto e não precisa se levantar para mudar de canal e ficar zapeando enquanto a novela não recomeça – Para que a pessoa assista o comercial, o publicitário e sua equipe devem ter realmente uma grande ideia e que essa ideia possa gerar interatividade.
O problema é que alguns publicitários estão se esquecendo de informar ao cliente que o consumidor agora tem voz ativa, e essa voz começou a ser moldada com o controle remoto, sabia? Pois é, um simples controle remoto. Não adianta mais força alguém a ver, essa tática é do século passado - Estamos na segunda década do século XXI - os costumes são outros por que os consumidores são outros, e consequentemente a forma de publicidade também deve se moldar a esses novos consumidores – interatividade é a bola da vez – Lembre-se disso ao contratar sua próxima agência de publicidade.

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Agências Web: Como atender melhor o seu cliente

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A empresa que procura uma agência de publicidade seja especializada em publicidade digital ou tradicional, procura nesta agência atenção e dedicação por parte das mesmas. Quando a agência tem menos contas, ou seja, menos clientes, ela tem maiores chances de desenvolver melhor o trabalho oferecido ao cliente, uma vez que, sendo pequena, o contato será mais próximo, ela conhecerá melhor o serviço do cliente e tem maiores chances de desenvolver lanços afetivos, o que é fundamental nesse tipo de serviço.

A agência precisa acreditar no serviço oferecido pelo seu cliente para poder fazer uma campanha melhor elaborada e que tenha apelo emocional, isso é fato!

Quando a agência é grande, o tratamento nunca será igual a da agência pequena. Muitos clientes, muitos cases para desenvolver, pouco contato pessoal e muitas vezes o cliente é conhecido apenas pela a área de atuação, o contato direto não é valorizado, e isso interfere muito no desenvolvimento do trabalho.


Sabemos que quantidade é bom, sim é! Mas, muito melhor que quantidade de clientes, é a qualidade dos clientes. Do que adianta, me respondam: ter incontáveis clientes, se apenas uma parcela desses clientes serão bem atendidos, e a outra vai falar mal do seu serviço? de nada, vai perder a outra parcela mesmo; que se distribuirão entre os concorrentes da sua empresa.


É melhor, a agência ter um número menor de clientes, desenvolver um excelente trabalho e com isso ser divulgado, pelos próprios clientes, gerando propaganda gratuita e de relevância, trazendo melhores clientes, que não vão dá dor de cabeça para sua empresa e seus colaboradores e com isso crescer de forma qualitativa e não quantitativa. Pense.


Dicas:

Agências - A quantidade de clientes não quer dizer nada, pois o cliente sabe quando o trabalho é bem ou mal feito. E pode ter certeza: Cliente nenhum contrata uma agência de publicidade por ela ter vários clientes, ele contrata a agência pela qualidade do trabalho prestado. Se sua agência consegue dá conta de inúmeros clientes e ainda fazer um serviço excelente ( o que eu duvido) parabéns! Agora se não (o que eu acho bem mais provável) tá na hora de rever seus conceitos para não ficar para trás.


Clientes - Na hora de escolher a sua agência tenha em mente que publicidade trabalha única e exclusivamente com criatividade e criatividade não se adquire com o passar dos anos, ela vem da pessoa. Procure agências criativas, que não sejam engessadas no passado. Lembre-se que publicidade e passado não andam juntos, a publicidade anda de mãos dadas com o presente e é fã do futuro!





Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Relacionar-se com o cliente não se limita apenas ao Twitter

quarta-feira, 20 de outubro de 2010


Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em especial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixuo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.E nenhuma empresa pode depender de erros e acertos, isso é imaturidade.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aprendiz.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da sua empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece e seu bolso também.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladurte

A Publicidade na Era Digital.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O Conceito de comunicação mudou a forma de dialogar também mudou, o jornalismo ficou muito mais dinâmico com o advento da Web 2.0 e o que falar da publicidade? Como será que a publicidade encara esse novo consumidor: muito ativo e decidido no que quer? Para entendermos essas perguntas precisaríamos primeiro entender como funciona a publicidade e propaganda no Brasil, vou fazer aqui uma breve explanação, mesmo porque essa não é a minha área, então não quero me estender.

A Publicidade é uma parte da comunicação que valoriza a criatividade e persuasão. O objetivo de uma boa peça publicitária é fazer você sentir a necessidade de ter aquele produto, muito embora você não precise dele, ou melhorar a posição da marca no mercado. Os meios midiáticos mais usados em publicidade são: televisão, rádio, outdoor, jornal e revista e mais recentemente a INTERNET, e é nesse meio de comunicação de massa segmentado que é onde a pedra está apertando. Com a INTERNET veio também à necessidade de fazer publicidade mais voltada para determinado nicho de mercado, enquanto que nos meios tradicionais o público-alvo é mais disperso e a probabilidade de atingirmos parcelas de pessoas que não irão nunca comprar ou se interessar pelo produto ou marca é grande, na INTERNET é diferente. Com a possibilidade de filtrar, as novas mídias (INTERNET, IPHONE e WEBTV) nos dá a possibilidade de atingir em “cheio” nosso consumidor em potencial, sabendo usar as métricas certas e os meios certos para esse objetivo, é claro. A verdade é que: enquanto os meios de comunicação de massa tradicional “atira para todos os lados”, nos meios de comunicação digital podem fazer muito melhor a pesquisa e obter resultados muito mais satisfatórios - tiro ao alvo, enquanto que o mass média atingi uma grande parcela, porém isso não quer dizer que essa parcela irá comprar, os novos meios de comunicação atingi uma parcela pequena, mas com o potencial de compra muito maior, e o melhor: ele é quem está te procurando e não a marca, o contrário das peças de publicidade de TV, rádio e outdoors, que aparecem de forma invasiva, você não entra em uma conversa dando “pesadas”, ao entrar em uma conversa você vai se aproximando aos poucos, isso é a publicidade digital, já na publicidade tradicional, primeiro damos um soco, depois assopramos.

A necessidade do consumidor mudou. Hoje ele é muito mais critico e já vai as comprar sabendo exatamente o que ele quer. Antes mesmo de sair de casa para comprar, ele pesquisa o produto, quer saber o que as outras pessoas sabem a respeito desse produto, entre outros questionamentos dos quais eles saciam suas dúvidas em sites de relacionamentos, comunidades, fóruns e inclusive nos sites das próprias marcas – ofereça ao sue cliente mais que “egocentrismo” ofereça conversa. Está presente na INTERNET é está em contato com esse potencial cliente. Saber o que ele pensa e como age é uma forma interessante de “ganhar” o respeito dele, e o respeito do cliente significa fidelizá-lo e isso só se consegue dando exatamente o que ele quer. Ao invés de mostrarmos as utilidades do produto com shows pirotécnicos, mulheres bonitas, porém inatingíveis, por que não proporcionar ao cliente a chance de usar o produto durante alguns dias? Depois de usar as chances de compra é de 95%. Ou simplesmente proporcioná-lo algum tipo de interação com sua marca? Essa história de publicidade mão única é passado, agora a publicidade tem duas mãos e o condutor que está na esquerda, tem tanto poder quanto o que está na direita da via. Ou seja, ninguém quer mais ficar somente sentado na poltrona vendo comerciais, sem nada a ganhar, apenas perdendo tempo. As pessoas querem participar, se sentir proprietárias, ter o poder de escolha, interferir, e isso infelizmente não acontece ainda na maioria das agências de publicidades, em especial Natal, aonde venho observando uma resistência muito grande com relação a esse novo produto, na verdade a esse novo consumidor – 2.0.

Tenho observado aqui em Natal, algumas campanhas em redes sociais, porém nem de longe essas campanhas poderiam ser chamadas de marketing digital ou ações digitais. Algumas ações de tentativas em mobile mkt, mas apenas enviar SMS para clientes informando promoções só demonstra que as agências estão “testando” em cima dos clientes, quando deveriam ser mais profissionais a esse respeito. Dizer para quem não conhece que faz marketing digital ou publicidade digital é fácil, afinal o cliente não conhece – foi apresentado isso e ele acredita ser o certo. Mas menosprezar a capacidade de profissionais que passam o dia estudando e trabalhando com essa ferramenta, aí sim é antiético. Acho louvável a atitude de algumas agências que estão tentando trazer esse serviço para o cliente, mas discordo completamente quando eles cobram por um serviço que nem eles mesmos ainda sabem fazer e que não garante resultado, talvez oferecer como forma de “brinde” isso sim seria o justo. Agora enganar cliente, isso é deplorável.

Priscylla Duarte | Jornalista

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