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O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
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Geração Z - As crianças não são mais as mesmas de antigamente!

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Geração Y - Educando os filhos Geração Z

Será que os nossos valores morais e sociais estão tão distorcidos ao ponto da vida do outro ser humano não valer mais nada? Será que é certo, colocar culpa no psicológico, em doenças mentais, na condição social ou na falta dela? Quando tragédias acontecem sempre nos perguntamos: Onde é que a sociedade vai parar? A pergunta correta é: Para onde é que a sociedade vai caminhar desse jeito.


As crianças brasileiras não têm mais direito de serem crianças. Logo cedo são erotizadas, onde os adultos acham bonito ver meninas com shortinhos ou mini-blusas dançando iguais as funkeiras, chegam a rir e pedir bis. Acham que essa atitude é normal e que as crianças de hoje em dia são assim mesmo. Não elas não são assim – nós as tornamos assim. Crianças são frutos da sociedade, quem é assim é a sociedade que martela que temos que achar normal crianças namorando nos shoppings, que temos que achar normal meninas com 6 anos de idade usando sutiãs com bojo, que temos que achar normal um menino de 5 anos de idade dizer que a mulher dele não vai sair para trabalhar, por que tem que fazer a comida dele, onde será que ele escutou isso para repetir? Gente, isso é muito sério. Estamos formando a sociedade do futuro, e que futuro o mundo terá com crianças precocemente ativas, sexualizadas e respondonas? Nenhum.

Imaginem-se daqui a 50 anos, provavelmente você terá 70 ou 80 anos e seus filhos já estarão adultos na faixa dos 50 anos, como vocês acham que eles irão se comportar diante da sua velhice? Provavelmente muito pior de como nós tratamos os nossos idosos, isso por que nós estamos ensinando a eles que a juventude, a beleza, a jovialidade é o que realmente importa, quando na verdade o que importa são os valores morais que estão sendo engolidos pela mídia que é feita para a sociedade e pela sociedade.

Nós temos a chance de criarmos pessoas dignas, capazes e solidárias. Mas para isso é necessário que deixemos elas serem crianças quando tem que serem crianças. Adolescentes quando tem que serem adolescentes e adultas quando chegarem à fase adulta. Não faz tanto tempo assim, há no máximo 15 anos atrás, uma menina de 10 anos ainda era uma menina de 10 anos, hoje uma criança de 10 anos é adolescente e uma menina de 8 anos é pré-adolescente, acho isso um absurdo! Digo isso por que tenho na família três meninas com as idades citadas, duas de 8 e uma de 10 anos elas já são precocemente estimuladas a não aceitarem mais serem chamadas de crianças. Mas como? Se elas ainda são. Eu sou do tempo, e olhe que tenho apenas 27 anos, sou do tempo que uma criança de 8 anos era praticamente um bebê inocente, vejo minhas fotos com essa idade e não consigo acreditar que tinha 8 anos, parecia bem menos, aos 10 anos eu ainda assistia TV Colosso e aos 12 anos a Fada Bela. Agora menina de 12 anos pensa em namorar, em ter filhos e em segundo lugar em estudar - e isso é normal? Se alguém acha essa atitude normal, significa dizer que realmente estamos no caminho errado. Desculpa-me: Eu que sou o E.T no planeta Terra, ou a sociedade é quem tá agindo da maneira mais fácil? - Quero voltar então para o mundo onde as coisas estão realmente certas.

Vamos rever nossos conceitos. Pois o tempo é agora, antes que nossos filhos realmente cresçam e tornem-se adultos infelizes e inseguros por que foram precocemente estimulados quando deveriam está brincando, estudando e interagindo com o mundo para que no futuro o mundo interaja com ele.

Segue duas frases de dois sábios senhores, deveríamos ESCUTAR os mais velhos, pois ao contrário do que pregam que os avós estragam os netos, os avós é quem sabe educá-los, fui criada pelos meus avós e sou perfeitamente normal, porém vejo filhos criados pelas televisões, que hoje tem exatamente a minha idade e são completamente fora da realidade - São crianções mesmo.
“Se você não se preocupa com o que o seu filho faz ou diz aos 03 anos de idade, pode se preparar que lá na frente você vai se preocupar”.

Frase do meu Avô Francisco:

“Criança não tem o que querer".

E a minha avó Jaci completa:

“Por que só quem pode querer algo é quem tem personalidade formada e a criança ainda está em formação.”

Ou seja, as crianças são condicionadas a algo, não é um QUERER, é uma condição imposta a elas, portanto, condicione as suas crianças a algo bom, que elas serão Nice People. Agora se condicioná-las a coisas erradas, com certeza elas serão adultos mal-intencionados.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Profissão? Analista de Mídias Sociais!

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Descobri esse "achado" no You Tube falando a respeito da profissão de Analista de Mídias Sociais - Tudo a ver com este post anterior aqui!

Espero que curtam!





Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

NERD: A nova mania do século XXI

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011


Antigamente quando alguém era chamado de NERD, se referia a uma pessoa anti-social e com o desenvolvimento meio lento. Ser NERD na década de 90, por exemplo: Não era uma coisa muito boa.

Este estereótipo desenvolvido pelos filmes americanos, de um rapaz sem amigos, solitário e voltado apenas para seus estudos científicos foi sendo reformulado e hoje em dia os NERDS tornaram-se uma espécie de Super-Heróis da cibercultura.

Mas o que é ser um Nerd? Algumas pessoas vão dizer que todo garoto que fica horas de frente para o computador, jogando ou navegando online, se esquecendo de comer e passear, é um NERD. Esse é o conceito de NERD da década de 80 e 90, que está enraizado na nossa cultura.

Porém, ser um NERD é ser uma pessoa extremamente sociável, que faz amigos com facilidade, que entende não só de computação e Internet, mas também de outros assuntos - e sim, eles entendem de tudo um pouco, pois eles se interessam por inúmeros assuntos diferentes. Gostam de passear, mas se for para escolher entre uma praia e desenvolver um programa em nuvens, ele vai escolher a segunda opção - Eu também acho bem mais interessante do que ir a praia, quem dirá um apaixonado por tecnologia.

Mas, se por a caso, ele escolher ir a praia, prepare-se para segurar o computador portátil no colo, pois ele vai dá um jeito de se conectar ao chegar no ensolarado destino.

Conheço alguns NERDS que nada lembram aquela caricatura de menino gordinho, de óculos, sentado de frente para um computador e com um pacote de salgadinhos e coca-cola. São homens que passam despercebidos na multidão, por ser tão parecidos com os demais, o que difere dos outros é a inteligência fora do comum desses indivíduos - Basta lembra-se do Marc Z - CEO do FACEBOOK - NERD, mas que comporta-se e veste-se de uma forma comum aos demais.

Conversar com os NERDS é está preparado para conversar de algoritmos e eleição para presidente sem perceber que esses assuntos não fazem parte do seu cotidiano, porém eles falam de uma forma tão envolvente e apaixonada pelo assunto que você passa a se interessar também. Foi assim comigo - Sim, eu tenho um NERD em casa, que passa horas e horas navegando pela Internet e ao invés do copo de coca-cola, ele fica com um copo de água, às vezes com uma xícara de café - E vou confessar: Eu adoro.

Curiosidade:

De onde vem o termo Nerd?

O Termo NERD vem da palavra em inglês DRUNK que escrito ao contrário fica "knurd" - pronucia-se NERD - lembre-se que o E tem som de U no Inglês. Sabemos que DRUNK é bêbado - ou seja a palavra KNURD é Bêbado ao contrário; fazendo uma analogia aos estudantes Americanos que não bebiam nas festas proporcionadas pelos grupos acadêmicos das faculdades amaricanas, na década de 50.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

A Rede Social – Facebook – A força de um jovem genuinamente Geração Y

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010




Na última quarta-Feira eu e meu esposo  (@williampub) fomos assistir ao filme sobre o Facebook - A Rede Social – abre parênteses (aconselho à todos os interessados no assunto a darem uma passadinha no cinema mais próximo e ver o filme, que está muito bom e esclarece muitas dúvidas a respeito de como o Facebook tornou-se essa supremacia cibernética tão respeitada e admirada por todos os envolvidos e usuários da plataforma, ou outras plataformas de sites de relacionamento).
É reconfortante saber que a origem-mãe desses sites de relacionamentos é:  se e somente se "fazer amigos"; os especialistas ou profissionais da área de comunicação que  optaram por trabalhar com essas ferramentas devem saber que: de nada adianta uma campanha publicitária nas Redes Sociais se as mesmas não forem focadas EXCLUSIVAMENTE nos usuários da ferramenta.
Ao assistir o filme vocês observarão, ou já observaram, caso já tenham assistido, que tudo aconteceu de uma forma viral - a partir dos e-mails de uma fraternidade importante da universidade - e este é o principal elo quando se quer fazer uma campanha online - Onde soltar e com quem começar - É necessário sim que o início da campanha tenha origem com alguém relevante na rede só então o seu viral obterá êxito!
Eu já admirava o Mark pela sua visão empreendedora, astúcia e foco em um objetivo - características de pessoas que nasceram para terem sucesso em tudo o que fazem - mas, agora que vi realmente a história “bastante fiel" de como surgiu o Facebook, eu passei a admirá-lo muito mais, afinal para um jovem de apenas 22 anos, na época,  saber identificar um problema e solucioná-lo dessa forma, merece realmente toda a nossa admiração e respeito – Verdadeiramente Geração Y - Inquieto.
Como eu sempre falo: Não é por que você tem 19 à 30 anos que fará parte da Geração Y, nem todo jovem nessa idade é um jovem Y - Para ser Geração Y o jovem tem que ter o espírito muito semelhante ao Mark - CEO do Facebook - E infelizmente aqui no nosso País - Brasil, nossos jovens não tem ainda foco em objetivos relevantes e muito menos garra para enfrentar horas e horas de muito trabalho e dedicação a algo dessa magnitude.


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

5 Características de um Jovem Geração Y

 Não são todos jovens entre 19 e 30 anos que se encaixa no conceito de Geração Y - sem generalizar! Abaixo 5 características essenciais em um jovem característico da Geração Y, veja se você se encaixa nas características listadas:





1. Um jovem geração y tem 03 C que são caracteristicas importantes: criativo, comunicativo e capitalista!


2. O verdadeiro jovem geração y não corre atrás de concursos ou empregos estáveis, ele mesmo faz o emprego dele - são auto: didatas e suficientes.


3. Jovem Y pensa e fala muito rápido. São totalmente voltados e ligados em novas tecnologias e usam de artemanhas para galgar espaço na sociedade.


4. Ser geração y é ir na contra-mão de tudo que é velho, parado no tempo e pede raíz.

5. O Jovem Geração Y é essencialmente empreendedor.


E aí leitor, você realmente é Geração Y?


Priscylla Duarte | Jornalista
@PriscyllaDuarte

Os empresários e os estagiários em TI e Marketing

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

 Não é de hoje que estamos observando uma verdadeira revolução na área de vendas e relacionamento com o cliente. Percebemos várias empresas fazendo uso - às vezes bom e às vezes mau-uso das ferramentas e formas de marketing digital na Internet e em espcial nas redes sociais.

Estamos vivendo a Era do Processo one to one, ou seja, falar para um grupo grande de pessoas, deixo de ser o foco e passou a ser direcionado o contato mais pessoal, mais face à face. Com essa real aproximação que só a Internet como veículo de comunicação pode nos proporcionar, surgiu também a necessidade de especializar profissionais, treinar equipes e colaboradores de empresas antenadas na comunicação 2.0.

Mas, será que só isso realmente surte efeito, em um veículo que pede total dinamismo e preparação dos envolvidos? Certamente não.

O fato é que a maioria das empresas ainda insistem em achar que relacionamento com o cliente é Twitter. Que interagir com o consumidor é fazer sorteios onlines e que de nada adianta o estudo de  profissionais especializados em Internet e comunicação 2.0 ou   o profissionalismo de agências web para gerenciar as crises e elaborar ações realmente criativas para as campanhas dessas empresas.

Venho observando e isso é regra, o crescimento de estagiários em marketing ou comunicação social presentes nessas empresas, onde o máximo que eles conseguem fazer é seguir pessoas no Twitter, adicionar amigos no Facebook ou Orkut, escrevendo mensagens sem concordância e com erros ortográficos, manchando a imagem de uma marca ou empresa que levou anos para fazê-lo e isso é culpa única e exclusiva do Empresário e superiores desse estagiário, afinal ele é apenas e ainda um estudante esforçado que não terminou nem a sua graduação para poder se especializar na área a qual ele está atuando ( estagiando).

De fato tudo se aprende nos erros e nos acertos, porém na área de Internet, especificamente, ler e ler e ler é muito importante, uma vez que, a informação que aprendemos pela manhã não será mais a mesma no final do dia - Lembrem-se que este veículo é Dinâmico.

Um exemplo prático de tudo isso que estou falando é: Você paga o salário de 510 reais para este estagiário, não é isso? ou até mais devido a outros benefícios. Garanto que investindo em um profissional ou em uma agência web a sua empresa terá menos gastos e MUITO MAIS RETORNO, já que você estará tratando com Profissionais e não com um Aluno.

Empresários, coloquem a cabeça no lugar, ao invés de estarem poupando o dinheiro da empresa, você está investindo tempo, e dinheiro em algo inutil, que não está adiantando em absolutamente nada para a sua emrpesa. É muito mais inteligente investir em algo que realmente trará retorno - Procure a agência web e deixe que o resto os profissionais faz - Sua empresa agradece  e seu bolso também.

Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Pais Geração Y e Filhos Geração Z: Autoconfiança para os Pais e Independência para os Filhos

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

 O dia das crianças de uns tempos para cá vem tomando outra forma de comemoração. De fato a celebração dos papais e dos pequenos mudaram à medida que os meios eletrônicos tornaram-se peças fundamentais na comunicação atual.


 A chamada Geração Y tende a incrementar os presentes dos filhos ( conhecidos por Geração Z) não apenas dando lembranças tradicionais como carrinhos e bonecas, mas comemorando ao verdadeiro estilo moderno, bem como pede as duas gerações.
Os presentes do último dia 12  traduzem bem “o modernismo”.  Foram bem especiais e inusitados, bastante diferentes do que pedia a tradição. Passeios no shopping, lanches no Fast Food e brinquedos foram há alguns anos atrás, itens de primeira ordem para a comemoração da data dos pequenos.  Porém, agora, o fato é bem mais interessante.
Programar o dia pesquisando na Internet a agenda de comemoração da cidade. Organizar o roteiro, enviar um cartão eletrônico e comprar através das lojas de E-commerce os presentes dos pequenos é a realidade da geração atual.
Presentes eletrônicos, celulares, netebooks , entre outros aparatos cibernéticos  fizeram parte da lista de lembranças deste ano dos papais Geração Y. Nada de bonecas e carrinhos de corrida, a moda agora é a era digital, e é o que as crianças querem, até mesmo as de menos idade.
Passear no shopping nessa data, para algumas famílias é tradicional, geralmente famílias chefiadas por homens e mulheres acima de 35 anos; mas para famílias Y o passeio do dia 12 de outubro foi em meio a muito verde, ar puro e brisa constante. Quem acha que os papais Geração Y preferem se enfiar no shopping e bater perna com a criançada, se enganou.
A Geração Y é voltada para o meio ambiente, apesar de ser assumidamente consumista e essencialmente digital, eles preferem levar os filhos a parques, zoológicos e lugares históricos à passearem em lugares fechados e capitalistas, ensinam aos seus filhos brincando com eles, afinal ainda são jovens ( 19 à 30 anos – adultos jovens).
Por isso as crianças Geração Z são mais desenvolvidas e precoces do que as de gerações passadas – a própria Geração Y – Chamada também de última infância. Essa característica das crianças Z é fruto de terem os pais presentes e atuantes em seu desenvolvimento, e brincar com os filhos – Psicólogos afirmam que, pais que brincam com os filhos, sem complexos e medos,  faz com que a criança seja um adulto mais autoconfiante, e criar os filhos brincando faz parte  das características dos papais Geração Y.
Portanto em uma família Y, a comemoração do dia das crianças teve uma manhã de passeio no parque, na hora do almoço um restaurante especializado em comidas caseira, a tarde um banho de piscina e distribuição de presentes eletrônicos  e educativos, e a noite, a penas para finalizar, uma pizza grande com refrigerante, por que ninguém é de ferro.
Geração Y e Geração Z - Essas gerações não é nem de longe parecida com a Geração dos nossos pais.


Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Uma campanha feita pelo povo e para o povo: #FrasesTipicasNatalenses no TT do Twitter.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

As Redes Sociais são locais de interação e engajamento entre pessoas, essas são as principais características dessas ferramentas. Algumas empresas atentas aos fatos estão participando massiva e ativamente dessas ferramentas, porém o fato é que: “Para haver realmente um engajamento entre os clientes, faz-se necessário que a ação seja bem estruturada e interativa”.

Torno a afirmar que engajamento, participação e comoção não se dão apenas com distribuição de brindes. Para que o público participe é necessário muito mais que isso, é imprescindível que a ação seja bastante colaborativa e interativa.

Para os profissionais, agências e empresas que tinham alguma dúvida dessa afirmação, a prova veio hoje no Twitter. Desde as 9 horas da manhã do dia 03/09/2010 está acontecendo uma ação no Twitter e que não teve origem em campanhas de marketing digital de determinadas empresas e muito menos oferece brindes para quem participar, a ação utiliza-se simplesmente do apelo emocional e de identificação do participante para com o objeto, que nesse caso é a experiência do usuário.

Trata-se da HashTag #frasestipicasdenatalenses, uma forma inteligente e engajante de levar a cidade do Natal/RN para o TT do Twitter, contando somente com a participação emotiva do participante, mostrando que não é só de brindes que se faz uma campanha online, mesmo que não seja referente a uma marca ou empresa.

Redes Sociais são ferramentas participativas e que nasceram com o intuito de emocionar os usuários, pense nisso quando forem organizar as ações dos seus clientes.




Priscylla Duarte | Jornalista

A difícil missão do empresário de TI em conseguir um profissional inteligente emocionalmente

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

 Trabalho há 2 anos na área de comunicação online  e ao longo desse pequeno tempo de  experiência, venho percebendo o quanto a área que atuo é carente de bons profissionais, principalmente aqui no nordeste – especificamente em Natal/RN.  
 
Nos bancos acadêmicos as faculdades de comunicação social ainda estão voltadas para o tradicional. Sabemos que são importantes as mídias de massa tradicional e que o aluno tem que ter a base de todas elas, mas e a comunicação digital que vem crescendo e com isso necessitando de bons profissionais, como fica? Na faculdade não existe ainda uma disciplina concreta para essa área, e os profissionais que hoje atuam na área estão fazendo uma junção do que aprenderam na faculdade e o que vem aprendendo e desenvolvendo na prática e vivencia deles próprios ou de outros profissionais.
Outra área bastante carente de profissionais comprometidos em fazer algo diferente, inovador e criativo é a área de desenvolvimento de projetos digitais – sites, portais e sistemas, ao qual atuo há 1 ano como diretora de conteúdo web e redatora. Como é difícil unir em um só profissional engajamento com a equipe, foco em resultados para os clientes e fidelidade para com a agência em que o mesmo trabalha – Como a cidade é bem pequena, vários profissionais circulam de empresa em empresa, divulgando o que acontece ou acontecia na agência, sem ética alguma – isso é preocupante, uma vez que muitas empresas têm uma forma x de trabalho e como os profissionais, na maioria, já passaram por todas as empresas, muitos deles, ficam com intrigas e “disse me disse” uns para com os outros – desvalorizando o trabalho da empresa em que um dia ele já atuou.
Outro problema também é: A coerência do trabalho com o salário pretendido. Muitos são ótimos, mas fogem a realidade salarial da cidade ao qual estão inseridos, outros são péssimos e querem receber salários que continuam fugindo da realidade do estado, e fiquem certos: Todos querem receber bem mais do que realmente merecem.
Aqui em Natal, o salário base dos profissionais de internet está em torno de 1200 reais – para programador e 900 reais para designer gráfico, porém todas as empresas de Natal que fazem esse serviço de desenvolvimento de sites, primeiro pagam aos profissionais recém chegados das faculdades ou recém chegados na empresa uma quantia que fica em metade deste valor que citei acima, ou seja, as empresas pagam pelo período de experiência de 3 meses,  em torno de 600 reais + vales transportes - para trabalhar de segunda à sábado, em horário comercial, e a medida que o profissional se destaca no trabalho, ele vai galgando aumento de salário – isso é regra nas agências de publicidade digital da capital potiguar.
Pois bem, tem muitos profissionais que não tem experiência alguma e se recusam a receber esse valor mencionado, que é a realidade do estado, por que tem a ilusão do mercado do sudeste, que paga é obvio, bem mais para um profissional da área. Porém, o que os profissionais natalenses se esquecem é que em São Paulo os profissionais têm mais estudo, mais cursos e mais experiências, já aqui em Natal as faculdades são poucas, não existe pós-graduação na área e os cursos técnicos ainda são escassos, muitos profissionais daqui não tem experiência na área e quando uma empresa tenta apostar neste profissional – mesmo com todos os contras que citei acima, oferecendo emprego e renda, eles se recusam por que acham o valor pouco – eu digo: não é pouco, é o justo para quem ainda está aprendendo e é o justo para quem já tem experiência na área, mas ainda não tem experiência na empresa – Os profissionais tem enormes chances de receber um excelente salário, mas para isso é preciso primeiro descer do salto, ter humildade de quem ainda está aprendendo, não trabalhou em empresa alguma e acabou de sair de um curso; pois sem humildade, a única certeza  é que terá outro profissional na mesma condição, porém com um nível de maturidade bem maior que o concorrente – fica o ditado: “Mas vale um pássaro nas mãos do que dois voando” A famosa Geração Y é bem esperta, mas ainda tem muito o que aprender com os mais velhos”.


 imagem da internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Dicas de como usar nas escolas de ensino infantil as redes sociais

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A forma de comunicação entre as pessoas sofreu e vem sofrendo grandes mudanças nesses últimos 6 anos. Em 2004 vimos nascer às ferramentas de redes sociais, que a princípio tinham como objetivo o lazer e entretenimentos de pessoas que não se viam ou se viam pouco. Com o passar dos anos, e com o amadurecimento dessas novas ferramentas de comunicação, profissionais de todas as áreas viram um enorme mercado de demonstração de marcas, publicidade de produtos de empresas e meio jornalístico. Nascia então a nova comunicação do século XXI, mais engajada e personalizada – One by One. Em meio a essa avalanche de informação e mudança, nasceram também a nova geração, crianças que hoje tem 6 e 7 anos, que participam ativamente das novas tecnologias e tem anseios e desejos diferentes das crianças da mesma idade que nasceram em décadas passadas, crianças que os especialistas estão chamando de geração z, são filhos de pais geração y, que agora estão em idade escolar.


A pergunta que eu faço é: Será que as escolas estão preparadas para educar essas crianças?
Dias desses li um artigo que um pai procurava uma escolinha para sua filha de 5 anos, em meio a essa procura ele se deparou com escolas boas de ensino tradicional, que tinham excelente didática e práticas esportivas. Porém, nenhuma delas tinha a educação com base nas novas tecnologias, em especial a iniciação em redes sociais.

Eu, particularmente sou contra a criação de perfis de crianças nas redes sociais, acho que devemos preservá-las, pois sabemos dos riscos que elas correm estando presentes nas redes sociais, mas ao mesmo tempo em que tenho essa opinião pessoal, entendo o lado da maioria das pessoas que criam os perfis de seus filhos para que eles também participem das redes sociais, é uma discussão bastante complexa. Vejo muitos pais utilizando de forma inteligente o Orkut e Facebook, pais de modelos-mirins, que viram nessas ferramentas um ótimo cartão de visita de seus filhos. Porém, também vejo perfis infantis que não precisariam existir, fotos das crianças em momentos de lazer, e diários do cotidiano dos filhos, para mim são um atrativo para pessoas mal-intencionadas que estão na web soltas por aí. E é aí que entra o papel do educador e da escola.


As crianças de hoje em dia são muito espertas e simplesmente bloquear Orkut, You Tube e Twitter nos laboratórios de informática das escolas não resolverão em nada o problema da pedofilia, ou a falta de interesse em sala de aula, pelo contrário, só irá agravar. Pois essas crianças ao chegar em casa irão acessar a rede e conseqüentemente ficarão mais vulneráveis a qualquer crime virtual que venha acontecer – longe dos olhos dos pais e dos educadores, elas se tornam presas fácies para esses criminosos.


Em minha opinião as escolas deverão, a partir de agora, criar uma matéria ou algo do tipo que ensinem as crianças os benefícios e os perigos da nova comunicação.

Uma forma bastante interessante de utilizar as ferramentas como o Orkut e You Tube é postando os trabalhos escolares das crianças e assim os pais dessas crianças, que participam diariamente dessas redes poderão participar mais ativamente do dia a dia escolar de seus filhos. Outra forma de engajar professores, pais e alunos nas redes sociais é criando comunidades da turma da criança, ou comunidades da escola e administrar esses perfis com enquetes, colocando avisos importantes e promovendo debates sobre temas escolares, além de informar aos pais, esses perfis também aproximam os pais dos professores, de outros pais e das crianças, fazendo assim uma rede – Um excelente lugar para criar esse perfil é a ferramenta Ning.

O You Tube é uma importante ferramenta para ser usada em comemoração a datas especiais, como por exemplo, o dia dos pais, ao invés das tias fazerem presentes de colagens e entregar para as crianças entregarem aos pais, por que não acrescentar a essa forma tradicional de comemoração, um vídeo postado no canal da turma no You Tube? A criança dizendo o quanto o pai é especial para ela? Garanto que para nós, pais que estamos totalmente familiarizados com essas ferramentas, iremos achar muito mais inteligente da parte da escola, além disso não precisaremos ficar pensando onde iremos guardar as lembrancinhas de papel, e a escola ainda estará fazendo um bem a natureza, preservando as árvores. Outra coisa que gostaria de salientar é: Educadores usem material reciclável nas tarefas escolares, ensinem as crianças a importância desse ato para a preservação da natureza e do ecossistema.

Agora voltando ao tema do post:


Fechar os olhos para as novas mídias e ainda chamá-las de porcarias – como alguns educadores estão chamando e vi no artigo que me deu a ideia de escrever sobre o assunto, de nada vai adiantar e isso só vai fazer com que os novos pais que nasceram entre 1984 e 1990 só fujam de escolas com ensinos que ainda estão presos no século XX. Torno a afirmar que: as crianças de hoje são extremamente inteligentes e elas uma hora ou outra irão pedir essa disciplina na escola, ou melhor os pais dessas crianças irão pedir que os professores se capacitem nessas ferramentas e nessa nova linguagem educacional, e as escolas o que pretendem fazer? Vão continuar bloqueando o Orkut e o You Tube, ou vão preferir se adequar a esses novos pais e novos filhos que estão nascendo?


Pré-requisito em uma escola nos tempos de hoje é: Interação entre o tradicional e o tecnológico. Um ensino social é o que os pais da geração y pedem para seus filhos.


Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Uso das Redes Sociais para conseguir emprego

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

 O meu perfil nas redes sociais é o meu currículo.


Inúmeras empresas de RH e estatais estão utilizando as redes sociais para avaliação e seleção para vagas de empregos. É comum hoje em dia vermos no Twitter anúncios de vagas para estágios, treineers e vagas de empregos com carteira assinada ou temporários. No geral são vagas para diversas áreas, porém de fato, as vagas para a área de comunicação são as que mais se sobresaem. 
A avaliação dos perfis no Orkut, por exemplo, voltadas para as comunidades já são o primeiro contato com os candidatos, muitas vezes antes mesmo de serem enviados currículos para essas vagas, as consultorias em RH já fazem primeiramente a triagem do profissional que mais se encaixa no perfil das vagas através do que ele escreve, quem segue ou as comunidades ao qual ele participa, e depois o próprio RH entra em contato com a pessoa a fim de convidá-la para a entrevista. Portanto, quem usa as redes sociais somente para entretenimento e coloca em seus perfis opiniões acaloradas sobre determinados assuntos, ou afirmam não gostar de acordar cedo ou de trabalhar, corre sérios riscos de perder a vaga para um concorrente que não tenha, por exemplo, em seu perfil essas comunidades – Segue o ditado popular: “Nem tudo o que eu penso, eu falo.” -  isso serve também para ser aplicada nas redes sociais. 
O que é importante salientar é que não existe mais essa divisão entre minha vida dentro ou fora das redes sociais, você é -  para as empresas de RH  e para o mundo- exatamente o que você posta ou tuita. Portanto se pretende participar de processos seletivos via rede sociais, vou te dá a primeira dica: Faça uma faxina no seu perfil.
  1. Comece excluindo todas as comunidades que estão fora dos padrões de aceitação da sociedade; comunidades do tipo: Eu odeio o meu chefe, odeio trabalhar, odeio acordar cedo, todas essas comunidades que contribuem de forma negativa e que vão de encontro a uma pessoa que não é sociável e difícil de lidar;
  2. Não tuite assuntos relacionados ao dia a dia do seu trabalho atual, ou se for tuitar seja extremamente político nas suas afirmações. Também não seja “bajulador”, pois os profissionais de seleção de mão de obra podem interpretar que você está querendo apenas chamar atenção para algo que você não costuma ser.
  3. Evite postar fotos suas em situação muito pessoais, como namorando ou segurando litros e litros de uísques. Suas fotos dizem muito como você é verdadeiramente. Portanto se quiser passar uma imagem sóbria e responsável, evite se expor demais no seu álbum de fotos. Lembre-se que seu perfil na internet é o seu principal cartão de visita para tudo.
  4. Escreva corretamente. Nada de abreviações ou “internetês”, escrever: “Euu toh cum fomii”! Sinceramente, é infantil demais para uma pessoa de 20 anos de idade. Mostre que domina o português e não que você escreve em dialetos, seja adulto como pede a sua idade.
Com essas dicas de comportamento nas redes sociais, quando o RH da empresa que você pretende trabalhar visitar o seu perfil, e ver que você usa com moderação essa ferramenta tão importante nos dias atuais, certamente você será chamado para o próximo passo: A entrevista. E nessa etapa, você também deve se comportar de forma coesa para não dá a impressão que seu perfil pessoal na verdade estava “maquiado”.
No próximo post vamos comentar o assunto: “As redes sociais nas escolas de ensino infantil”.



Priscylla Duarte | Jornalista

A verdade sobre a Geração Y

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Empresas de publicidade no geral são em maioria constituída por jovens que fazem parte da famosa Geração Y. Jovens, que segundo especialistas, anseiam por mudanças, conseguem fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, além de terem muitos conhecimentos em novas tecnologias e outras formas de comunicação por aí afora.

Mas, como tudo tem o lado bom e o lado ruim, essa geração também tem o seu lado não tão bom – e na minha concepção o ruim supera o bom, são eles: a ansiedade em ter tudo na hora que desejam, não tem apego às coisas e mudam constantemente de ideias, isso para uma empresa que necessita de pessoas engajadas e dispostas a fazê-la crescer são bastante complicadas de se lidar. Como investir em um profissional se a empresa não tem a certeza que esse profissional está realmente engajado na missão e valores da empresa? A resposta não vem assim tão breve.

As empresas se perguntam o tempo todo: Será que tenho que dá treinamento? Horário flexível deve ajudar; Não. Vamos colocar uma sala, tipo aquela que tem no escritório do Google que vai dá tudo certo. Ledo engano. Os jovens da geração Y são impulsivos nada irá segurá-los em um emprego que já os entediam, e não interessa o que a empresa oferece para fazê-los mudarem de ideia. Nada irá ajudar, pois como já mencionei a cima, a Geração Y muda de ideia com o passar dos segundos do relógio e não é o lugar, o emprego ou o salário que o incomoda, na verdade a inquietação está dentro de cada jovem Y que foi educado com o que chamo de “criação culpada”, pais que para suprir a ausência de seus lares e das vidas de seus filhos, preferiram comprá-los com presentinhos e coisinhas que são dadas na hora que são pedidas ou melhor que são exigidas, há essa também é uma característica bastante peculiar dos Geração Y: A Exigência.

E não é a exigência em si própria, em querer o melhor para si, nada disso! É a exigência no outro ou nos outros, exigem demais e por isso somos uma geração de pessoas sem rumo. Digo isso com propriedade, pois faço parte da Geração Y com todas essas qualidades e defeitos de uma geração que se acostumou a querer tudo e não ter nada – Essa é a minha definição de Geração Y e me desculpe os especialistas que defendem a minha geração, mas sinceramente não vejo tantas qualidades nela.

Citarei um exemplo bastante simples e que todos irão se identificar: Nossos Pais. Com idade entre 20 ou 25 anos, nossos pais já tinham um emprego estável, já eram pais e mães e já possuíam ao menos um bem durável em seus nomes: casa própria por exemplo. De contrapartida, nossa Geração mais da metade deve ao SPC e Serasa, não tem um emprego estável e ao menos terminou a faculdade, não preciso nem mencionar a aquisição da casa própria, pois em sua maioria a Geração Y prefere ficar na segurança da casa de seus pais, com idade entre 25 ou 30 anos e ainda dependente emocionalmente e financeiramente de papai e mamãe – ou como dizem aqui no Nordeste – Painho e Mainha – Isso é normal, psicólogos?

Então, especialistas, fica a pergunta: Que geração tão inovadora e desbravadora é essa que está sendo “pintada” para o mundo? Estamos querendo enganar a quem? Basta observar pesquisa de desemprego, inadimplência e jovens mães que entregam os seus filhos para os avós criarem, por que elas não tem nada de tangível para seguir a vida no mundo real.

Estatísticas de que a Geração Y faz N coisas ao mesmo tempo ( e não faz nada), só afirma que os jovens de hoje realmente foram vitimas de um capitalismo mesquinho que fizeram com que fossem crianças sem os pais e agora, adultos fracos e totalmente dependente de seus pais. Fico me perguntando: Como serão os filhos da Geração Y? Talvez se forem criados pelos computadores terão mais sorte que seus pais. Cometeremos o mesmo erro de nossos pais, quando nos deixaram que a televisão nos educassem, ao invés de seguir a regrinha da vovó que sempre dizia com sabedoria: Lugar de filho é com a mãe? Sim caros leitores, tudo indica que nossos filhos serão mais algumas vitimas do capitalismo, onde nós teremos que correr como loucos para comprar tudo o que será oferecido a eles através das redes sociais – isso mesmo: Nossos filhos não ficarão de frente para a televisão como ficávamos; eles ficarão de frente para o computador, fuçando tudo quanto for redes sociais e como as redes sociais estão cheias de empresas que preferem vender à se relacionar com o cliente, nada mais justo que lá também tenham publicidades e com isso – Gastos dos papais Y.

Será que um dia a humanidade voltará a regra de filhos bem cuidados, pais felizes? Não sei. Mas com certeza não quero seguir a música que a Elis Regina cantou um dia com tanto amor – “Ainda somos os mesmo e vivemos como os nossos pais”. Prefiro seguir o poema que minha sabia Avó Jaci cantarolava para mim e minhas primas quando éramos pequenas: “Quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”.

Geração Y: Acorda!

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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

O Facebook nasceu de uma brincadeira de universitários Americanos

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Conheça a história de Mark Zuckerberg. O Criador do maior site de relacionamentos do planeta: O FACEBOOK. Nesta semana a rede social bateu mais um recorde, alcançou a marca de 500 milhões de usuários registrados. Entenda como este fenômeno teve origem e como um rapaz de apenas 25 anos se tornou o primeiro jovem bilionário do mundo em apenas 6 anos,estima-se que o patrimônio de Marck alcance hoje o patamar de 6 bilhões de dolares. Alguém dúvida do poder que a geração Y possui?


O Facebook nasceu de uma brincadeira de universitários Americanos.Em 2003 Zuckerberg,  criou a rede social Harvard Facemash.Depois de alguns drinques, ele decidiu espionar os servidores da universidade e baixar as fotos das garotas de todas as moradias estudantis. Bem, de quase todas. Algumas tinham sistemas bem protegidos. Para burlá-los, Zuckerberg teria invadido as residências no meio da noite. Depois de roubar as fotos, criou um site em que
os alunos podiam votar nos atributos da mulherada e estabelecer um ranking. Pela travessura, quase foi expulso de Harvard. A experiência foi o ponto de partida para o Facebook. Por semanas a fio, Zuckerberg trabalhou no projeto de uma comunidade exclusiva, em que os
usuários se conhecessem. Nessa época, no fim de 2003, redes como o Friendster e o MySpace já existiam, mas não faziam grande sucesso. Com o projeto pronto, pediu dinheiro a seu amigo Saverin para alugar servidores. O carioca fez um aporte inicial de 1 000 dólares -- e depois de outros 17 000 -- e recebeu uma fatia de 30% da empresa. Logo que entrou no ar, o site conquistou milhares de usuários também em outras universidades, como Stanford e Yale. Assim que percebeu o enorme potencial do Facebook, Zuckerberg abandonou Harvard para viver no Vale do Silício. Na época, seu cartão de visita trazia, Além do próprio nome, a inscrição "I’m CEO – Bitch", que dispensa tradução. A partir daí começa uma sucessão de fatos polêmicos em sua trajetória. O maior deles foi a acusação dos irmãos Winklevoss, remadores que representaram os Estados Unidos na Olimpíada de Pequim. Os Winklevoss alegam que, antes do início do Facebook, procuraram Zuckerberg para programar uma rede social
batizada de ConnectU. O jovem nerd teria, então, roubado a ideia. O criador do Facebook negou a acusação, e anos depois chegou a um acordo com os Winklevoss nos tribunais (o valor jamais foi revelado). Tempos depois, ele viria a se envolver em outras situações polêmicas, desta vez com os sócios. A primeira envolveu Saverin. Na Califórnia, Zuckerberg conheceu Sean Parker, empreendedor que já havia criado o Napster e o Plaxo e que acabaria por comprar uma fatia do Facebook. Com hábitos de vida extravagantes, os dois costumavam frequentar festas com a presença de modelos da Victoria Secret’s e se deliciavam com churrascos de carne de coala em iates em alto-mar. Depois de conseguir aportes cada vez mais vultosos de outros investidores, eles conseguiram diluir a participação de Saverin e, com a ajuda de advogados, terminaram por afastá-lo totalmente da empresa. Meses depois, o próprio Parker seria a vítima do "amigo" e acabaria também expulso da companhia (para decepção dos leitores, o autor relata as duas passagens de forma bastante superficial). Como é de se imaginar, dos irmãos Winklevoss ao brasileiro Saverin, todos se sentiram traídos pelo geek de cabelos cacheados e olhos azuis. Nada que abale o sono de Zuckerberg. "Para ele (o Facebook) havia sido uma produção de Mark uckerberg desde o início", diz Mezrich. "Todos os outros apenas tentavam se aproveitar."
 
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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte

Quem é e como se comporta a Geração Y2?

terça-feira, 11 de maio de 2010

Redes sociais, dispositivos móveis, internet wi fi, banda larga, entre outros termos. Todos fazem parte de nosso cotidiano. Se para alguns esses “termos” são sinônimos de desconhecimento, para outros são sinônimos de banalidade. Observando gerações diferentes, interagindo com essas ferramentas, iremos concluir que a geração mais velha (nossos pais) possui certa dificuldade em manusear alguns aparelhos ou aplicações; já as gerações mais novas parecem não ter dificuldade alguma com os mesmos. A chamada Geração Y, jovens com idade entre 19 e 35 anos, se destacaram no mercado por serem desbravadores e terem aprendizado fácil; em questão de minutos esses jovens “desenrolam” o mundo virtual e tecnológico como se nada estivesse acontecendo, ao mesmo tempo em que assistem TV, escrevem um artigo para o seu blog, cuidam da casa e dos filhos e ainda participam de uma roda de conversas, tudo isso sem nenhum tipo de estress, faz parte dessa geração – a correria. A geração anterior não compreende como eles conseguem fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo e até questionam se o trabalho está realmente bem feito, o que na maioria das vezes, sim está.

Como se não bastasse, esses jovens também tem filhos, os filhos da geração y e que estão sendo chamados de geração y2 ou geração das redes sociais. São crianças na faixa etária entre 2 a 12 anos que nasceram e cresceram de frente para o mundo moderno. Alfabetizadas diante de um computador e que se comunicam com os seus pais através de celulares e mensagens instantâneas. Muitas vezes ensinam aos papais da geração y a “mexer” em aplicativos e dispositivos que para a própria geração y seria simples, mas que para os seus filhos o simples é mais que simples, é óbvio.

A pergunta que se faz é a seguinte: Como você acha que essas crianças irão pensar daqui a 8 ou 10 anos? Quando os mesmo estiverem indo para a faculdade, ou interferindo na economia de um País com o seu poder de compra? Com certeza, caro leitor, a geração y2 é uma geração diferente das outras, estamos falando de crianças adultas, que desde muito cedo, com a interferência de seus pais (geração y) ditam regra e tem sim poder de decisão em tudo.

Faz - se então necessário que desde já seja pensada campanhas publicitárias para esses pequenos, produtos interativos, sites colaborativos que façam parte dessa nova geração e que por tanto, tenham nela um poder de participação e decisão – essa geração é por si só “antenada” e muito exigente. Não é interessante que continuemos pensando somente nos pais dessas crianças, sim eles são importantes afinal eles quem dita e mantém o padrão, e retem o dinheiro, mas é importante frizar que a opinião desses pequenos em casa é sim levada muito a sério, afinal estamos falando de pais modernos. Portanto, é necessário que se crie desde já uma cultura de informação e criação para essa galerinha que desde muito cedo já interferem no poder de decisão dos papais geração y.

E você, caro leitor, se tiver uma ferinha dessas em casa, como essa criança y2 se comporta diante da era digital?


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Priscylla Duarte | Jornalista

Geração Y e seu comportamento nas redes sociais

quinta-feira, 15 de abril de 2010



Se antigamente tínhamos o maior cuidado em não expor a nossa vida, hoje em dia a verdade é que não conseguimos viver sem nos expor. Todo mundo já sonhou com os seus 15 minutos de fama na mídia, em ser o centro das atenções, ditarem moda e ser referencial para um grupo de pessoas. Com o advento das redes sociais ter nossos minutinhos de fama nunca foi tão fácil, basta criar o seu perfil em alguma plataforma que uma hora ou outra a estrela vai brilhar para você. Foi assim com a Malu Magalhães, cantora Teen que iniciou sua carreira através de seu canal no You Tube e a partir da INTERNET chegou até as rádios e Emissoras de televisão do País e hoje em dia faz sucesso também fora do Brasil, o mesmo aconteceu com a Stefanie do Cross Fox, postando um videoclipe caseiro que virou mania nacional e rendeu a menina de apenas 17 anos sucesso e reconhecimento. Outro case interessante é o próprio BBB deste ano que colocou dois brothers na casa “retirados” do Twitter, a polêmica Tessália e o divertido Serginho e para encerrar os exemplos podemos destacar também a atriz Laura Neiva, de 14 anos, descoberta através do Orkut e que hoje faz sucesso com o Filme “A Deriva” no qual é a protagonista. Sem mencionar as celebridades anônimas de capas de comunidades como: As Natalenses são mais gatas, as cariocas são as melhores, Gatos e Gatas do Orkut, entre outras comunidades de moda e beleza que conhecemos pela plataforma mais utilizada no País.

Vídeo do You Tube

A rede social nos proporciona uma série de possibilidade que quando bem utilizadas e na hora certa podem abrir novos caminhos e traçar um futuro bem diferente se não existissem atualmente. Delas nasceram grandes talentos, muitas vezes de pessoas que nem sabiam que tinham esses talentos, simplesmente postaram um vídeo, um áudio ou uma foto em seus perfis, e foram encontradas e com isso tiveram a chance de crescer, lembram da Susan Boyla? Hoje em dia não precisamos correr atrás, basta darmos uma forcinha que hora ou outra sempre aparecerá à oportunidade.


Vídeo do You Tube

Bem diferente da época de nossos pais que para conseguirem algo eles tinham que correr muito para alcançar os seus sonhos, principalmente se este sonho estiver ligado a área artística ou de comunicação. Antigamente, quem pensaria que alguém poderia “conseguir um emprego” através de uma página na Internet? Ou melhor, quem acharia que a INTERNET iria existir um dia, ou que o mundo iria se tornar tão pequeno e as pessoas tão próximas devido a uma página pessoal em um ambiente virtual? Ou melhor: Quem saberia definir virtual? Talvez você ainda não tenha parado para pensar, mas: Vivemos em um mundo cheio de oportunidades, elas estão bem aqui na nossa frente, o que acontece é que insistimos em pensar com o pensamento do passado. Quero estudar para passar no concurso X, quero me forma em direito para ser advogado da vara da família, quero ser jornalista para trabalhar em jornal, entre outras barbaridades que escuto por aí, saídas da boca de pessoas jovens entre 18 a 30 anos. Gosto muito quando encontro alguém da minha idade que diz NÃO a concurso público, que quer trabalhar para fazer um mundo diferente, que quer ser advogado especializado em crimes virtuais ou que ser jornalista é pensar prá frente. Esses sim farão a diferente daqui 10, 20 anos e serão extremamente bem sucedidos em suas carreiras. Diga sim ao novo, principalmente se você for novo! Digo sempre isso em minhas conversas sobre redes sociais ou assuntos ligados a INTERNET.


Gostaria de terminar este post com um pensamento que eu particulamente me identifico muito. Na verdade é uma campanha publicitária de 1984 (ano em que eu nasci). Está campanha foi elaborada para o lançamento do Mactosh da Apple – uma empresa que pensa diferente.

And you? Think different?

Texto da peça publicitária:

“Um brinde aos loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de casos. As peças redondas em buracos quadrados. Aos que vêem as coisas de forma diferente. Aos que não gostam de regras. Aos que não tem respeito pelo Status Quo.
Você pode citá-los, discordar deles, glorificá-los ou torná-los vilões.
Mas a única coisa que você não pode fazer é ignorá-los. Porque eles mudam as coisas. Eles empurram a raça humana adiante.
E enquanto alguns podem vê-los como loucos, nós vemos gênios. Porque as pessoas que são loucas o bastante para pensar que podem mudar o mundo, são as pessoas que fazem isso”.

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Priscylla Duarte | Jornalista