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O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
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Jornalismo a profissão que deu origem a democracia no Brasil! #diadojornalista

quinta-feira, 7 de abril de 2011


Há muitos tentei não entrar no mérito da questão com relação ao piso salarial dos Jornalistas do RN. Mesmo por que, entraria em uma discussão que não me levaria a lugar algum, uma vez que, patrões e empregados nunca entram em acordo devido a inúmeros pormenores. Porém, resolvi expressar aqui a minha opinião com relação a esse e outros assuntos que envolvem a todos nós, comunicadores, pois existe sim muita injustiça da classe empresarial, política e até mesmo sociológica com relação à profissão de jornalista.


A profissão:

Ser Jornalista não é e nunca será uma tarefa fácil. A maioria da população pensa erroneamente que ser jornalista é saber escrever e pronto e que, portanto não merece receber tantos benefícios, como se só o fato de saber se expressar gramaticalmente já não fosse o máximo em uma sociedade carente de bons escritores. A população de uma maneira geral vangloria muito médicos e advogados, deixando de lado outras profissões importantíssimas pelo simples fato de estarem presas ainda em passado muito distante, quando ser médico e ser advogado eram sinônimos de Status sociais! Os tempos são outros meus caros colegas.

O que acontece é que jornalistas são médicos da sociedade, (de uma sociedade que nem ao menos reconhecem o valor da profissão de jornalista). Eles, ou melhor, nós, temos o importante papel de operar, extrair e curar a sociedade dela mesma. Temos o principal papel de comunicar a vida, embora muitas vezes comuniquemos o lado não tão bonito dela (vida), muitas vezes por culpa da própria socidade. Colocar a nossa vida em risco para conseguir a melhor informação, aquela que realmente trará toda a diferença na hora de entender o que está acontecendo no mundo ou o que está acontecendo com o nosso mundo, não merece o devido respeito? Nós, JOR-NA-LIS-TAS ajudamos a arquivar a história, informamos as curas, denunciamos os abusos, prevemos o futuro e para tudo isso se pede no mínimo respeito aos que infelizmente não sabem como é o dia a dia de quem muitas vezes exclui-se da própria vida para viver a vida da sociedade. Somos sociólogos, psicólogos, economistas e nas horas vagas jornalistas, quase nunca temos tempo de sermos cidadãos.


O Diploma

Então chegamos no mérito do diploma. Se só saber escrever não é o bastante, em um País onde ainda predomina o analfabetismo, seja ele funcional ou digital, o ato de escrever então fica em segundo plano! ainda temos que lidar com uma (grande) parcela da população que insiste em nos informar a todo momento que nosso diploma, fruto de muito estudo e dedicação não vale nada perante os outros (?), por que alguns políticos assim o decidiram. Caríssimos, estudamos 4 anos e meio, nosso DI-PLO-MA é o nosso maior orgulho, a nossa arma em punho (com munição e tudo mais). Ninguém vai tirar o nosso conhecimento, fruto de um estudo dedicado e honrado com mérito através de um documento extremamente importante e escasso no Brasil (País de todos?), embora encontremos por aí inúmeras fábricas de fazer diplomas, ainda assim é escasso e merece o devido respeito, seja ele diploma de jornalista ou de sei lá mais qual profissão. Não é um papel que mudará essa situação, mas é o papel que fará toda a diferente diante de qualquer situação.

Ainda bem que essa ideia louca não chegou às empresas que valorizam o profissional e ficou somente na teoria, por que na prática: Sim, o diploma é essencial para ser contrato como Jornalista Profissional.

O Salário digno:

Trabalhar muitas vezes 08, 10 ou 12 horas por dia, colocando a criatividade a prova a todo o momento, sendo perspicaz quando se está passando por momentos ruins na vida pessoal e se arriscar fazendo coberturas de matérias em lugares extremamente hostis, abdicar de fim de semana, feriado ou dia santo, perder horas de sono em plantões na redação ou segurar as pontas de clientes, quando na verdade você prefere é está em casa curtindo a sua família ou simplesmente de papos para o ar, isso não é um motivo justo para pagar um salário descente para quem abdicar da sua própria vida em prol do desenvolvimento da sua emissora de televisão, de rádio, jornal, grandes portais e sites ou redações de um modo geral? Claro que é! Sou a favor de um piso salarial justo, de melhores condições de trabalho para o profissional, da licença maternidade de 180 dias para as profissionais de jornalismo, de planos de cargos, carreiras e salários. Afinal em um País onde o diploma de forma alguma é valorizado pelos governantes, seria justo que os empresários valorizassem o profissional que tanto faz pelo crescimento da empresa e que para esse reconhecimento apenas um obrigado não faz a mínima diferença, o que faz é um bom incentivo financeiro e acima de tudo apoio moral para quem informa em um mundo necessitado de informação.




O ser humano é bicho esquisito, exclua-o em um quarto escuro, sem pessoas ou sem meios de comunicação e espere para ver aonde vai dá: Somos seres sociáveis, necessitamos de informação o tempo todo. Informações seguras, pois se não o for serão fofocas e isso sim qualquer pessoa que não tenha diploma ( de jornalismo, radialismo ou qualquer outro) e tenha sido alfabetizada em qualquer supletivo de 1 mês pode o fazer, basta querer. Ser Jornalista é bem mais que ser escrivão!

Para todos os meus queridos colegas de profissão: Feliz dia nosso – 07 de Abril – Dia do Jornalista!






Priscylla Duarte | Jornalista (Com orgulho!)
@priscylladuarte

Como usar o Twitter no jornalismo

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011


O Twitter para jornalistas


Como percebemos o Twitter possui uma característica básica e fundamental – O espaço para divulgação em tempo real de um fato ou noticia e permite aos meios jornalísticos uma forma a mais de divulgação de matéria, furos jornalísticos ou utilidade pública.

 E essa é uma forma bastante inteligente de usar esse meio. Em 2009, com a morte do astro Pop Michael Jackson, o Twitter se monstrou uma ótima ferramenta de comunicação e veiculação de fatos daquele acontecimento. Foi a partir dessas mensagens instantâneas que se abriu precedente para um novo veiculo de comunicação – Rápido, que atingia uma grande massa e principalmente obtinha a credibilidade do público.

O cantor Michael Jackson como sempre fazendo moda e abrindo referência, foi a partir de sua morte que grandes veículos de comunicação abriram os olhos para o poder de disseminação viral do Twitter, a partir de então, diversos perfis que ainda não faziam parte da rede de microblogs passaram a fazer, e com isso abriram-se leques de oportunidades para a comunicação social. Além dessa característica forte que o Twitter tem para o lado jornalístico, ele também tem para o lado publicitário, porém de uma forma mais voltada para campanhas. Isso iremos abordar em outro momento.



Dicas de como usar o Twitter:

Abaixo segue 20 dicas elencadas pela IAB-UK para usar o Twitter como forma de agregador de conteúdo jornalístico ou empresarial:


1. Por quê usar? Por que todo mundo está usando ou por que vai ser acrescentado ao seu mix de comunicação?

2. Quais seus objetivos? Seja claro em todos os passos de sua estratégia.

3. Reclame seu espaço o quanto antes. Um consumidor despreocupado pode estar falando em seu nome, sem que você tenha qualquer controle.

4. Certifique-se de que sua comunicação é decente, legal, honesta e confiável. Transparência, acima de tudo.

5. Não encha sua audiência com atualizações constantes. Terá alguém insatisfeito, em vez de engajado, do outro lado do micro.

6. Aloque os recursos necessários. Manter um Twitter não é tarefa de 5 minutos.

7. Estabeleça um tom de voz (linguagem) apropriado ao seu produto e público. Não se esqueça que é a SUA marca falando para pessoas de verdade.

8. Como medir o sucesso? Pense sobre suas métricas. É suficiente um bom número de seguidores se eles não são engajados?

9. Twitter é imediato. Então, faça com que suas atualizações sejam relevantes, tópicas e inspiradas para seu público.

10. Não direcione seu vagão nos Trending Topics. Aprenda as lições do seu ambiente.

11. Se foca em acréscimo de vendas, torne fácil o processo. Dê vales ou códigos de desconto aos seguidores.

12. Configure um feed dedicado para as atualizações sobre seus produtos específicos, serviços e incentivos.

13. Responda suas mensagens diretas. Especialmente daqueles interessados em saber mais sobre você.

14. Twitter não é um canal de transmissão, apenas. Encoraje a interação. Faça perguntas aos seus seguidores.

15. Abrace a retuitada. Se vê um post que pode interessar a sua audiência, não tenha medo de passar adiante.

16. Não se intimide com as críticas. Por que não contatar usuários descontentes diretamente para resolver estas questões?

17. Monitore o que dizem ao seu respeito. Verifique regularmente ferramentas como o Tweetdeck, que permite acompanhar palavras específicas ditas no Twitter.

18. Encoraja a interação offline. Eventos no mundo real para conhecer seus seguidores é uma boa alternativa.

19. Promova seu Twitter. Não espere que achem sua marca. Divulgue o fato de que sua marca usa a ferramenta.

20. Inovar sempre. Quem quer que você seja 100 seguidores não é o suficiente. Use sua imaginação para atrair sempre mais.

E você, que outras dicas podem dar sobre o Twitter, numa estratégia bem sucedida?



Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Jornalismo Online. Um novo caminho para os profissionais de comunicação

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011



Jornalismo online é um termo relativamente novo. Surgiu há pouco mais de 3 anos quando houve um boom dos Blogs e sites pessoais. Pessoas comuns e comunicadores aproveitaram esses espaços na Web para comentar, criticar e informar fatos e assuntos aos quais demonstravam interesses. Dessa forma encontramos na Internet diversos exemplos de blogs e sites com conteúdos relevantes, dos quais nem sempre existe por trás uma rede de comunicação envolvida.

O Jornalismo online ganhou força à medida que os sites de redes sociais foram ganhando destaques, em especial o Facebook e Orkut, mais tarde com o surgimento de mídias voltadas especialmente para esses fins, como por exemplo, o Dhitt, muito utilizado por blogueiros e jornalistas dispostos a contribuir com posts e artigos. Nessa rede, em especial, os participantes devem além de postar os seus artigos, eles interagem entre sim, dando Up’s aos artigos que eles julgaram mais relevantes, assim a popularidade do autor e do leitor aumenta, gerando uma cadeia e deixando-os sempre em evidência. Quanto mais Up’s tem um artigo, mais relevante é o autor daquele artigo, para entender melhor como funciona essa rede entre no site: http://www.dhitt.com.br/ faça o cadastro e post os seus artigos, comentários, citações, críticas e resenhas, lá você terá espaço para as suas ideias e o melhor terá a companhia de quem também gosta de escrever.

Outro site interessante e que eu, particularmente, leio todos os dias e sigo inclusive o Twitter é o site jornalistas da Web.

Esse site é voltado para os profissionais de comunicação que atuam na área de novas tecnologias de comunicação. Lá você também participa de uma rede de amigos online, onde você poderá comentar os artigos e notícias postados no site, escuta os Podcast sempre voltados para as funções de comunicadores digitais, conhece as vagas disponíveis na área de comunicação Web, além de colocar em seu perfil suas atividades profissionais; onde o encontrar, o que está fazendo, qual empresa atua, suas preferências profissionais, entre outros interesses. Através de palavras-chave você também encontra profissionais que tem as mesmas preferências que as suas. O que me fascina nesse site é a possibilidade de estar sempre “antenada” nessa área de novas tecnologias, à qual eu atuo e sou apaixonada. Acessa o site http://www.jornalistasdaweb.com.br/ e confira tudo isso que eu comentei e outras coisas que também são muito interessantes.

Como eu estava dizendo: o jornalismo online ganhou força à medida que os sites de redes sociais foram ganhando destaques, mas você pode está se perguntando agora: O que o jornalismo online tem a ver com redes sociais? E eu responderei: Tudo. Para existir jornalismo online ou jornalismo colaborativo, termo o qual acho mais apropriado usarmos, uma vez que se está na Internet tem que ser online e  o quê realmente caracteriza o jornalismo na Web é a colaboração de seus participantes, então jornalismo colaborativo é mais apropriado, concorda? Pois então iremos chamá-lo de jornalismo colaborativo a partir de agora. Explicando isso, voltemos para o nosso raciocínio, o jornalismo na Web por ser colaborativo ele deve por conseqüência fazer parte de algo que permita existir colaboração, sem necessariamente termos que pagar para enviarmos nossas matérias e artigos ou receber algo em troca para publicarmos nosso material. Agora responda: Qual é o meio que caracteriza essa particularidade? Os sites de redes sociais e os Blog’s.

Portanto, o surgimento das redes sociais permitiu a nós, pessoas comuns e comunicadoras que somos a oportunidade de falarmos sobre diversos assuntos, sem necessariamente ser em nosso trabalho. Agora podemos também publicar, sermos ouvidos e até mesmo ganhar dinheiro com essas publicações. Esse assunto de ganhar dinheiro com nossos artigos abordaremos em outro momento. Para fazermos o uso correto e atingir o maior número de leitores para nossos blogs e sites de redes sociais, aos quais participamos devemos primeiro entender para que pudessem servir cada um dos sites de redes sociais, entenderem como se comportam os participantes dessas redes, e principalmente escolher um tema que seja de interesse da maioria. Para entedermos melhor como seria esse estudo darei um exemplo de um jornalista colunista de moda. Sabemos que Moda são tendências que serão usadas em determinadas estações, isso é o básico da moda, agora Moda também pode ser um estilo de vida, um comportamento, ou seja, a descrição básica da Moda para esse caso não serve, pois segue para o seguinte propósito: A Moda é você quem faz.

Voltando ao assunto de como esse colunista de moda poderá aumentar o número de leitores e torna-se relevante na Web, ele deverá primeiro: Publicar um Blog, nesse blog ele deverá colocar a descrição de quem é ele, qual é a principal característica que o faz ser alguém a quem devemos escutar como especialista em Moda, se ele entende de moda. Ele deve colocar os cursos que fez a história dele com a moda, e quais são as suas referências de Moda.

Nesse Blog ele deverá agora pensar: Qual a linha que eu quero seguir? Ele decidiu que no Blog ele abordará as tendências da Moda, o que estão vestindo, quem está em destaque na Moda e é claro: as notícias do mundo fashion. O layout do Blog deverá ser bastante moderno, com tudo que remeta a Moda. Ah, e não devemos esquecer: Ele deverá colocar o site onde ele escreve a coluna de Moda, pois esse site é que dará status para o novo blogueiro.

Feito isso: Layout agradável, conteúdo relevante e muito bem escrito, além é claro de ser conteúdo autoral. Ele agora  participa da Blogosfera. Gostaria de abrir um parêntese para o conteúdo autoral do Blog, um problema muito comum em alguns blog’s é que o conteúdo são Links que nos levam para o verdadeiro autor da notícia. Isso para quem quer ser realmente relevante no meio do jornalismo colaborativo não deve acontecer, jamais.

De volta ao nosso exemplo, o nosso blogueiro já tem um meio de comunicação colaborativa no qual ele deverá “alimentá-lo” diariamente, para que o blog ganhe maior destaque nos mecanismos de buscas, em especial o Google. Agora o Blog de Moda desse colunista deverá ser visto: É aí que entra as redes sociais.

Nas redes sociais, também deveremos ter o cuidado de escolher qual rede será melhor para nosso produto, que no caso é Moda. Depois de muito estudar, o blogueiro resolve participar de três das principais redes sociais existentes no meio online, são elas: Twitter, onde ele irá postar notícias no mundo da Moda e os post do blog, além é claro dos link’s para os artigos da coluna que ele escreve em um site; além do Twitter que será usado para manter uma comunicação instantânea com os seus leitores, o colunista também irá fazer parte do Dhitt, rede social colaborativa usada principalmente por comunicadores e amantes da boa leitura, nesse site o colunista irá postar as chamadas dos post e o link para que o leitor vá até o Blog e leia o artigo na íntegra e por último ele resolveu fazer parte também do  site de relacionamentos o Gengibre.com. br ( abordarei o Gengibre em outro post) onde lá ele irá postar mensagens de voz, com alguns trechos dos artigos e mencionará a Url do Blog.

Pronto, agora o que o colunista/blogueiro especialista em Moda deverá fazer é postar sempre conteúdo relevante e diariamente, além de também publicá-los nas redes sociais, como forma de divulgação. É um trabalho árduo, o resultado não vem imediatamente, mas sempre vem e quando você vir já terá milhares de seguidores no Twitter, leitores presentes no seu Blog e não se surpreenda com os diversos comentários que serão postados, além dos telefonemas de empresários de Moda interessados em agendar uma consultoria ou palestra. Agora, é claro: você precisa dedicar-se ao novo trabalho.

Veja o Blog de moda: garotasestupidas.com e note como a autora do blog interaje com as leitoras, tanto no blog quanto no Twitter.




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

As Redes Sociais como meio de jornalismo

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011



É Fato que a Internet vem se destacando e muito quando pensamos em meio divulgador e de fonte para os profissionais da área de comunicação. Por ser um meio onde as noticias são divulgadas em tempo real, a rede se tornou essencial como forma de disseminação e divulgação de fatos ou mesmo noticias do mundo das celebridades.


Com isso usar o meio Internet como fonte de pesquisa para grandes jornais televisivos ou mesmo revistas é importante a fim de apurar os fatos. 78% da população entrevistada pelo censo do IBGE de 2007 responderam usar a rede como forma de pesquisas escolares, noticiários de celebridades e news sobre o mundo. É relevante mencionar que 90% desses entrevistados disseram pesquisar em buscadores como Google e Yahoo! as noticias e só depois comparar com os noticiários de TV como, por exemplo, o Jornal Nacional.



Em minhas pesquisas sobre a importância da INTERNET para o jornalismo contemporâneo constatei que os noticiários de TV que são importantes para a sociedade e que detém maior credibilidade, também pesquisam o que é notícia no mundo, e o que os internautas estão procurando saber nos sites de buscas.


Essas notícias mais clicadas serão pauta para uma reportagem mais elaborada no noticiário das 20 horas. Essa interação entre mídia convencional e nova mídia está muito nítida nessa primeira década do século XXI, principalmente com o advento de sites sociais, como o Twitter e o You Tube.



Esses dois importantes divulgadores e fonte de pesquisas em especial o Twitter será nosso objeto de estudo sobre a importância das redes sociais para a nova forma de fazer e compreender o jornalismo no século XXI.


O Papel desses sites de relacionamento para a comunicação contemporânea e a divulgação dessa nova forma de comunicação na rede é o que modifica e gera as novas maneiras de pesquisas, pauta, editoração, e por que não credibilidade da noticia. Ora, falamos de assuntos que sejam relevantes para nossa vida, por tanto damos credibilidade a ele.


Se os grandes noticiários de grandes redes televisivas dão essa devida credibilidade a esses ”assuntos” devemos também observar por que falamos e damos maior importância a um determinado fato e deixamos de lado outro fato... É uma forma natural de selecionarmos o que será notícia e o que é relevante ser passado a diante, em termos mais atuais retuitados aos nossos seguidores ou rede de amigos.



Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

As oportunidades que a Internet oferece aos recém-formados em Comunicação Social

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Algumas pessoas me perguntam como eu ingressei na área de Internet. Daí eu resolvi fazer esse autopost especial de terça para explicar como a vida me guiou para o meio e também para abrir o leque de recém formados na área que ainda não sabem em qual veículo de comunicação irão atuar.


Minha trajetória profissional:

A verdade é que em 2004 quando o Orkut surgiu no Brasil, eu estava mais preocupada em estudar uma forma de como eu seria a próxima Fátima Bernardes e tomaria o lugar dela lá no Jornal Nacional, é sério! Meu sonho era ser a apresentadora do jornal das 8 da noite da Globo, acho válido para uma menina bonita e com apenas 19 anos, eu podia sonhar com isso, pensava.

És que o Orkut surgiu e eu nem dei bola, até fiz uma conta para mim, mas não me interessei muito, mesmo por que várias pessoas que eu não tinha nenhum contato na época da escola, passaram a me adicionar e fingir ser "melhores amigas", pois é, comecei a ficar com raiva principalmente dos Status - Namorando, casado, solteiro, relacionamento aberto, achava aquele site tão sem graça e não compreendia como as pessoas podiam gostar daquilo, deletei minha conta por vários anos e vários anos não me interessei por nada de Internet, achava tudo um saco, não via nada de interessante lá, a não ser o site da Globo - minha obsessão como podem ver e 4 outros sites contados: MSN, sites exotéricos, de fofocas e Hotmail – Eu realmente era uma ex-adolescente neórotica.

Em 2006 com as voltas que a vida dá e eu prestes a me formar na UFRN, resolvi então voltar para o Orkut - Percebi que as pessoas sempre retornam a ele, e é verdade – Primeira observação importante com relação às redes sociais – Todo mundo retorna a elas ao menos uma vez na vida. Voltei e dessa vez para ficar - pois eu estava fazendo pesquisas para o meu TCC e sabia que no Orkut eu poderia encontrar pessoas para participar de entrevistas e me ajudar de alguma forma em meu trabalho que era sobre o uso da televisão no ensino a distância – Segunda constatação – As rede sociais diminuem a distância entre as pessoas.

Porém o uso do meu orkut também passou a ser o comum a todos: colocar fotos, responder scraps, colocar status no relacionamento, conhecer pessoas e rever pessoas, inclusive aquelas que não eram tão amigas assim, mas que decidi sim aceitá-las como "amigos" – Terceira constatação: as redes sociais é uma ótima forma de manter e fazer amigos.

1 ano depois eu já tinha no meu orkut mais de 250 amigos adicionados e até fui capa de comunidade daquelas "As mais gatas" - é! Acabei que participei de um concurso desses... Enfim, em 2007 voltei as minhas pesquisas acadêmicas e consegui várias pessoas para me ajudar no meu TCC, inclusive um professor meu, do ensino médio, que na Faculdade virou um colega de sala de aula e tinha muitas coisas sobre ensino à distância – Quarta constatação: As redes sociais é uma ótima forma de fazer network.

Um dia resolvi entrar em contato com ele e deixei um scrap na página de recados dele, pronto - Foi aí que conheci a pessoa responsável por eu ter entrado de cabeça e coração no maravilho mundo da Internet - meu Esposo. Sim, nos conhecemos pelo orkut, através desse amigo em comum entre nós - Hoje em dia não tenho mais Orkut, não por raiva, mas por perceber que para o meu dia a dia o Orkut não me ajuda muito, uma vez que não uso as redes sociais para mostrar como anda a minha vida e sim para trabalho e hoje só tenho o Twitter e este blog como presença de minha pessoa na rede – Quinta constatação: Você não precisa está presente em todas as redes sociais para se fazer notado, meui esposo que na época era viciado em Internet me ensinou várias coisas relacionadas à ela e vendo o processo de amadurecimento da mesma, acabei que vi uma excelente oportunidade de trabalho, fora do fantástico mundo Televisão e Rádio.

Me formei em comunicação social, e resolvi entrar no ramo de jornalismo online - Passei o ano de 2009 elaborando um projeto com meu esposo e no final do mesmo ano, me tornei redatora de uma empresa desenvolvedora de sites aqui de Natal, alguns meses depois passei a pesquisar - devido ao meu cargo de diretora de conteúdo web – Fui promovida, nesta mesma empresa ao qual dedico-me há mais de 1 ano - assuntos relacionados ao marketing digital e novas mídias e juntamente com o meu esposo que é analista em SEO e SEM desenvolvemos pesquisas na área de comunicação digital – Sexta constatação: As redes sociais é uma ótima alternativa para quem está interessado em trabalhar com comunicação.

A dica que deixo para quem está interessado em trabalhar com internet é a seguinte: Ame a Internet – se não amá-la não vai entender a verdadeira importância que o veículo oferece. Você verá que trabalhar com Internet além de ser divertido, vai te abrir bastante a mente para coisas que antes você achava impossível de acontecer – Hoje em dia passo no mínimo 10 horas do meu dia conectada – É ou não é amor?




Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

O que é Vlog?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Alguns de vocês já devem ter acessado um Vlog nessas andanças pelo vasto caminho da Internet - muitos sabiam que se tratava de um Vlog, outros acharam que era mais um vídeo de alguém querendo aparecer - A verdade é que o Vlog tornou-se uma excelente ferramenta midiática na web 2.0.


Vlog para quem ainda não sabe, é uma espécie de blog, porém em vídeo, onde geralmente o conteúdo é abordado de forma bem dinâmica, muitas vezes criticando algo, assunto ou alguém - e outras vezes com uma abordagem mais cômica.

O que é interessante nos Vlogs são os personagens - apresentadores dos mesmos, que no geral são pessoas anônimas que resolveram usar a internet e um formato de vídeo caseiro, mas com uma edição rápida e expressiva, a fim de expressar suas opiniões.

De fato, os Vlogs tornaram-se uma fonte de informação e de lazer para inúmeras pessoas que gostam de ficar conectadas e que perceberam na Internet uma verdadeira fonte de sair do anonimato e de ganhar dinheiro se divertindo.



Veja o Vlog - Mas Poxa Vida! E descubra por si só, por que essa nova mídia estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas - e quem sabe você se anima e faz o seu também.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Redes Sociais - Você realmente sabe como tudo começou?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010



As Redes Sociais foram sem sombra de dúvidas a revolução da primeira década do século XXI.

Essa revolução tornou-se a principal e quem sabe o centro da Internet 2.0. Mas você já parou para pensar como tudo isso surgiu? Muitos de nós achamos que as Redes Sociais - ou melhor - os sites de relacionamento surgiram em 2004 com o Facebook e o Orkut, mas na verdade não foram esses os primeiros sites de relacionamentos de que se tem notícias.

No final da década de 90, mas precisamente em 1999, Shawn Fanning - estudante de ciências da comunicação - de STANFORD - criou o primeiro programa de downloads do mundo com foco em redes sociais. Isso mesmo! A primeira rede social que se tem notícia surgiu devido à paixão por música de um estudante de 19 anos.

O Napster era um programa de compartilhamento de arquivos em redes. O usuário podia baixar a música e compartilhar outras que não tinham no programa, os participantes também podiam postar comentários a respeito do álbum, emitindo críticas e opiniões, gerando assim - uma rede - muito parecida com a que conhecemos atualmente.

Porém, devido as complicações que as gravadoras colocam em cima dos direitos autorais das músicas, infelizmente o Napster teve que ser direcionado para outro modelo de comércio - a não colaborativa e gratuita - hoje o Napster comercializa as músicas para download - obedecendo as leis de direitos autorais dos seus autores – Fugindo completamente do que conhecemos por Rede Social e o que a WEB 2.0 Prega: A colaboração de conteúdo gratuito.

É importante sabermos que essa onda de Redes Sociais - sempre existiu nas universidades americanas - não podemos nos esquecer que o Facebook surgiu dentro da própria STANFORD e tinha como objetivo bem simples - Interligar todos os estudantes da universidade - O conceito de Rede Social é bastante objetivo - Unir pessoas que tem elos em comum umas com as outras - E com o passar das informações - filtrar interesses em comum, gostos e anseios - tornando assim um circulo vicioso e frenético que cresce a medida que você colabora e conseqüentemente adiciona mais e mais amigos - Priscylla Duarte 
(conceito).

Estamos entrando na 2ª década do século XXI e sem sombra de dúvidas iremos mais uma vez vivenciar o crescimento desses sites de relacionamentos e também o surgimento de outras plataformas interativas e colaborativas - bastante diferentes dessas que hoje utilizamos.

Realmente, há um mundo novo a ser explorado, e ainda grandes ideias surgirão ao longo dos próximos 10 anos, que bom que iremos fazer parte mais uma vez dessa revolução comunicacional e tecnológica!

Comunicado:

O Blog está entrando de férias! Vocês poderão me encontrar no Twitter @priscylladuarte - Voltarei com mais artigos e novidades no dia 15 de janeiro - Até lá! Continuem #webcolaborando!



Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

E-Books propocionam Interação total com o leitor

quarta-feira, 21 de julho de 2010



Viram por quê os leitores digitais irão revolucionar a sua maneira de ler uma simples revista?

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Movimento dos Twitteiros contra a manipulação da Globo na Copa #umdiasemglobo

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Estou abrindo espaço no Blog Tendências de Mkt para divulgar esse movimento originado no Twitter contra a manipulação que a emissora Globo de Comunicações faz com relação a Copa do Mundo. Particulamente, eu como jornalista acho que os profissionais de comunicação que foram cobrir a Copa devem ser tratado com respeito, afinal é o trabalho deles nos inteirar de TUDO o que está rolando ao vivo e nos bastidores do mundial. Porém este movimento está repercutindo bastante tanto nacionalmente quanto mundialmente e vale a pena dá uma força a #umdiasemglobo. Depois irei postar aqui no blog um artigo sobre esse case que tem tudo a ver com o nosso último post: A copa nas redes sociais.


Twitteiros tentam fazer o "Dia Sem Globo"

Intenção é que ninguém assista ao canal na próxima sexta (25)


Reprodução
Foto por Reprodução
Imagem divulgada na campanha feita no twitter

Os usuários do microblog twitter tentam emplacar mais uma campanha depois dos famosos "Cala Boca Galvão" e "Cala Boca Tadeu Schmidt". A ideia agora é criar o "Dia Sem Globo" (#diaSEMglobo) e boicotar o canal durante a próxima sexta-feira (25).

Os internautas pedem que todas as pessoas fiquem o dia todo sem sintonizar a emissora carioca. Isso seria um sinal de protesto ao que os usuários acreditam ser "manipulação" da cobertura da Copa do Mundo. Tudo se originou após os comentários do repórter Tadeu Schmidt, no último domingo (20), no Fantástico, em relação aos xingamentos do técnico Dunga para o jornalista Alex Escobar, também da Globo. O assunto repercutiu tanto que o "Cala Boca Tadeu Schmidt" continua até agora entre os temas mais discutidos no site.

Como sexta é dia de jogo da seleção brasileria contra a de Portugal, os usuários do twitter pedem que os telespectadores assistam a partida pela Band ou algum outro canal a cabo.


Notícia do Portal: R7


Priscylla Duarte | Jornalista

A copa do mundo nas redes sociais

Em 2006 as redes sociais Twitter, Orkut, You Tube e Facebook estavam tomando forma e se popularizando no mundo, e participava ainda “timidamente” da copa do mundo daquele ano realizada na Alemanha. Na época o You Tube recebeu números recordes de vídeos filmados na copa e postados na rede social, detalhe: O site de vídeos tinha menos de 1 ano.

Mas e agora, como está sendo a participação das redes sociais na copa da África do Sul?



Com o crescimento exponencial dessas redes e com a aprovação das mesmas pelos comunicadores e jornalistas mundiais, muitos deles sem elos com canais de televisão, é bem provável que você esteja assistindo não só a copa, mas participando ativamente da mesma, não é mesmo? O Twitter, por exemplo, é uma excelente ferramenta para ser usada em tempo real na copa do mundo, com ele qualquer indivíduo pode e deve tornar-se um comentarista, emitindo suas opiniões sobre os jogos, além de também ser usado para postar fotos das torcidas organizadas, e o legal sabe o que é? Esse comentário terá um alcance muito maior do que um comentarista oficial, pois nas redes sociais a tendência é: Pessoa comum falando para outras pessoas comuns, esse que é o grande lance das redes sociais.


Com a grande quantidade de celulares com câmeras fotográficas e filmadoras qualquer pessoa pode enviar sua foto ou vídeo via Internet para os sites de relacionamento, colaborando de forma ativa, e não mais precisando que o Jornal X dê notícias sobre a Copa. Com essa nova forma de se relacionar e se comunicar, nós torcedores, deixamos de ser simples espectadores e passamos a ser peça chave para uma cobertura mundial de copa do mundo digna da era Web 2.0.

Eu acredito que nas redes sociais acontecerá, devido à copa do mundo, algo jamais visto nos meios de comunicação: a inversão de papéis. Onde quem deveria estar somente assistindo, passa a ser efetivo no papel emissor/receptor; e se existia alguma dúvida com relação a essa nova forma de comunicação, com a copa da África, esse impasse deverá ser sanado. Portanto, esta copa tem tudo para ser a “copa das comunicações web 2.0”, por está acontecendo exatamente quando vivemos o Boom dessa era.


Já a copa de 2014 aqui no Brasil, iremos vivenciar outro panorama, iremos participar da copa do Brasil efetivamente dentro da INTERNET, com outra visão de comunicação, dessa vez como webespectador e não mais espectador como conhecemos; e esse projeto já está em andamento.

O jornalismo não é mais como antigamente, onde o que o Jornal X dizia era lei. Hoje exige muito mais participação do ouvinte e isso não aconteceu de forma contrária, nada disso, o fato do ouvinte participar muito mais da notícia, através da colaboração que há na INTERNET devido às redes sociais e mídias sociais fez com que a tradicionalidade que nós, jornalistas formados, aprendemos nos bancos acadêmicos, perdessem espaço para esse tipo de conteúdo colaborativo fundamental nessa nova era da comunicação.

Nós jornalistas, devemos com nossa teoria aprendida nas salas de aula receber esse conteúdo e com nosso profissionalismo adquirido através de nossas experiências profissionais na área, filtrar o que é realmente necessário que seja dado enfoque jornalístico, e nunca fechar os olhos para os colaboradores que encontramos nesse meio tão rico que é a web 2.0.





Espero que essa copa do mundo seja o divisor de águas, e que através dela os tradicionais meios de comunicação observem a importância do uso das redes sociais como forma de aprimorar a comunicação de maneira geral com seus telespectadores.



Priscylla Duarte | Jornalista

Imagens da Internet

Dicas de segurança na internet e nas redes sociais para as crianças

segunda-feira, 21 de junho de 2010


Todo mundo sabe que as Redes Sociais são um ambiente aberto e participativo. Isso é fato. E que é mais que comum a presença de crianças nesses ambientes colaborativos; o meu objetivo com esse post é discurtir a respeito da presença dessas crianças nos sites de relacionamento. Sabemos que para participar dessas comunidades online é necessário que o usuário seja maior que 18 anos, mas infelizmente essa regra não é levada muito a sério. É comum vermos crianças de idades variadas, algumas muito pequenas, com 3 e 5 anos, com seus próprios perfis e pior, atualizados pelos próprios pais, e muitos deles também participando ativamente do Facebook e Twitter, e isso é preocupante, sim.

A Internet embora tenha trazido muitos benefícios para o nosso dia a dia também abriu portas para diversos crimes, dentre eles a pornografia infantil e conseqüentemente a pedófilia que se iniciam online e terminam com o ato realmente consumado. A presença de crianças na rede e que na maioria dos casos, os pais não supervisiona os perfis de seus filhos, fizeram com que pessoas mal-intencionadas se aproveitassem da fragilidade e vulnerabilidade desses pequenos. É comum vermos os próprios pais compartilhando fotos do cotidiano e diviguldando na rede o que seus filhos andam fazendo, como por exemplo, horários de saída e chegada das crianças, ou preferências das mesmas, fazendo upload de fotos tanto do Twitter, quanto no Orkut ou Flickr, esses atos muitas vezes inocentes, da parte dos pais, fazem com que eles estejam entregando os seus filhos para esses criminosos. Por isso é necessário tomar bastante cuidado com o que escreve ou divulga em relação aos seus filhos nas Redes Sociais.

Sabemos que os pais são corujas mesmo e gostam de mostrar seus filhos para todos; mas nesse caso deve-se agir exatamente ao contrário – preservá-los é a palavra-chave. Internet, sem a supervisão de um adulto, não é lugar de crianças.

Recentemente o programa Fantástico, da TV Globo, exibiu uma reportagem de alerta aos pais de como os pedófilos agem em rede, quem assistiu pode ver que os mesmos não encontram dificuldades em se aproximar das crianças, pois em geral esses criminosos têm a mente muito parecida com as delas e conseqüentemente falam a mesma língua. Como a segurança nos sites de relacionamento, infelizmente ainda deixa muito a desejar, falo especificamente com relação à idade informada nos cadastros; os criminosos e as crianças não têm dificuldade alguma em participar desses sites e com isso facilitam a troca de informações entre eles, colocando em perigo quem deveria está sobre a proteção dos pais.

Inúmeros casos de assédio infantil online já foram divulgados pelos veículos de comunicação; alguns com conseqüências graves, como por exemplo, morte dessas crianças. Como o objetivo desses post é de alertar sobre o perigo que as crianças correm participando das Redes Sociais, sem a supervisão de um adulto responsável, selecionei algumas dicas de como proteger as crianças na web, porém essas duas são minhas em particular: Converse com seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar na Rede e coloque o computador do pequeno em um lugar que você possa monitorar as atividades dele.

Outras dicas:

Sexting

Sexting é o ato de enviar mensagens, imagens e vídeos com conteúdo sensual via celular ou outros dispositivos móveis. Pode resultar em vários tipos de ameaça, incluindo ataques sexuais. A melhor forma de combater o programa é deixar que os pais recarreguem os aparelhos durante a noite, enquanto analisam o conteúdo armazenado no mesmo. Celulares podem ser considerados como pequenos computadores pessoais, o que, segundo a empresa de segurança, justifica o controle dos mesmos.

Redes sociais

As crianças nunca devem postar conteúdo que não apresentariam aos pais ou professores. A regra funciona como uma forma de desencorajar a publicação de material indevido nas redes sociais. Isso evita que os “falsos amigos” se apossem de fotos e vídeos. Outra forma de regular a ação das crianças nesses ambientes é entrar na mesma rede e mostrar que você está atento aos updates.

Chat

Salas de chat são consideradas o ambiente ideal para os “predadores digitais”. Pessoas que ficam a espreita de crianças inocentes, querendo fazer amizade para roubar dados e até imagens. Além disso, o anonimato proporcionado pelo ambiente pode gerar interações violentas entre seus participantes, que não temem nenhum tipo de punição. O ideal nessa situação é visitar a sala de chat e analisar a conversa. Se você não se sentir confortável com o conteúdo, é possível bloquear a conversa ou instalar filtros para termos específicos.

Jogos online

Jogos online como Ragnarok e World of Warcraft podem viciar crianças e adultos. A InternetSafety informa que alguns usuários chegam a ficar conectados por até 72 horas sem descanso. A dica para evitar abusos durante esse período é estipular limites de tempo para os jogos. Outra solução mais radical é evitar a compra ou manutenção das mensalidades de tais jogos. Segundo a Academia Americana de Pediatria, o tempo máximo para uma criança de 12 anos na frente do computador não deve passar de duas horas. Se a criança não obedecer, desinstale o jogo até entrar em um acordo.

Busca

Sites de busca, incluindo o Google, oferecem opções de navegação segura. O problema é quem nem sempre eles conseguem barrar 100% das ameaças. Outra questão é a facilidade que o usuário tem de desligar esses recursos. De acordo com a InternetSafety, a melhor política é a de não manter o computador dentro do quarto da criança, além de monitorar sempre o seu uso. A utilização de filtros externos pode evitar resultados contendo violência e conteúdo adulto.

P2P

Redes de compartilhamento de arquivos podem ser perigosas. Principalmente quando utilizadas por crianças. Além do acesso ao material pirateado e ilegal, elas estão expostas a todo o tipo de pornografia, além dos riscos de contrair algum vírus proveniente do conteúdo distribuído. Banir ou bloquear esse tipo de programa pode ser a melhor opção.

Converse com seu filho sobre os perigos que ele pode encontrar na Rede e coloque o computador do seu filho em um lugar que você possa monitorar as atividades dele.

Fonte das dicas: www.info.abril.com.br



Priscylla Duarte | Jornalista

3ª Parte sobre Convergências das Mídias. Os meios de comunicação - jornalismo e revistas na Web, o que esperar?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Último artigo sobre Convergência de Mídias

O principio ético jornalístico é apurar sempre os fatos antes de publicá-lo. É preferível “ganhar” tempo verificando a notícia, do que correr o risco de publicarmos algo sem fundamento. Isso todos nós, jornalistas e comunicadores sabemos. Mas e na INTERNET, onde tudo acontece de repente e o que é notícia agora, daqui a poucos minutos já virou passado?, como fazemos? Bem, a INTERNET como em todo meio usado para divulgar algo, deve também ter principio éticos, que a meu ver, deveriam ser os mesmos usados em televisão e rádio, por exemplo.

O fato é que com tantas formas de divulgação: E-mail, redes sociais, BLOGS, sites, enfim, diversa possibilidade de comunicação fica meio que difícil saber qual fonte está realmente certa, meu conselho é: FILTRAR. Como em todo ambiente destinado à comunicação, temos que observar qual veiculo está falando a verdade, qual está omitindo informação, e quem realmente faz um bom jornalismo sempre terá público para ouvi-lo e acompanhá-lo.

Na INTERNET essa dinâmica também funciona assim. Seguimos perfis de quem de alguma forma nos fala algo que identificamos, lemos a respeito de assuntos que geralmente nos interessamos, e essa mesma “dinâmica” vale para os chamados blogueiros repórteres, colunistas, jornalistas colaborativos, entre tantos novos nomes que surgiram com o advento da INTERNET colaborativa. Como vivemos uma época de informação em cima de informação, só nos resta filtrar qual delas achamos ser relevante e conseqüentemente passadas a diante. Estou enfatizando o jornalismo, mas essas observações também podem ser aplicadas para as revistas virtuais, porém essas geralmente são “réplicas” em sites das já conhecidas revistas Off, e pouco se ver na INTERNET revistas virtuais originadas na INTERNET.



Outro importante ponto que vale a pena discutirmos é o “BUM” dos leitores digitais, E-Readers e conseqüentemente os livros digitais, E-Books. Com a popularização dessa ferramenta é bem provável que também “surja” uma nova forma de jornalismo ou de escrita, uma vez que livros digitais são mais “enxutos” e devem seguir uma linguagem mais “COOL” a fim de se aproximar mais com o leitor.

O fato é que: Ao contrário do que pensávamos a INTERNET ajuda e continuará ajudando à todos a passar mais horas lendo, nos induz a escrever mais, haja a vista diversos Blogs que encontramos na blogosfera, pessoas comuns divulgando seus gostos, preferências, afinidades, assuntos preferidos, enfim, escrevendo em seus blogs pessoais o que eles precisam falar para a rede, e isso é ótimo! Quanto tempo passamos em rede lendo artigos que nos interessa, acessando sites, e muitas vezes nem percebemos que estamos exercitando a leitura e a escrita? A convergência das mídias está trazendo uma nova forma de nos relacionarmos, muito mais interativa e muito mais envolvente, já conseqüência disso é que todos nós, de uma forma ou de outra, ganhamos algo importante:

Espaço para divulgar nossas ideias e nesse espaço de pessoas anônimas nós encontramos sempre algo rico, algo que sempre vale a pena.

Priscylla Duarte - Jornalista

Artigos relacionados:

1ª parte sobre Convergência das Mídias

2ª parte sobre Convergência das Mídias

O que está acontecendo com a televisão brasileira?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Bem, gostaria de abrir um parêntese no blog para fazer um crítica ao atual formato da grade televisiva da TV brasileira. Vamos fugir um pouco dos nossos assuntos principais que são marketing digital e novas mídias, mas é também esse artigo é uma forma de entedermos o por quê que as chamadas novas mídias ( INTERNET, IPHONE e WebTv) estão em crescimento, enquanto assistimos ao declínio da televisão. Espero sinceramente que ela consiga dá a volta por cima.

Crítica a programação televisiva do Brasil
Por: Priscylla Duarte - Jornalista.

Há alguns dias venho observando a programação da televisão aberta do nosso País. É incrível como os diretores dos programas de TV’S estão se comportando como “cegos em tiroteios”. Não é de hoje que a televisão brasileira vem passando por sérios problemas na grade de programação, e isso não é “problema” de uma ou duas, são todas elas, sem exceção. Como minha principal fonte de informação é a INTERNET, entro nos sites que considero relevantes as notícias para obter informações e com isso assisto somente os telejornais, e que a meu ver, também estão “cambaleando” na telinha. A televisão passou a ser a última coisa que ligo em minha casa, a primeira é o computador, por isso não estava “por dentro” de como andava a grade televisiva, porém nessa última semana passei a acompanhar e confesso: Nunca vi algo tão ruim.

Sempre fui e ainda sou fascinada por televisão, por muitos anos assistia às novelas e foi graças às telenovelas que descobri uma grande veia artística dentro de mim: o talento de atuar, descobri ainda muito jovem, aos 6 anos, quando “imitava” os personagens nas novelas – em especial VAMP, novela da época, aos 8 anos de idade escrevi uma reportagem a respeito da morte da atriz Daniela Peres – ela era a atriz que eu admirava na época e foi graças a essa reportagem que descobri a minha paixão por escrever e por isso escolhi o jornalismo como profissão, alguns anos depois passei a imitar a Fátima Bernardes no jornal nacional. Tenho muito a agradecer ao mercado televisivo, foi em uma televisão daqui de Natal – TVU que aprendi tudo sobre “a arte de fazer de conta” e isso faz parte de mim. Recentemente descobri o meu verdadeiro caminho, a INTERNET, mídia a qual venho me dedicando há 2 anos, porém é impossível não ficar “triste” com o caminho que a televisão vem fazendo.

Fechando esse parêntese da minha trajetória vocacional - importante para que entendam a minha revolta com esse descaso, voltemos ao ponto de questionamento que é a grade televisiva das principais redes de televisão do Brasil. Vamos começar com a Rede Globo e a Rede Record. A Rede Globo por anos e anos reinou absoluta nas residenciais dos brasileiros e também por muito tempo foi à única fonte de informação de muitos cidadãos, porém há alguns anos a TV vem perdendo espaço para ascensão da Rede Record, que resolveu “copiar” o modelo Globo, e “trazer” alguns apresentadores do SBT , além de trocar por outros da Record - na verdade, parece mais times de futebol trocando jogadores, nesse caso apresentadores, só que no caso da Emissora o motivo é para ver se chega a liderança - Nessa falta de respeito com o telespectador quem sabe um dia.



Já as novelas da Globo exibidas atualmente, em minha opinião, não sei qual é a pior das três, são frustrantes. A novela das 6, cama de gato, é verdadeiramente uma cama de gato, uma trama sem pé-nem-cabeça, com uma vilã que deixa a desejar e muito. A Paola Oliveira é uma ótima atriz, porém como vilã ainda tem muito a aprender, aconselho a pegar algumas dicas de grandes vilãs de novelas como: Nazaré Tedesco (Renata Sorah) e Maria de Fátima (Glória Pires).

A novela das 7 que começou recentemente, ainda tem muito pano para manga, mas diante – mão aconselho ao autor a mudar esse lado cômico da novela, não adianta, essa novela não é engraçada. E onde está os tempos modernos? A música - tema de abertura e os títulos de nada têm a ver com a trama. Agora quem está se superando no quesito “pior novela dos últimos anos” é Viver a Vida, do grande autor Manoel Carlos. Maneco, o que houve? Cadê os enredos maravilhosos que deram um show como: Laços de Família e Páginas da Vida? A atuação de Alinne Morais como tetraplégica está muito fora da realidade (é tetra ou paraplégica? – não sei. Só sei que tetra não é, ao menos não parece ser). As novelas da Record então, nem se fala, a atual: Betty, a feia, só se salva a atuação da atriz que interpreta a protagonista da trama e a outra que vai ao ar às 10 horas da noite a qual o nome eu não me lembro; não acaba mais não? A Paloma Duarte já deve está de “saco” cheio de interpretar uma personagem tão medíocre. Não vou nem mencionar as novelas da BAND e do SBT, para não ser mais crítica.



Falta de respeito com o telespectador. Mudam a toda hora os horários de exibição dos programas, nesse quesito o SBT se superar. Agora eu pergunto? O que tem a ver um programa de debates de temas familiares, como é o caso de “casos de família” indo ao ar às 19 horas da noite? Esse tipo de programa é vespertino Sr Silvio! Não adianta querer mudar a lógica das coisas, isso não funciona. Programas como este vão ao ar no máximo até as 5 da tarde, hora que as vovós precisam de algo para se distrair – agora vamos “maneirar” com os convidados, eles são muitos “esquentadinhos”.




Agora me deixe comentar o mais “intrigante” de tudo: Os programas > Caldeirão do Huck - TV Globo, Programa do Gugu - TV Record e Domingo Legal – SBT tem alguma parceria com o projeto do Governo Federal” Minha Casa, minha vida” ou com o programa de aceleração ao crescimento - PAC ? Sim porque o festival de casas que estão sendo entregues nesses programas, daria para tirar todo mundo do aluguel. Vamos ajudar, agora transformar um programa todo, como no caso do Programa do Gugu, só com um quadro desses e que ainda por cima é a cópia barata do “Lar doce lar” do caldeirão do Huck, aí já é demais! Sem contar dos vídeos ultrapassados que a produção insiste em colocar no ar – Produção do Gugu, e isso serve também para a produção do programa da Anna Hickman e da Eliana – Quem quiser vídeos incríveis da internet, acessa a INTERNET, e um conselho de quem trabalha com a Rede: esses vídeos que estão passando nos programas já estão “aposentados” a long time ago.




O Show da vida do Fantástico. O que são aquelas baby questions ( Perguntas infantis) que eles estão colocando como “calhau” – Expressão jornalística para encher lingüiça. Perguntas do tipo: Por que existem mais modelos mulheres do que modelos homens no mundo da moda? Ou por que as enfermeiras vestem branco? Telespectador: Onde tem de fantástico nessas perguntas?(não aceitem isso) E mais: colocar a música Rebolation durante 3 minutos em rede nacional para nós simples “seres humanos” escutar e assistir, é no mínimo uma forma de tortura – Me desculpe os fãs da música. O que eu entendi com essa tentativa da produção do Fantástico é que o público do programa mudou (com certeza sim) agora deve ser as classes C e D que acompanham o programa, uma vez que as classes A e B estão respectivamente, assistindo os seus DVD’S em Home Theater e/ou INTERNET. Uma pena um programa que já foi tão importante para as noites de domingo acabar dessa forma e o pior, com o horário reduzido para o BBB10 em noite de votação, que se nas outras edições já deixava a desejar, nessa então, com participantes sem carisma algum então.., Ah! Com exceção da Tessália que teve a sorte de está na boca do povo depois que começou um affair com o Ex da Karen Pila - pergunta-se: Quem é Karen Pilla? Sei lá! Entra no TWITTER e procura por: @karenpilla o passarinho te responde. Como sempre acaba tudo em novas mídias.












Televisão brasileira, Aí sim é que “rebolation” tudo de vez.

Bem, fica aí a minha crítica para a nossa adorável televisão. Como já dizia a Marisa Monte e Tribalistas: “Não tenho paciência pra televisão” – Acho que você também não, senão não estaria lendo este post.

Os 7 Mitos do Jornalismo online ( jornalismo colaborativo)

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Como víamos comentando à respeito do Jornalismo online ou jornalismo colaborativo, preparei sete mitos à respeito dessa nova vertente do Jornalismo contemporâneo. Abaixo segue algumas opiniões minhas sobre algumas indagações que vejo pela Web e também quando abordam esse tema. Vamos lá?

Primeiro Mito:

O Jornalismo irá desaparecer por causa do jornalismo colaborativo.

Bem, em minha opinião não é bem assim. O Jornalismo colaborativo como o nome já diz veio (e para ficar) com o intuito de colaborar com a informação. A Era DIGITAL proporciona ao cidadão a chance dele também colaborar com algo ou alguma notícia que ele julga importante disseminá-la. Não acredito que cidadãos comuns tenham o poder de “extinguir” uma profissão, muito pelo contrário, é uma forma de interação com esses telespectadores ou leitores. Vejo em alguns sites de jornais espaço para que o cidadão post suas notícias, seus vídeos, suas reclamações e opiniões, e isso é super importante, pois através dessas ações podemos entender melhor o que se passa na cabeça de nosso leitor e com isso aprimorar as matérias a fim de gerar um Feedback entre autor/leitor.


Segundo Mito:

No jornalismo online podemos escrever o que queremos

Esse mito é interessante. No caso de jornalistas que tem sites pessoais ou fazem parte da blogosfera, ele deve sim, tomar muito cuidado com o que diz, afinal, como em qualquer outro meio de comunicação devemos possuir Ética profissional e respeitar, principalmente nosso leitor. O que acontece é que no caso do jornalismo colaborativo o autor sente maior liberdade para criar seus artigos, sem precisar passar por editores ou diretores, e talvez essa “liberdade” esteja sendo mal usada por alguns jornalistas ou comunicadores. Mas isso não é via de regra, e na maioria dos casos temos artigos muito bons e relevantes na rede, é só seguir os escritores que tenham realmente algo para falar.

Terceiro Mito:

As reportagens ou vídeos na Internet não têm conteúdo.

O que acontece é que estamos acostumados com o grande espetáculo de reportagens que são mais parecidas com especial de fim de ano do que com reportagem mesmo. O que se entende por reportagem é noticiar um fato, onde devemos ser imparciais e na maioria dos casos prestarmos algum serviço à população. Então, a televisão como forma de “aumentar” O IBOPE abusa de efeitos especiais e sensacionalismo, muitas vezes o telespectador pensa que aquilo é o certo, ora ele passa a vida toda vendo esse tipo de espetáculo, não tem culpa. Agora com o advento dos vídeos na INTERNET o que acontece é o efeito contrário, temos que colocar vídeos curtos e objetivos a fim de prender o webespectador e com isso conseguirmos ibope, que nos virão em forma de repasse do vídeo, o que chamamos de viral. Isso não implica em dizer que devemos fazer um vídeo sem conteúdo, pois dessa forma nunca iremos atingir o nosso objetivo, que é: Disseminação do vídeo na Rede. Pelo contrário, quanto melhor, divertido e objetivo é o vídeo mais chances temos de aumentar os cliques e com isso a popularidade do vídeo. Não podemos esquecer que INTERNET é entretenimento e por isso nada de muito “sério” vai ter espaço na rede.

Quarto Mito:

A Matéria deve ser publicada no ar rapidamente.

É verdade que a INTERNET é um meio de informação no qual o “real time” é o carro chefe desse meio de comunicação. Porém, a máxima para o jornalismo seja na INTERNET ou em qualquer meio de comunicação é: A veracidade dos fatos devem ser checadas , não devemos sacrificar a notícia por causa do furo jornalístico.

Quinto Mito:

Os Erros no jornalismo online são perdoáveis.

A verdade é que: a apuração dos fatos é tão importante para o bom jornalismo quanto à água é importante para o ser humano. Toda a prática do jornalismo em qualquer meio de comunicação deve seguir a ética e o profissional deve fazer o seu trabalho da melhor maneira possível, independetemente de ser INTERNET ou outro meio.

Sexto Mito:

A barra de Rolagem inibe a leitura.

Bom! Se tivermos conteúdo, temos que ter o Scroll, isso é inevitável. Se estivermos falando de jornalismo então... Notícias geram muito conteúdo e esse mito já foi abolido da INTERNET há muito tempo, prova disso é o ORKUT e o Twitter. Com conteúdo relevante sempre teremos leitores interessado em saber, inclusive o que tem no rodapé deste Blog. Dá um pulinho lá em baixo para você ver.


Sétimo Mito:

Imagens atraem leitor.

É claro que as imagens descansam a leitura, e isso é fato. Mas o leitor não vai ler seu artigo ou seu post, matéria ou notícia só por causa da foto, não estamos falando em quadrinhos infantis. Mesmo porque o que faz alguém ler algo é o título do assunto, por isso capriche no título, coloque nele exatamente o que você aborda no seu texto, assim o leitor não se sentirá enganado.

Priscylla Duarte – Jornalista e Analista de novas mídias e marketing digital