O Marketing Digital nas Plataformas de Redes Sociais
O Fim do Google Wave
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Na semana passada toda a comunidade on line foi pega de surpresa com o anúncio oficial no Blog do Google onde nos informavam o Fim da Rede Social Google Wave. Ninguém esperava que uma Rede Social com pouco mais de 1 ano sucumbisse dessa forma, tão rapidamente diante do boom que hoje em dia vivenciamos; onde milhares de Ferramentas com o mesmo intuito de sociabilizar nascem e permanecem vivas e fortes no mundo das Redes Sociais.
Mas o que aconteceu de errado com o Wave? Em minha opinião inúmeros erros cometidos pelo Google fizeram com que essa ferramenta que surgira com o intuito de unir todas as redes sociais em um único lugar viesse a morrer no auge da era das Mídias e Redes Sociais. Dentre tantos erros, o que mais se destacou e foi crucial logo nos primeiros meses de vida do Wave foi à necessidade de convite para participar, impedindo assim a disseminação viral da ferramenta, fato importante para impactar os potenciais usuários da emergente rede, e principal característica da web 2.0. O fato de, a princípio, o Google disponibilizar a ferramenta para alguns usuários e depois restringir o acesso para quem possuía convite, não foi uma boa ideia. Por quê será que o Facebook já tem 500 milhões de usuários? A resposta está na excelente ferramenta viral que estrutura o Facebook, para que em cada novos usuários sejam espelhados os convites para gerar mais usuários a partir de seus contatos de E-mails, entendeu Google?
Além disso, a usabilidade e a acessibilidade da ferramenta não eram tão intuitivas como devem ser as ferramentas de Redes Sociais – Não me faça pensar – é primordial para uma excelente Rede Social, esse fato também não ocorreu com o Wave. Em minha experiência com a ferramenta tive bastante dificuldade em manuseá-la e por isso preferi deixá-la de lado; pelo visto não foi somente a minha pessoa que o fez – Uma ferramenta nada intuitiva, aliada a falta de disseminação viral, culminou no fim da Rede Social do não tão gigante Google.
Os testes da ferramenta Wave, segundo o próprio Google, foram feitos por crianças entre 07 e 10 anos de idade, que não tiveram nenhuma dificuldade no manuseio, então por quê será que a maioria das pessoas se queixaram da falta de intuição do Wave? Alguma coisa estava errada nisso, e não era com os usuários, a prova foi tanta que até o final deste ano o Wave deve dizer adeus ao mundo das Redes Sociais.
A verdade é que o Google nunca foi muito bom em desenvolver Redes Sociais. Lembram-se do Google Buzz? O microblog que prometia superar o Twitter? Pois é, nunca mais ouvi falar nele também, como é que está a ferramenta? O fato é que o Google é uma excelente empresa desenvolvedora de aplicativos para Internet, mas peca pelo excesso, sabe aquele ditado: Querer abraçar o mundo com as pernas? Encaixa-se perfeitamente nessa circunstância.
Acho o Google uma empresa incrível, revolucionária em vários aspectos – sou fã mesmo. A própria ferramenta de busca e o analytics em minha opinião já estão de bom tamanho, não precisam de mais nada, apenas aprimorá-las sempre.
Agora o Google quer entrar no mercado de Redes Sociais para Games, vamos ver no que vai dá. Em se tratando de Google, podemos esperar tudo, ou algo fantástico como sãos as ferramentas de analise, buscas e publicidade digital, ou algo desastroso como foi o Google Wave.
Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Mas o que aconteceu de errado com o Wave? Em minha opinião inúmeros erros cometidos pelo Google fizeram com que essa ferramenta que surgira com o intuito de unir todas as redes sociais em um único lugar viesse a morrer no auge da era das Mídias e Redes Sociais. Dentre tantos erros, o que mais se destacou e foi crucial logo nos primeiros meses de vida do Wave foi à necessidade de convite para participar, impedindo assim a disseminação viral da ferramenta, fato importante para impactar os potenciais usuários da emergente rede, e principal característica da web 2.0. O fato de, a princípio, o Google disponibilizar a ferramenta para alguns usuários e depois restringir o acesso para quem possuía convite, não foi uma boa ideia. Por quê será que o Facebook já tem 500 milhões de usuários? A resposta está na excelente ferramenta viral que estrutura o Facebook, para que em cada novos usuários sejam espelhados os convites para gerar mais usuários a partir de seus contatos de E-mails, entendeu Google?
Além disso, a usabilidade e a acessibilidade da ferramenta não eram tão intuitivas como devem ser as ferramentas de Redes Sociais – Não me faça pensar – é primordial para uma excelente Rede Social, esse fato também não ocorreu com o Wave. Em minha experiência com a ferramenta tive bastante dificuldade em manuseá-la e por isso preferi deixá-la de lado; pelo visto não foi somente a minha pessoa que o fez – Uma ferramenta nada intuitiva, aliada a falta de disseminação viral, culminou no fim da Rede Social do não tão gigante Google.
Os testes da ferramenta Wave, segundo o próprio Google, foram feitos por crianças entre 07 e 10 anos de idade, que não tiveram nenhuma dificuldade no manuseio, então por quê será que a maioria das pessoas se queixaram da falta de intuição do Wave? Alguma coisa estava errada nisso, e não era com os usuários, a prova foi tanta que até o final deste ano o Wave deve dizer adeus ao mundo das Redes Sociais.
A verdade é que o Google nunca foi muito bom em desenvolver Redes Sociais. Lembram-se do Google Buzz? O microblog que prometia superar o Twitter? Pois é, nunca mais ouvi falar nele também, como é que está a ferramenta? O fato é que o Google é uma excelente empresa desenvolvedora de aplicativos para Internet, mas peca pelo excesso, sabe aquele ditado: Querer abraçar o mundo com as pernas? Encaixa-se perfeitamente nessa circunstância.
Acho o Google uma empresa incrível, revolucionária em vários aspectos – sou fã mesmo. A própria ferramenta de busca e o analytics em minha opinião já estão de bom tamanho, não precisam de mais nada, apenas aprimorá-las sempre.
Agora o Google quer entrar no mercado de Redes Sociais para Games, vamos ver no que vai dá. Em se tratando de Google, podemos esperar tudo, ou algo fantástico como sãos as ferramentas de analise, buscas e publicidade digital, ou algo desastroso como foi o Google Wave.
Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 11:21 0 comentários
Marcadores: cases, novas mídias, redes sociais
A verdade sobre a Geração Y
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Empresas de publicidade no geral são em maioria constituída por jovens que fazem parte da famosa Geração Y. Jovens, que segundo especialistas, anseiam por mudanças, conseguem fazer inúmeras coisas ao mesmo tempo, além de terem muitos conhecimentos em novas tecnologias e outras formas de comunicação por aí afora.
Mas, como tudo tem o lado bom e o lado ruim, essa geração também tem o seu lado não tão bom – e na minha concepção o ruim supera o bom, são eles: a ansiedade em ter tudo na hora que desejam, não tem apego às coisas e mudam constantemente de ideias, isso para uma empresa que necessita de pessoas engajadas e dispostas a fazê-la crescer são bastante complicadas de se lidar. Como investir em um profissional se a empresa não tem a certeza que esse profissional está realmente engajado na missão e valores da empresa? A resposta não vem assim tão breve.
As empresas se perguntam o tempo todo: Será que tenho que dá treinamento? Horário flexível deve ajudar; Não. Vamos colocar uma sala, tipo aquela que tem no escritório do Google que vai dá tudo certo. Ledo engano. Os jovens da geração Y são impulsivos nada irá segurá-los em um emprego que já os entediam, e não interessa o que a empresa oferece para fazê-los mudarem de ideia. Nada irá ajudar, pois como já mencionei a cima, a Geração Y muda de ideia com o passar dos segundos do relógio e não é o lugar, o emprego ou o salário que o incomoda, na verdade a inquietação está dentro de cada jovem Y que foi educado com o que chamo de “criação culpada”, pais que para suprir a ausência de seus lares e das vidas de seus filhos, preferiram comprá-los com presentinhos e coisinhas que são dadas na hora que são pedidas ou melhor que são exigidas, há essa também é uma característica bastante peculiar dos Geração Y: A Exigência.
E não é a exigência em si própria, em querer o melhor para si, nada disso! É a exigência no outro ou nos outros, exigem demais e por isso somos uma geração de pessoas sem rumo. Digo isso com propriedade, pois faço parte da Geração Y com todas essas qualidades e defeitos de uma geração que se acostumou a querer tudo e não ter nada – Essa é a minha definição de Geração Y e me desculpe os especialistas que defendem a minha geração, mas sinceramente não vejo tantas qualidades nela.
Citarei um exemplo bastante simples e que todos irão se identificar: Nossos Pais. Com idade entre 20 ou 25 anos, nossos pais já tinham um emprego estável, já eram pais e mães e já possuíam ao menos um bem durável em seus nomes: casa própria por exemplo. De contrapartida, nossa Geração mais da metade deve ao SPC e Serasa, não tem um emprego estável e ao menos terminou a faculdade, não preciso nem mencionar a aquisição da casa própria, pois em sua maioria a Geração Y prefere ficar na segurança da casa de seus pais, com idade entre 25 ou 30 anos e ainda dependente emocionalmente e financeiramente de papai e mamãe – ou como dizem aqui no Nordeste – Painho e Mainha – Isso é normal, psicólogos?
Então, especialistas, fica a pergunta: Que geração tão inovadora e desbravadora é essa que está sendo “pintada” para o mundo? Estamos querendo enganar a quem? Basta observar pesquisa de desemprego, inadimplência e jovens mães que entregam os seus filhos para os avós criarem, por que elas não tem nada de tangível para seguir a vida no mundo real.
Estatísticas de que a Geração Y faz N coisas ao mesmo tempo ( e não faz nada), só afirma que os jovens de hoje realmente foram vitimas de um capitalismo mesquinho que fizeram com que fossem crianças sem os pais e agora, adultos fracos e totalmente dependente de seus pais. Fico me perguntando: Como serão os filhos da Geração Y? Talvez se forem criados pelos computadores terão mais sorte que seus pais. Cometeremos o mesmo erro de nossos pais, quando nos deixaram que a televisão nos educassem, ao invés de seguir a regrinha da vovó que sempre dizia com sabedoria: Lugar de filho é com a mãe? Sim caros leitores, tudo indica que nossos filhos serão mais algumas vitimas do capitalismo, onde nós teremos que correr como loucos para comprar tudo o que será oferecido a eles através das redes sociais – isso mesmo: Nossos filhos não ficarão de frente para a televisão como ficávamos; eles ficarão de frente para o computador, fuçando tudo quanto for redes sociais e como as redes sociais estão cheias de empresas que preferem vender à se relacionar com o cliente, nada mais justo que lá também tenham publicidades e com isso – Gastos dos papais Y.
Será que um dia a humanidade voltará a regra de filhos bem cuidados, pais felizes? Não sei. Mas com certeza não quero seguir a música que a Elis Regina cantou um dia com tanto amor – “Ainda somos os mesmo e vivemos como os nossos pais”. Prefiro seguir o poema que minha sabia Avó Jaci cantarolava para mim e minhas primas quando éramos pequenas: “Quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”.
Geração Y: Acorda!
Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Mas, como tudo tem o lado bom e o lado ruim, essa geração também tem o seu lado não tão bom – e na minha concepção o ruim supera o bom, são eles: a ansiedade em ter tudo na hora que desejam, não tem apego às coisas e mudam constantemente de ideias, isso para uma empresa que necessita de pessoas engajadas e dispostas a fazê-la crescer são bastante complicadas de se lidar. Como investir em um profissional se a empresa não tem a certeza que esse profissional está realmente engajado na missão e valores da empresa? A resposta não vem assim tão breve.
As empresas se perguntam o tempo todo: Será que tenho que dá treinamento? Horário flexível deve ajudar; Não. Vamos colocar uma sala, tipo aquela que tem no escritório do Google que vai dá tudo certo. Ledo engano. Os jovens da geração Y são impulsivos nada irá segurá-los em um emprego que já os entediam, e não interessa o que a empresa oferece para fazê-los mudarem de ideia. Nada irá ajudar, pois como já mencionei a cima, a Geração Y muda de ideia com o passar dos segundos do relógio e não é o lugar, o emprego ou o salário que o incomoda, na verdade a inquietação está dentro de cada jovem Y que foi educado com o que chamo de “criação culpada”, pais que para suprir a ausência de seus lares e das vidas de seus filhos, preferiram comprá-los com presentinhos e coisinhas que são dadas na hora que são pedidas ou melhor que são exigidas, há essa também é uma característica bastante peculiar dos Geração Y: A Exigência.
E não é a exigência em si própria, em querer o melhor para si, nada disso! É a exigência no outro ou nos outros, exigem demais e por isso somos uma geração de pessoas sem rumo. Digo isso com propriedade, pois faço parte da Geração Y com todas essas qualidades e defeitos de uma geração que se acostumou a querer tudo e não ter nada – Essa é a minha definição de Geração Y e me desculpe os especialistas que defendem a minha geração, mas sinceramente não vejo tantas qualidades nela.
Citarei um exemplo bastante simples e que todos irão se identificar: Nossos Pais. Com idade entre 20 ou 25 anos, nossos pais já tinham um emprego estável, já eram pais e mães e já possuíam ao menos um bem durável em seus nomes: casa própria por exemplo. De contrapartida, nossa Geração mais da metade deve ao SPC e Serasa, não tem um emprego estável e ao menos terminou a faculdade, não preciso nem mencionar a aquisição da casa própria, pois em sua maioria a Geração Y prefere ficar na segurança da casa de seus pais, com idade entre 25 ou 30 anos e ainda dependente emocionalmente e financeiramente de papai e mamãe – ou como dizem aqui no Nordeste – Painho e Mainha – Isso é normal, psicólogos?
Então, especialistas, fica a pergunta: Que geração tão inovadora e desbravadora é essa que está sendo “pintada” para o mundo? Estamos querendo enganar a quem? Basta observar pesquisa de desemprego, inadimplência e jovens mães que entregam os seus filhos para os avós criarem, por que elas não tem nada de tangível para seguir a vida no mundo real.
Estatísticas de que a Geração Y faz N coisas ao mesmo tempo ( e não faz nada), só afirma que os jovens de hoje realmente foram vitimas de um capitalismo mesquinho que fizeram com que fossem crianças sem os pais e agora, adultos fracos e totalmente dependente de seus pais. Fico me perguntando: Como serão os filhos da Geração Y? Talvez se forem criados pelos computadores terão mais sorte que seus pais. Cometeremos o mesmo erro de nossos pais, quando nos deixaram que a televisão nos educassem, ao invés de seguir a regrinha da vovó que sempre dizia com sabedoria: Lugar de filho é com a mãe? Sim caros leitores, tudo indica que nossos filhos serão mais algumas vitimas do capitalismo, onde nós teremos que correr como loucos para comprar tudo o que será oferecido a eles através das redes sociais – isso mesmo: Nossos filhos não ficarão de frente para a televisão como ficávamos; eles ficarão de frente para o computador, fuçando tudo quanto for redes sociais e como as redes sociais estão cheias de empresas que preferem vender à se relacionar com o cliente, nada mais justo que lá também tenham publicidades e com isso – Gastos dos papais Y.
Será que um dia a humanidade voltará a regra de filhos bem cuidados, pais felizes? Não sei. Mas com certeza não quero seguir a música que a Elis Regina cantou um dia com tanto amor – “Ainda somos os mesmo e vivemos como os nossos pais”. Prefiro seguir o poema que minha sabia Avó Jaci cantarolava para mim e minhas primas quando éramos pequenas: “Quem tem uma mãe tem tudo, quem não tem mãe não tem nada”.
Geração Y: Acorda!
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Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 09:38 0 comentários
Marcadores: comunicação empresarial, geração y
Como conseguir a atenção do seu seguidor
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Nesses últimos dias venho observando a interação entre os Followers e Following do Twitter e desses dias para cá venho concluindo que a comunicação entre eles não é necessariamente uma troca de conhecimentos, como pensávamos ser. Sabe quando você está em um lugar muito cheio e todos estão falando ao mesmo tempo? Isso é o Twitter. Na verdade estamos em uma torre de babel, e decidir o que é ou não relevante passar a diante é uma tarefa bastante difícil.
Prestar atenção em centenas de pessoas falando ao mesmo, com necessidades básicas e únicas e ainda enviar a minha informação se tornou um trabalho bastante árduo para pessoas e empresas que usam a ferramenta. Como me tornar visível em um ambiente cheio de pessoas? Assim são as redes sociais tanto no mundo off line quanto no mundo on line. Receber a atenção de um determinado grupo, se fazer ser ouvido e respeitado, tornando-se alguém relevante no meio ao qual desejamos nos inserir, sempre foi e sempre será o objetivo de todos que habitam a terra, e está sendo muito mais evidente agora com esse jogo de presença digital que passamos a conhecer.
O Simples fato de está presente com uma conta ativa na rede seja Orkut, Facebook e Twitter não quer dizer absolutamente nada se eu não tiver o senso crítico e conhecimento naquilo que eu estou me propondo a discutir/falar/mostrar. Isso ficou bastante evidente agora, que os políticos decidiram fazer do Twitter seus palanques digitais, e os seus simpatizantes expressando suas admirações por determinado político. Acho interessante a forma que determinadas pessoas abraçam as causas partidárias ou pessoais de outras pessoas e as tomam como delas, sem ninguém pedir que retuite a mensagem, por exemplo. Na verdade interação é exatamente isso, eu repasso algo sem que ninguém me peça que isso seja feito. Sou contra essas campanhas de RT mensagens, na minha concepção o seu seguidor é quem decidi se quer ou não RT a mensagem, sem precisar que eu peça esse favor a ele. Assim estaremos o induzindo e tenho que deixar claro, os seus seguidores são bem espertos e tentar induzi-los há algo não é a ideia mais sensata a fazer.
Devemos deixá-los livres para que sozinhos decidam se querem ou não passar aquela informação adiante, se o conteúdo for realmente criativo, informativo e conclusivo, não precisa pedir, ele será retuitado. Agora, se for propaganda, promoções ou informações desnecessárias nem adianta que esse Twitter apenas será escutado, e não ouvido como pretendíamos. É igual ao que acontece no mundo off line quando saímos falando por ai sem a atenção de ninguém. É chato não é mesmo, quando falamos com alguém e percebemos que ela está no mundo da lua e nem se quer ouviu o que estávamos falando? Pois é exatamente isso o que acontece no Twitter, a exceção é que não estamos vendo a pessoa, temos a ilusão que aquelas centenas de pessoas ouviram o que eu falei, porém nem 1% interagiu com essa informação, perceberam como é muito mais complicado conseguir a atenção do Internauta? De nada adianta ter uma conta se não há interação. O único modo de mudar essa situação é: sendo participativo, oferecendo informações coesas e trocando conteúdo sem precisar pedir para que seja feito.
Imagem da Internet
Priscylla Duarte | Jornalista
@priscylladuarte
Postado por Novas Mídias Digitais às 08:47 0 comentários
Marcadores: cases, novas mídias, redes sociais
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